Não chore Carolina
Não chore Carolina
As suas lágrimas valem mais
Mais que o sorriso falso que te encantou
Mais que as palavras frias que te enganaram
Mais que esse falso amor que te fez crer
As lágrimas de uma mulher apaixonada
Não valem a dor de um amor leviano
Não chore Carolina
Quem perdeu foi ele
Perdeu os sonhos que a ele dedicou
Perdeu as doces palavras que no seu ouvido sussurrou
Perdeu as flores que em seu jardim cultivou
A perda sempre fica com quem seguiu sozinho
Você ganhou a chance de se abrir a um verdadeiro amor
Não chore Carolina
Você é bem maior que isso
Maior que uma brincadeira de moleque
Maior que um jogo de poder
Maior que pessoas levianas que te roubam o sono
O seu coração é grande como seu amor
E não precisa mendigar migalhas de um ladrão
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:54 31/05/2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Poesia para o poeta Luan Emilio Faustino
Poesia para o poeta Luan Emilio Faustino
Grande Lua chamada Luan
Essa escuridão que contigo caminha
É chamada noite para os normais
Mas para os poetas é chama
Chama que queima a realidade
Que trás inspirações e sonhos
Enquanto ela durar sua poesia será bela
Herdou de sua raça ariana o ego
Ele também caminha ao seu lado
Para os leigos seu ego é presunção
Já para os poetas é confiança
Confiança que ajuda enfrentar a realidade
Que trás segurança e paz
Enquanto ela durar sua poesia será forte
Por ser filho de uma era instantânea
Você caminha sempre inconstante
Se apaixona como doce é para criança
Mas logo esquece feito brincadeira do acaso
Acaso que sempre se coloca no seu caminho
E trás encanto e curiosidade
Enquanto ele ficar sua poesia renascera
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:15 30/05/2011
Grande Lua chamada Luan
Essa escuridão que contigo caminha
É chamada noite para os normais
Mas para os poetas é chama
Chama que queima a realidade
Que trás inspirações e sonhos
Enquanto ela durar sua poesia será bela
Herdou de sua raça ariana o ego
Ele também caminha ao seu lado
Para os leigos seu ego é presunção
Já para os poetas é confiança
Confiança que ajuda enfrentar a realidade
Que trás segurança e paz
Enquanto ela durar sua poesia será forte
Por ser filho de uma era instantânea
Você caminha sempre inconstante
Se apaixona como doce é para criança
Mas logo esquece feito brincadeira do acaso
Acaso que sempre se coloca no seu caminho
E trás encanto e curiosidade
Enquanto ele ficar sua poesia renascera
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:15 30/05/2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Preocupações demais, vida de menos.
Preocupações demais, vida de menos.
Se as pessoas se preocupassem menos com o ódio
Sobraria mais tempo para amarem
Se as pessoas se preocupassem menos com dinheiro
Sobraria mais tempo para serem felizes
Se as pessoas se preocupassem menos com o alheio
Sobraria mais tempo para dialogarem
Se as pessoas se preocupassem menos com prazer
Sobraria mais tempo para se satisfizer
Se as pessoas se preocupassem menos com o supérfluo
Sobraria mais tempo para o essencial
Se as pessoas se preocupassem menos com o não
Sobraria mais tempo para o sim
Se as pessoas se preocupassem menos com a razão
Sobraria mais tempo para sentirem
Se as pessoas se preocupassem menos com o futuro
Sobraria mais tempo para o presente
Se as pessoas se preocupassem menos com a prisão
Sobraria mais tempo para a liberdade
Se as pessoas se preocupassem menos com a realidade
Sobraria mais tempo para sonharem
Sociedade às avessas
Preocupamo-nos com o que não queremos
E esquecemo-nos do tempo que perdemos
Deixando-nos que o tempo leve os sonhos
E nos deixe com a realidade
Trocando o certo pelo incerto
E vendendo o que não tem preço
Com medo da escuridão da floresta
Sem saber que a luz está em nossos corações
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:29 27/05/2011
Se as pessoas se preocupassem menos com o ódio
Sobraria mais tempo para amarem
Se as pessoas se preocupassem menos com dinheiro
Sobraria mais tempo para serem felizes
Se as pessoas se preocupassem menos com o alheio
Sobraria mais tempo para dialogarem
Se as pessoas se preocupassem menos com prazer
Sobraria mais tempo para se satisfizer
Se as pessoas se preocupassem menos com o supérfluo
Sobraria mais tempo para o essencial
Se as pessoas se preocupassem menos com o não
Sobraria mais tempo para o sim
Se as pessoas se preocupassem menos com a razão
Sobraria mais tempo para sentirem
Se as pessoas se preocupassem menos com o futuro
Sobraria mais tempo para o presente
Se as pessoas se preocupassem menos com a prisão
Sobraria mais tempo para a liberdade
Se as pessoas se preocupassem menos com a realidade
Sobraria mais tempo para sonharem
Sociedade às avessas
Preocupamo-nos com o que não queremos
E esquecemo-nos do tempo que perdemos
Deixando-nos que o tempo leve os sonhos
E nos deixe com a realidade
Trocando o certo pelo incerto
E vendendo o que não tem preço
Com medo da escuridão da floresta
Sem saber que a luz está em nossos corações
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:29 27/05/2011
Verso a paisana
No era do instantâneo
Nasceu um verso a paisana
Querendo alertar
Que tudo que com pressa chega
Com pressa também se vai
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:22 27/05/2011
Nasceu um verso a paisana
Querendo alertar
Que tudo que com pressa chega
Com pressa também se vai
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:22 27/05/2011
Corpo Sol, alma Lua
Corpo Sol, alma Lua
Assim como as flores monoclinas
Levo em mim duas formas de ser
Sou a dicotomia em carne viva
Meu coração pulsa sem ver
Sou a chave de todo sentir
Pois sinto sem pensar
Sem seguir parâmetros
O meu parâmetro é o entregar
De todas as maneiras de amar
Vivo aquela sem razão de ser
Pois para libertar os sentidos
É preciso perder toda a razão
Eu nasci com o corpo virado para o sol
Mas com a alma virada para a lua
E levo no meu corpo masculino
A sensibilidade de uma mulher
Sou um filho de marte
Vivendo um sonho de vênus
Na terra dos pecados
Sou só mais um pecador
A minha maneira de amar
Não segue uma escolha
Pois desde pequeno
Já me sabia escolhido
Se não quiser me compreender
Deixe-me apenas seguir meu destino
E não me julgue pelo meu prazer
Pois aquilo que vale é meu caráter
Para saber as razões de assim ser
É preciso antes de qualquer coisa sentir
E só que nasce com isso dentro de si
È capaz de vivê-lo e senti-lo
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:13 23/05/2011
Assim como as flores monoclinas
Levo em mim duas formas de ser
Sou a dicotomia em carne viva
Meu coração pulsa sem ver
Sou a chave de todo sentir
Pois sinto sem pensar
Sem seguir parâmetros
O meu parâmetro é o entregar
De todas as maneiras de amar
Vivo aquela sem razão de ser
Pois para libertar os sentidos
É preciso perder toda a razão
Eu nasci com o corpo virado para o sol
Mas com a alma virada para a lua
E levo no meu corpo masculino
A sensibilidade de uma mulher
Sou um filho de marte
Vivendo um sonho de vênus
Na terra dos pecados
Sou só mais um pecador
A minha maneira de amar
Não segue uma escolha
Pois desde pequeno
Já me sabia escolhido
Se não quiser me compreender
Deixe-me apenas seguir meu destino
E não me julgue pelo meu prazer
Pois aquilo que vale é meu caráter
Para saber as razões de assim ser
É preciso antes de qualquer coisa sentir
E só que nasce com isso dentro de si
È capaz de vivê-lo e senti-lo
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:13 23/05/2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Dança das palavras
Dança das palavras
Eu enalteço as palavras soltas no ar
Elas estão a brincar junto ao anoitecer
Em sua dança elas estão a se converter
De solitárias formas de se expressar
Saem de seus casulos feito rimas
Borboletas que dançam ao amanhecer
Eu entrelaço as palavras sem pretender
No meio do meu adormecer elas se cruzam
Acasalam-se procurando se pertencer
Dormem seres isolados e sem vida
Amanhecem formas de vida nascidas
Da combinação de suas rimas escondidas
Ser poeta é como caçar borboletas
As palavras como elas estão a voar
Basta apenas você as permitir
Elas dançam na sua cabeça
Mostrando os caminhos
Para a melhor forma de se expressar
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:17 23/05/2011
Eu enalteço as palavras soltas no ar
Elas estão a brincar junto ao anoitecer
Em sua dança elas estão a se converter
De solitárias formas de se expressar
Saem de seus casulos feito rimas
Borboletas que dançam ao amanhecer
Eu entrelaço as palavras sem pretender
No meio do meu adormecer elas se cruzam
Acasalam-se procurando se pertencer
Dormem seres isolados e sem vida
Amanhecem formas de vida nascidas
Da combinação de suas rimas escondidas
Ser poeta é como caçar borboletas
As palavras como elas estão a voar
Basta apenas você as permitir
Elas dançam na sua cabeça
Mostrando os caminhos
Para a melhor forma de se expressar
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:17 23/05/2011
Poema para Daniela
Poema para Daniela
Sou alegre e espontânea
Sempre livre a voar
Apesar de ser do fervo
Fui muito bem criada
E levo minha cabeça no lugar
Sou divertida e serelepe
Sempre livre a brincar
Apesar da pá virada
Dê-me motivos para sonhar
Posso contigo me enamorar
Sou uma alma leve e solta
E com muita razão de ser
Muito prazer sou Daniela
Sei que a vida vale a pena
E vou sempre na janela
Pedro Junqueira Franco de Castro 21:41 22/05/2011
Sou alegre e espontânea
Sempre livre a voar
Apesar de ser do fervo
Fui muito bem criada
E levo minha cabeça no lugar
Sou divertida e serelepe
Sempre livre a brincar
Apesar da pá virada
Dê-me motivos para sonhar
Posso contigo me enamorar
Sou uma alma leve e solta
E com muita razão de ser
Muito prazer sou Daniela
Sei que a vida vale a pena
E vou sempre na janela
Pedro Junqueira Franco de Castro 21:41 22/05/2011
Poema de meu amor paterno
Poema de meu amor paterno
Ao lembrar minha infância
Lembro sempre desses olhos
Que me olhando com amor
Fez-me sentir um tesouro
Nas mãos de um sonhador
Hoje os olhos ainda me olham
Estão sempre a me seguir
Eu me sinto um egoísta
A negar uma caricia
De seu tato criador
Quando eu mais precisei
Sua mão você estendeu
E se teve que tirar o braço
Foi pra me mostrar o caminho
Da melhor maneira sem agredir
Peço desculpa se algum dia
Com respeito lhe faltei
É que a me ver no seu espelho
Via também os meus defeitos
E acabei me esquecendo
Do tesouro que de ti ganhei
Ele brilha feito ouro
Não tem peso nem valor
Cuida da casa com amor
De seu trabalho com louvor
Leva a vida com muito frescor
Essa é a imagem do meu pai
Que quero refletir aonde eu for
Pedro Junqueira Franco de Castro 20/05/2011 02:15
Ao lembrar minha infância
Lembro sempre desses olhos
Que me olhando com amor
Fez-me sentir um tesouro
Nas mãos de um sonhador
Hoje os olhos ainda me olham
Estão sempre a me seguir
Eu me sinto um egoísta
A negar uma caricia
De seu tato criador
Quando eu mais precisei
Sua mão você estendeu
E se teve que tirar o braço
Foi pra me mostrar o caminho
Da melhor maneira sem agredir
Peço desculpa se algum dia
Com respeito lhe faltei
É que a me ver no seu espelho
Via também os meus defeitos
E acabei me esquecendo
Do tesouro que de ti ganhei
Ele brilha feito ouro
Não tem peso nem valor
Cuida da casa com amor
De seu trabalho com louvor
Leva a vida com muito frescor
Essa é a imagem do meu pai
Que quero refletir aonde eu for
Pedro Junqueira Franco de Castro 20/05/2011 02:15
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O pecado e o perdão
O pecado e o perdão
Quem dera fosse eu só santo
Mas as tentações falam mais alto
E minha sanidade se cala
De santo passo ao louco
Fruto proibido da arvore de Eva
A culpa do cristão consome a paz
Faz-me anjo caído em plena terra
Destilando o sangue que é vida
Tento em vão retirar o pecado
Que contamina minha mente
E por mais que me ponha a rezar
Que eu clame aos céus por perdão
Implorando por intervenção divina
O meu lado humano fala mais alto
E como cego que não quer ver
Caio de novo nas armadilhas da carne
A verdade é que querendo ou não
Somos metade divino e metade profano
Metade dia de trabalho
Metade noite de pecado
Metade verdade
Metade mistério
Metade loucura
Metade sanidade
Somos por fim metade pecado
Mas outra metade perdão
Pedro Junqueira Franco de Castro 18/05/2011 23:39
Quem dera fosse eu só santo
Mas as tentações falam mais alto
E minha sanidade se cala
De santo passo ao louco
Fruto proibido da arvore de Eva
A culpa do cristão consome a paz
Faz-me anjo caído em plena terra
Destilando o sangue que é vida
Tento em vão retirar o pecado
Que contamina minha mente
E por mais que me ponha a rezar
Que eu clame aos céus por perdão
Implorando por intervenção divina
O meu lado humano fala mais alto
E como cego que não quer ver
Caio de novo nas armadilhas da carne
A verdade é que querendo ou não
Somos metade divino e metade profano
Metade dia de trabalho
Metade noite de pecado
Metade verdade
Metade mistério
Metade loucura
Metade sanidade
Somos por fim metade pecado
Mas outra metade perdão
Pedro Junqueira Franco de Castro 18/05/2011 23:39
domingo, 15 de maio de 2011
O ser humano por completo
O ser humano por completo
Eu admito os muito carnais
Que aproveitam de prazeres banais
Vivem de excitação ao esquecer
Que o cérebro foi feito pra pensar
O coração nasceu para sentir
Que além da carne somos alma
Eu compreendo os muitos sentimentais
Que acham que a vida é só sentir
Vivem de sofrimento ao não entender
Que a nossa criança sentimental
Gosta de brincar com nossa vida
Pregando peças no nosso coração
Eu respeito os muito racionais
Que querem estar sempre com a razão
Vivem de raciocinar sem perceber
Que lá fora existe um universo
Que só a liberdade dos sentidos pode dar
Sendo preciso esquecer um pouco o juízo
Eu admiro os muito espirituais
Que transcendem a vida terrena
Vivem sublimando sem notar
Que após a morte no infinito
Poderemos esquecer a matéria
E ser apenas a nossa energia
Mas devo confessar sem preconceito
Que prefiro os seres humanos completos
Que sentem quando tem que sentir
Pensam na hora que é preciso pensar
Rezam na hora que é de espiritualizar
Dormem quando o corpo precisa descansar
Sem criar barreiras para sua essência brilhar
Pedro Junqueira Franco de Castro 2:31 14/05/2011
Eu admito os muito carnais
Que aproveitam de prazeres banais
Vivem de excitação ao esquecer
Que o cérebro foi feito pra pensar
O coração nasceu para sentir
Que além da carne somos alma
Eu compreendo os muitos sentimentais
Que acham que a vida é só sentir
Vivem de sofrimento ao não entender
Que a nossa criança sentimental
Gosta de brincar com nossa vida
Pregando peças no nosso coração
Eu respeito os muito racionais
Que querem estar sempre com a razão
Vivem de raciocinar sem perceber
Que lá fora existe um universo
Que só a liberdade dos sentidos pode dar
Sendo preciso esquecer um pouco o juízo
Eu admiro os muito espirituais
Que transcendem a vida terrena
Vivem sublimando sem notar
Que após a morte no infinito
Poderemos esquecer a matéria
E ser apenas a nossa energia
Mas devo confessar sem preconceito
Que prefiro os seres humanos completos
Que sentem quando tem que sentir
Pensam na hora que é preciso pensar
Rezam na hora que é de espiritualizar
Dormem quando o corpo precisa descansar
Sem criar barreiras para sua essência brilhar
Pedro Junqueira Franco de Castro 2:31 14/05/2011
Poema para meu padrinho Joaquim
Poema para meu padrinho Joaquim
Eu sou espécie rara do sertão
Criado na linha dura, sem frescura
Aprendi a ser forte desde cedo
Na familia em que cresci
Não existe conversa mole
E a preguiça passa longe
Sou simples mas muito refinado
Gosto da escolha certa e conversa direta
Pois foi assim que fui criado
E ainda que tivesse outra opção
Tenho minha cabeça no lugar
E daqui ninguém me tira não
Apesar de ter conhecido muitos lugares
Volto sempre pra minha terra
Minha vida é contada nela
Foi ali que nasci e irei de morrer
Sou um dos poucos que seguiu a risca
O que uma boa educação oferece
Apesar de pouco ter ido a escola
Aprendi madrugando cedo
Trabalhando na terra
E bebendo com os amigos
A lição que uma vida bem vivida
É o melhor que o mundo pode oferecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:36 14/05/2011
Eu sou espécie rara do sertão
Criado na linha dura, sem frescura
Aprendi a ser forte desde cedo
Na familia em que cresci
Não existe conversa mole
E a preguiça passa longe
Sou simples mas muito refinado
Gosto da escolha certa e conversa direta
Pois foi assim que fui criado
E ainda que tivesse outra opção
Tenho minha cabeça no lugar
E daqui ninguém me tira não
Apesar de ter conhecido muitos lugares
Volto sempre pra minha terra
Minha vida é contada nela
Foi ali que nasci e irei de morrer
Sou um dos poucos que seguiu a risca
O que uma boa educação oferece
Apesar de pouco ter ido a escola
Aprendi madrugando cedo
Trabalhando na terra
E bebendo com os amigos
A lição que uma vida bem vivida
É o melhor que o mundo pode oferecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:36 14/05/2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Vivendo de saudades
Vivendo de saudades
Eu sou um iceberg em um mar de saudades
As pessoas e momentos passaram feito água
Levaram um pouco de mim e deixaram ausência
Se hoje tenho esse formato foi à vida que moldou
E se hoje a vida me leva feito mar
Ela deixa a certeza que está valendo a pena
Pois a saudade é um pouco da alma do outro
É o pedaço de nossas vidas que dividimos
A saudade é o amor que fica de quem parte
Eu não sei aonde colocar mais tanta saudade
Saudade que me leva para momentos passados
Saudades da infância na terra que me viu nascer
Saudades da cidade que por acaso eu fiz morada
Saudades dos colegas e professores da escola
Saudades da divertida cidade aonde me formei
Saudades da cozinha, da republica e dos amigos
São tantas saudades para um solitário peito
A vida vai me levando e me trazendo
Trilhas e caminhos
Destinos e acasos
Pessoas e momentos
O que me faz caminhar é a certeza
Que as coisas chegam e partem
Deixam saudades e levam saudades
E para mim que vivo de saudade
O presente é saudade daquilo que vou vivendo
E o futuro é a saudade daquilo que ainda não vivi
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:27 11/05/2011
Eu sou um iceberg em um mar de saudades
As pessoas e momentos passaram feito água
Levaram um pouco de mim e deixaram ausência
Se hoje tenho esse formato foi à vida que moldou
E se hoje a vida me leva feito mar
Ela deixa a certeza que está valendo a pena
Pois a saudade é um pouco da alma do outro
É o pedaço de nossas vidas que dividimos
A saudade é o amor que fica de quem parte
Eu não sei aonde colocar mais tanta saudade
Saudade que me leva para momentos passados
Saudades da infância na terra que me viu nascer
Saudades da cidade que por acaso eu fiz morada
Saudades dos colegas e professores da escola
Saudades da divertida cidade aonde me formei
Saudades da cozinha, da republica e dos amigos
São tantas saudades para um solitário peito
A vida vai me levando e me trazendo
Trilhas e caminhos
Destinos e acasos
Pessoas e momentos
O que me faz caminhar é a certeza
Que as coisas chegam e partem
Deixam saudades e levam saudades
E para mim que vivo de saudade
O presente é saudade daquilo que vou vivendo
E o futuro é a saudade daquilo que ainda não vivi
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:27 11/05/2011
Religião e fé
Religião e fé
O que a faz grande é a fé dos seus fiéis
E por mais que se tenha o maior templo
Se tiver fiéis sem fé será apenas crença
O que a faz rica são as suas virtudes
E por mais que ostentem seus símbolos
Sem as suas virtudes será apenas dogma
O que a faz forte é a união de seu povo
E por mais que se construam muralhas
É preciso pontes para que se possa unir
O que a faz bela é a historia de seus santos
E por mais que esses sejam loiros ou pardos
É preciso servir com paixão para ser lição
O que a faz universal é a compaixão
E por mais que cada um tem seu chão
É preciso encontra-lo no próximo
O que a faz ética é a ressureição de seu valor
E por mais que tantas vezes tenha errado
Por ser humana também deve ser perdoada
O que a faz sobrenatural é a alma
E por mais que se cultuem divindades
É na espiritualidade que está à salvação
Pedro Junqueira Franco de Castro 21:50 11/05/2011
O que a faz grande é a fé dos seus fiéis
E por mais que se tenha o maior templo
Se tiver fiéis sem fé será apenas crença
O que a faz rica são as suas virtudes
E por mais que ostentem seus símbolos
Sem as suas virtudes será apenas dogma
O que a faz forte é a união de seu povo
E por mais que se construam muralhas
É preciso pontes para que se possa unir
O que a faz bela é a historia de seus santos
E por mais que esses sejam loiros ou pardos
É preciso servir com paixão para ser lição
O que a faz universal é a compaixão
E por mais que cada um tem seu chão
É preciso encontra-lo no próximo
O que a faz ética é a ressureição de seu valor
E por mais que tantas vezes tenha errado
Por ser humana também deve ser perdoada
O que a faz sobrenatural é a alma
E por mais que se cultuem divindades
É na espiritualidade que está à salvação
Pedro Junqueira Franco de Castro 21:50 11/05/2011
Little by Little, Piece by Piece
Little by Little, Piece by Piece
When you have gone from my life
One throbbing pain is has start
And you have drunk my life
Little by Little
But I am not dead
Because my soul is very strong
You have opened a role in my heart
Then you filled with loneliness
You had my heart in your hand
And dropped it on the floor
Piece by Piece
But I have not lost hope
Because as good as new before
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:43 09/05/2011
When you have gone from my life
One throbbing pain is has start
And you have drunk my life
Little by Little
But I am not dead
Because my soul is very strong
You have opened a role in my heart
Then you filled with loneliness
You had my heart in your hand
And dropped it on the floor
Piece by Piece
But I have not lost hope
Because as good as new before
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:43 09/05/2011
Calando o capital
Calando o capital
Oh grande maquina de necessidades
Por que não se calas?
Não vê o grande mal que fazes ao homem
Criando necessidades desnecessárias
E vontades sem carência
Procuras sem razão de ser
Você não precisa de muito
Não precisa de grandes novidades
Não precisa de mais espaço
Não precisa de uma nova verdade
Muito menos de um novo mundo
Olhe com os olhos de sua criança
E verás que tudo que você precisa
Cabe em uma mão
Cabe em uma lagrima
Cabe em um sorriso
Cabe em um toque
Cabe numa gota do mar
Ou em seu grão de areia
Basta você abrir seu coração
E então sentir
Ele te dará o essencial para ser
E enfim será o que és
E não mais o que pensas
Acendendo a chama do saber
Calando a voz do grande capital
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:33 09/05/2011
Oh grande maquina de necessidades
Por que não se calas?
Não vê o grande mal que fazes ao homem
Criando necessidades desnecessárias
E vontades sem carência
Procuras sem razão de ser
Você não precisa de muito
Não precisa de grandes novidades
Não precisa de mais espaço
Não precisa de uma nova verdade
Muito menos de um novo mundo
Olhe com os olhos de sua criança
E verás que tudo que você precisa
Cabe em uma mão
Cabe em uma lagrima
Cabe em um sorriso
Cabe em um toque
Cabe numa gota do mar
Ou em seu grão de areia
Basta você abrir seu coração
E então sentir
Ele te dará o essencial para ser
E enfim será o que és
E não mais o que pensas
Acendendo a chama do saber
Calando a voz do grande capital
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:33 09/05/2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Poema do coração cansado
Poema do coração cansado
Se não for me fazer sentir borboletas
Por favor, não bata na minha porta
Meu coração já está cansado de desilusão
Já tem muito vazio no meu peito de poeta
Se for só mais uma diversão de verão
Por favor, não venha florir no meu jardim
Meu coração já está cansado de ser sugado
Já tem muitos pedaços de meu peito espelhados
Se não for para valer a pena
Por favor, não me cative
Minha alma é muito grande
E carece de pena para ser
Se for só por um instante
Não me ponha em sua estante
Meu tesouro não é troféu
Pra passar de mão em mão
Se não for verdadeiro
Não me dê um beijo
O beijo partido fere
Como punhal alado
Mas se for eterno enquanto dure
Então me convide para voar
Eu gosto de sentir o sabor do céu
Brincando de deus com um beijo seu
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:17 08/05/2011
Se não for me fazer sentir borboletas
Por favor, não bata na minha porta
Meu coração já está cansado de desilusão
Já tem muito vazio no meu peito de poeta
Se for só mais uma diversão de verão
Por favor, não venha florir no meu jardim
Meu coração já está cansado de ser sugado
Já tem muitos pedaços de meu peito espelhados
Se não for para valer a pena
Por favor, não me cative
Minha alma é muito grande
E carece de pena para ser
Se for só por um instante
Não me ponha em sua estante
Meu tesouro não é troféu
Pra passar de mão em mão
Se não for verdadeiro
Não me dê um beijo
O beijo partido fere
Como punhal alado
Mas se for eterno enquanto dure
Então me convide para voar
Eu gosto de sentir o sabor do céu
Brincando de deus com um beijo seu
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:17 08/05/2011
Homenagem às mães do mundo
Homenagem às mães do mundo
A confirmação de sua existência
Deu-se pela dor dessa mulher
Foi com ela que por messes
Você viveu a experiência do amor
Até hoje vive na vida que lhe concedeu
Quando o filho sai, ela sai junto
Quando o filho sofre, ela se põe a sofrer
O seu coração está com ele aonde for
E só as mães são felizes
Pois só elas sabem o que é sentir por dois seres
E a maior dor do homem
É saber que ele pode ter o mundo
Pode saber e sentir de tudo
Mas nunca vai saber o que é ser mãe
Seu único medo é que as sementes
Que no mundo ela colocou
Não lhe deem frutos
Não se desabrochem numa flor
Com a força de um leão
E a leveza de uma flor
Ela cumpre seu papel
Com dedicação e amor
Dentre todas as causas do mundo
A sua é a mais legitima
Dentre todas as missões
A sua é a mais digna
Dentre todos os amores
O seu é o melhor
Te amo Mãe!
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:15 08/05/2011
A confirmação de sua existência
Deu-se pela dor dessa mulher
Foi com ela que por messes
Você viveu a experiência do amor
Até hoje vive na vida que lhe concedeu
Quando o filho sai, ela sai junto
Quando o filho sofre, ela se põe a sofrer
O seu coração está com ele aonde for
E só as mães são felizes
Pois só elas sabem o que é sentir por dois seres
E a maior dor do homem
É saber que ele pode ter o mundo
Pode saber e sentir de tudo
Mas nunca vai saber o que é ser mãe
Seu único medo é que as sementes
Que no mundo ela colocou
Não lhe deem frutos
Não se desabrochem numa flor
Com a força de um leão
E a leveza de uma flor
Ela cumpre seu papel
Com dedicação e amor
Dentre todas as causas do mundo
A sua é a mais legitima
Dentre todas as missões
A sua é a mais digna
Dentre todos os amores
O seu é o melhor
Te amo Mãe!
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:15 08/05/2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Poema para minha doce avó Norma Terezinha
Poema para minha doce avó Norma Terezinha
Minha doce avó se foi
E meu deixou sua linda poesia
Poesia infantil, mas intensa
Intensa como ela mesma era
Um vulcão sempre a beira de erupção
Ou uma longa e fria madrugada escura
Era metade rainha
E metade lucidez
Era metade fera
E metade bela
Era metade Norma
E metade Terezinha
Sua razão era seu amor
E por sorte encontrou meu avô
Sendo muito sábio e calmo
Só ele podia acalmar
A fera que dentro dela
Sempre queria gritar
Foi com essa intensidade
Que sua família ela criou
Foram três doces meninas
Que trouxeram calmaria
Para um mar de aflições
Em seu turbulento coração
Trazia em sua poesia
Uma lembrança de menina
De sua infância ainda que sofrida
Ela não podia se esquecer
Pois trazia em seu coração
Cada um de seus irmãos
Foram tantas perdas durante a vida
Que com o apego ela passou a conviver
Mas a vida é cruel e sua riqueza roubou
E junto um pouco de sua alegria de viver
Ela então se viu como fera ferida
E em seu mundo se fechou
Quando a esperança já estava ferida
A vida mais uma peça pregou-lhe
Levou o que restava de sua alegria
Com o fim da vida de meu avô
Ela pôs-se a esperar na janela
A morte para também levá-la
Agora o que restava a seus olhos claros
Era esperar o encontro com seu amado
Em quanto isso ela se distraia
Com a alegria de seus netos e filhas
E com as canções do rei das paixões
Que lembrava seu tempo de rainha
Hoje os dois continuam a dança
Em algum lugar do céu
Como todo amor eterno
Os dois amantes se amam
Embalados pela valsa
De um sonho de mulher
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:41 02/05/2011
Minha doce avó se foi
E meu deixou sua linda poesia
Poesia infantil, mas intensa
Intensa como ela mesma era
Um vulcão sempre a beira de erupção
Ou uma longa e fria madrugada escura
Era metade rainha
E metade lucidez
Era metade fera
E metade bela
Era metade Norma
E metade Terezinha
Sua razão era seu amor
E por sorte encontrou meu avô
Sendo muito sábio e calmo
Só ele podia acalmar
A fera que dentro dela
Sempre queria gritar
Foi com essa intensidade
Que sua família ela criou
Foram três doces meninas
Que trouxeram calmaria
Para um mar de aflições
Em seu turbulento coração
Trazia em sua poesia
Uma lembrança de menina
De sua infância ainda que sofrida
Ela não podia se esquecer
Pois trazia em seu coração
Cada um de seus irmãos
Foram tantas perdas durante a vida
Que com o apego ela passou a conviver
Mas a vida é cruel e sua riqueza roubou
E junto um pouco de sua alegria de viver
Ela então se viu como fera ferida
E em seu mundo se fechou
Quando a esperança já estava ferida
A vida mais uma peça pregou-lhe
Levou o que restava de sua alegria
Com o fim da vida de meu avô
Ela pôs-se a esperar na janela
A morte para também levá-la
Agora o que restava a seus olhos claros
Era esperar o encontro com seu amado
Em quanto isso ela se distraia
Com a alegria de seus netos e filhas
E com as canções do rei das paixões
Que lembrava seu tempo de rainha
Hoje os dois continuam a dança
Em algum lugar do céu
Como todo amor eterno
Os dois amantes se amam
Embalados pela valsa
De um sonho de mulher
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:41 02/05/2011
Poema de primeiro de maio
Poema de primeiro de maio
Primeiro de maio
O domingo do trabalho
Que ironia
Será que irá despertar a Irã dos deuses?
Afinal todo domingo é sagrado!
Explica-me como pode acontecer
O dia da preguiça
Virar de repente o dia do trabalho
Talvez para quem vive de preguiça
Viver seja o seu maior trabalho
Na terra de Macunaíma
Dá-se sempre um jeitinho
De os dias virarem domingos
Criando feriados para todo santo
Só de pensar no dia do trabalho
Deu-me até preguiça de escrever
E seu poema só foi nascer
No segundo dia de maio
Numa segunda de trabalho
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:07 02/05/2011
Primeiro de maio
O domingo do trabalho
Que ironia
Será que irá despertar a Irã dos deuses?
Afinal todo domingo é sagrado!
Explica-me como pode acontecer
O dia da preguiça
Virar de repente o dia do trabalho
Talvez para quem vive de preguiça
Viver seja o seu maior trabalho
Na terra de Macunaíma
Dá-se sempre um jeitinho
De os dias virarem domingos
Criando feriados para todo santo
Só de pensar no dia do trabalho
Deu-me até preguiça de escrever
E seu poema só foi nascer
No segundo dia de maio
Numa segunda de trabalho
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:07 02/05/2011
Epitáfio para Osama
Epitáfio para Osama
Espero que a morte do grande cabeça
Represente o fim de tudo o que representa
Que seja o nascimento de mais uma esperança
E não o surgimento de mais uma vingança
Que leve com ele todo fanatismo
Toda sua visão conturbada da religião
Que leve com ele todo o ódio
Toda sua ideologia de terror
Que leve enfim a guerra
E posso nos trazer a paz
Agora então com o inimigo morto
Os vencedores voltem para casa
E deixe em paz quem restou
Que não seja plantada de novo
A pequena semente da humilhação
E que represente uma trégua
Não o inicio de um novo ciclo
Que os olhos e dentes que se confrontavam
Agora deem as mãos e caminhem juntos
Eu prefiro ser otimista e acreditar
Mesmo a historia querendo me mostrar
Que toda derrota deixa sementes de revanche
Reguemos então essas sementes com o amor
E veremos brotar a bela árvore do perdão
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:46 02/05/2011
Espero que a morte do grande cabeça
Represente o fim de tudo o que representa
Que seja o nascimento de mais uma esperança
E não o surgimento de mais uma vingança
Que leve com ele todo fanatismo
Toda sua visão conturbada da religião
Que leve com ele todo o ódio
Toda sua ideologia de terror
Que leve enfim a guerra
E posso nos trazer a paz
Agora então com o inimigo morto
Os vencedores voltem para casa
E deixe em paz quem restou
Que não seja plantada de novo
A pequena semente da humilhação
E que represente uma trégua
Não o inicio de um novo ciclo
Que os olhos e dentes que se confrontavam
Agora deem as mãos e caminhem juntos
Eu prefiro ser otimista e acreditar
Mesmo a historia querendo me mostrar
Que toda derrota deixa sementes de revanche
Reguemos então essas sementes com o amor
E veremos brotar a bela árvore do perdão
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:46 02/05/2011
domingo, 1 de maio de 2011
Ou vou-me ou fico
Ou vou-me ou fico
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me perco
Não da mais pra não ser desse mundo
Todo alienígena carece de encontrar sua nave
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me encontro
Não consigo me achar nesse mundo
Todo terráqueo carece de encontrar sua terra
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me aceito
Não existe saída além da morte
Todo ser humano carece ter uma fuga
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me adapto
Não existe adaptação sem aceitação
Todo espelho carece de uma face para refletir
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me conquisto
Não existe conquista sem batalha
Todo ato de luta carece rebeldia de padrões
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me esqueço
Não há existência no esquecimento
Todo existência carece de uma memória
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me envolvo
Não existe sentido nessa época
Todo sentido carece de razão de ser
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me entrego
Não há entrega sem a perda
Toda entrega carece de uma doação
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me liberto
Não há liberdade sem expressão
Toda liberdade carece de espaço para acontecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 6:28 01/05/2011
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me perco
Não da mais pra não ser desse mundo
Todo alienígena carece de encontrar sua nave
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me encontro
Não consigo me achar nesse mundo
Todo terráqueo carece de encontrar sua terra
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me aceito
Não existe saída além da morte
Todo ser humano carece ter uma fuga
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me adapto
Não existe adaptação sem aceitação
Todo espelho carece de uma face para refletir
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me conquisto
Não existe conquista sem batalha
Todo ato de luta carece rebeldia de padrões
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me esqueço
Não há existência no esquecimento
Todo existência carece de uma memória
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me envolvo
Não existe sentido nessa época
Todo sentido carece de razão de ser
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me entrego
Não há entrega sem a perda
Toda entrega carece de uma doação
Ou vou-me embora
Ou fico aqui e me liberto
Não há liberdade sem expressão
Toda liberdade carece de espaço para acontecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 6:28 01/05/2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Poema para Vem que tem
Meu voo é Rasante
E eu só preciso de um instante
Para em seu coração entrar
Não se afobe Marina
Que um dia seu poema vai nascer
Assim como a flor que em ti quer florescer
E na busca de uma Ana
Encontrei Luciana e sua flor de lis
Que é o meu samba em toda estação
Levo os pés no chão
E trago em meu fiel coração
Uma certeza de Julia ser
Cheguei por ultimo nesse poema
E se não for muito pedir
Eu não Desisto de ficar aqui
Juntas somos a vem
Quem não tem quer ter
Quem já veio sempre vem
Por isso vem que tem
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:29 29/04/2011
Meu voo é Rasante
E eu só preciso de um instante
Para em seu coração entrar
Não se afobe Marina
Que um dia seu poema vai nascer
Assim como a flor que em ti quer florescer
E na busca de uma Ana
Encontrei Luciana e sua flor de lis
Que é o meu samba em toda estação
Levo os pés no chão
E trago em meu fiel coração
Uma certeza de Julia ser
Cheguei por ultimo nesse poema
E se não for muito pedir
Eu não Desisto de ficar aqui
Juntas somos a vem
Quem não tem quer ter
Quem já veio sempre vem
Por isso vem que tem
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:29 29/04/2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Enfim... paz
Enfim... paz
Porque essa ambição pelo supérfluo?
Se daqui não levaras nada além da vida
E a vida só se é levada por aqui
Ou talvez pensas que levara o teu ouro no cachão?
O ouro assim como sua carne é da terra e aqui fica
O que era pó volta a ser pó e sua alma se vai
E por mais que quiseras ter tudo, você foi um só.
Foram tantas lutas inúteis pela conquista do poder
Lutas mesquinhas que juntas não valem por uma só
A guerra de uma nação que se julgou superior
A segregação de um regime que quis reinar
A força militar querendo a voz de um povo calar
A corte que se diz soberana tomando o poder
A crueldade de um sistema injusto e desigual
A força bruta tantas vezes nós prendeu em nós mesmos
Porque esse orgulho em seu olhar?
Se a única vitória do homem é a vida
E a vida só é vivida pela paz
Ou deveras pensa que o seu sistema que te criou?
Quem criou seu sistema foi sua gente
E só essa gente que pode lhe recriar
Por mais que seja um só, tens a voz.
Foram tantas vozes que mesmo sozinhas venceram
Vozes que cantando se uniram no coral da vida
A voz como instrumento da paz venceu a prisão
A flor como símbolo do amor parou o tanque
A força da verdade trouxe a independência da nação
A compaixão pelas mãos de santa serviu ao mundo
A insistência pela luta trouxe ao povo igualdade
A poesia tantas vezes nós libertou de nós mesmos
Qual será o mistério da raça humana?
O que nos curara de nós mesmos?
Qual o segredo daquilo que não tem segredo?
Em qual jardim nos encontraremos enfim?
Como se fará a força da união?
Onde está o sentindo daquilo que não tem sentido?
Quantas perguntas ainda terão que ser feitas?
Quantas batalhas em vão?
São tantas perguntas e só uma resposta
Mas que para tantas perguntas...
Exige diferentes maneiras de ser dita:
Absentia Belli
Peace
Ashte
Paco
Shalom
Salaam
Irini
Shanty
Selam vrede
Rahu
Heiwa
Hetep
Sulh
Ukuthula
Miers
Emirembe
Fred
Sula
Pokoj
Pake
Paix
Paci
Pace
Pacem
Enfim...
Paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:02 28/04/2011
Porque essa ambição pelo supérfluo?
Se daqui não levaras nada além da vida
E a vida só se é levada por aqui
Ou talvez pensas que levara o teu ouro no cachão?
O ouro assim como sua carne é da terra e aqui fica
O que era pó volta a ser pó e sua alma se vai
E por mais que quiseras ter tudo, você foi um só.
Foram tantas lutas inúteis pela conquista do poder
Lutas mesquinhas que juntas não valem por uma só
A guerra de uma nação que se julgou superior
A segregação de um regime que quis reinar
A força militar querendo a voz de um povo calar
A corte que se diz soberana tomando o poder
A crueldade de um sistema injusto e desigual
A força bruta tantas vezes nós prendeu em nós mesmos
Porque esse orgulho em seu olhar?
Se a única vitória do homem é a vida
E a vida só é vivida pela paz
Ou deveras pensa que o seu sistema que te criou?
Quem criou seu sistema foi sua gente
E só essa gente que pode lhe recriar
Por mais que seja um só, tens a voz.
Foram tantas vozes que mesmo sozinhas venceram
Vozes que cantando se uniram no coral da vida
A voz como instrumento da paz venceu a prisão
A flor como símbolo do amor parou o tanque
A força da verdade trouxe a independência da nação
A compaixão pelas mãos de santa serviu ao mundo
A insistência pela luta trouxe ao povo igualdade
A poesia tantas vezes nós libertou de nós mesmos
Qual será o mistério da raça humana?
O que nos curara de nós mesmos?
Qual o segredo daquilo que não tem segredo?
Em qual jardim nos encontraremos enfim?
Como se fará a força da união?
Onde está o sentindo daquilo que não tem sentido?
Quantas perguntas ainda terão que ser feitas?
Quantas batalhas em vão?
São tantas perguntas e só uma resposta
Mas que para tantas perguntas...
Exige diferentes maneiras de ser dita:
Absentia Belli
Peace
Ashte
Paco
Shalom
Salaam
Irini
Shanty
Selam vrede
Rahu
Heiwa
Hetep
Sulh
Ukuthula
Miers
Emirembe
Fred
Sula
Pokoj
Pake
Paix
Paci
Pace
Pacem
Enfim...
Paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:02 28/04/2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O amor às avessas, vulgo carência.
O amor às avessas, vulgo carência.
Foi melhor ter ficado com sua presença suave
A ter deixado essa loucura criar raízes
É certo que da suavidade se faria a aspereza
Do amor cantado se fariam cantigas de maldizer
Da admiração se faria o ciúme doentio
E da tarde azul uma madrugada escura e densa
Te deixei partir sem me levar de mim
Da nossa mistura de corpos e almas
A cada um coube sua parte de volta
Se por mais tempo quiséssemos ficar
Na certa das partes se fariam um todo
Talvez doentio por querer se pertencer
Se déssemos asas a esse sentimento as avessas
Veríamos um pássaro desesperado por voar
Preso às palavras de quem lhe prometeu o sopro
Iriamos ver o profano brotando do divino
Como se o mundo quisesse tomar os céus
Com a promessa de que teria algo melhor a doar
Não foi amargo o sabor da despedida
Uma paixão de tal tamanho acabaria em guerra
No final iriamos preferir as palavras que sangram
O tempo iria levar as leves verdades de areia
O fogo iria queimar toda nossa insanidade
Sobrariam só as cinzas de dois corpos carentes
Pedro Junqueira Franco de Castro 26/04/2011 4:50
Foi melhor ter ficado com sua presença suave
A ter deixado essa loucura criar raízes
É certo que da suavidade se faria a aspereza
Do amor cantado se fariam cantigas de maldizer
Da admiração se faria o ciúme doentio
E da tarde azul uma madrugada escura e densa
Te deixei partir sem me levar de mim
Da nossa mistura de corpos e almas
A cada um coube sua parte de volta
Se por mais tempo quiséssemos ficar
Na certa das partes se fariam um todo
Talvez doentio por querer se pertencer
Se déssemos asas a esse sentimento as avessas
Veríamos um pássaro desesperado por voar
Preso às palavras de quem lhe prometeu o sopro
Iriamos ver o profano brotando do divino
Como se o mundo quisesse tomar os céus
Com a promessa de que teria algo melhor a doar
Não foi amargo o sabor da despedida
Uma paixão de tal tamanho acabaria em guerra
No final iriamos preferir as palavras que sangram
O tempo iria levar as leves verdades de areia
O fogo iria queimar toda nossa insanidade
Sobrariam só as cinzas de dois corpos carentes
Pedro Junqueira Franco de Castro 26/04/2011 4:50
Lamento de um rio
Lamento de um rio
As margens do meu leito
Hoje nascem marginais
Carros me perseguem
Gente por todos os lados
É a cidade que eu acolhi
Querendo me marginalizar
Na água do meu córrego
Hoje jorra o regurgito
Do meu leite materno
Eu recebo o rejeito
E da cidade que fiz vida
Recebo o fluido da morte
Ao meu redor já fui mata
Meu corredor já foi de vida
Hoje é terra de ninguém
Isso por ser de todo mundo
Na sociedade sem coletivo
Fico carecendo ser um bem
Eu não sou de fazer guerra
Mas cuidado com meu curso
Tenho destino à foz certeiro
Se tiveres no meu caminho
Não respondo por meus atos
Arrasto-te junto a meu fluxo
Meu lamento é sertanejo
Minha nascente é no sertão
Se olhar bem a montante
Verás mais um sitiante
Que chorando aos céus
Me quer de novo exuberante
Hoje eu choro minha saudade
De tudo eu um dia eu já fui
Era rumo, alimento e prazer
O meu sonho é voltar a ser
Se a cidade me acolher serei
A alma que tanto carece ter
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:26 27/04/2011
As margens do meu leito
Hoje nascem marginais
Carros me perseguem
Gente por todos os lados
É a cidade que eu acolhi
Querendo me marginalizar
Na água do meu córrego
Hoje jorra o regurgito
Do meu leite materno
Eu recebo o rejeito
E da cidade que fiz vida
Recebo o fluido da morte
Ao meu redor já fui mata
Meu corredor já foi de vida
Hoje é terra de ninguém
Isso por ser de todo mundo
Na sociedade sem coletivo
Fico carecendo ser um bem
Eu não sou de fazer guerra
Mas cuidado com meu curso
Tenho destino à foz certeiro
Se tiveres no meu caminho
Não respondo por meus atos
Arrasto-te junto a meu fluxo
Meu lamento é sertanejo
Minha nascente é no sertão
Se olhar bem a montante
Verás mais um sitiante
Que chorando aos céus
Me quer de novo exuberante
Hoje eu choro minha saudade
De tudo eu um dia eu já fui
Era rumo, alimento e prazer
O meu sonho é voltar a ser
Se a cidade me acolher serei
A alma que tanto carece ter
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:26 27/04/2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Poema do mistério de amar
Poema do mistério de amar
Misterioso mistério de amar
Como é doce a angustia
De esperar a resposta
Que vem do seu olhar
Você passa todo dia
Sem ao menos me notar
Olhando no fundo dos olhos
Parece que você esconde
Algo que em mim quer nascer
São dois misteriosos olhos
Que estão a me enganar
Não me apaixonei por você
Pela sua pele branca e pálida
Pelos seus pelos morenos claros
Pelo e pele são detalhes vulgares
Fui atraído pelo clima de mistério
Que insiste entre nós ficar
Vem do seu jeito de falar
Eu nem sei de onde vem
Deve vir de dentro
Ou talvez de fora
Eu sei que o que vem
Parece querer me levar
Ou me deixar ao seu lado
Não importa se é de você
Ou se é meu inconsciente
Querendo comigo brincar
O que sei é que seu amor
É veneno que mata lentamente
Mistério que consome à noite
Distancia que quer se encurtar
Na verdade você é um vampiro
Suga-me todo sentido de realidade
Deixa-me insana sem poder saber
Se as nossas mãos sobre o sofá
Estão distantes porque Quimera
Quisera que assim fosse ficar
Ou se por capricho de Íris
Os deuses queriam só brincar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:21 26/04/2011
Misterioso mistério de amar
Como é doce a angustia
De esperar a resposta
Que vem do seu olhar
Você passa todo dia
Sem ao menos me notar
Olhando no fundo dos olhos
Parece que você esconde
Algo que em mim quer nascer
São dois misteriosos olhos
Que estão a me enganar
Não me apaixonei por você
Pela sua pele branca e pálida
Pelos seus pelos morenos claros
Pelo e pele são detalhes vulgares
Fui atraído pelo clima de mistério
Que insiste entre nós ficar
Vem do seu jeito de falar
Eu nem sei de onde vem
Deve vir de dentro
Ou talvez de fora
Eu sei que o que vem
Parece querer me levar
Ou me deixar ao seu lado
Não importa se é de você
Ou se é meu inconsciente
Querendo comigo brincar
O que sei é que seu amor
É veneno que mata lentamente
Mistério que consome à noite
Distancia que quer se encurtar
Na verdade você é um vampiro
Suga-me todo sentido de realidade
Deixa-me insana sem poder saber
Se as nossas mãos sobre o sofá
Estão distantes porque Quimera
Quisera que assim fosse ficar
Ou se por capricho de Íris
Os deuses queriam só brincar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:21 26/04/2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Poema do tédio
Poema do tédio
Vão passando as horas
Não há o que se fazer
Ligo a televisão
E nada pra se ver
Mais uma tarde vazia
Chego a contar os minutos
Uma ação a procurar
Saio no portão
Sem almas para conversar
Mais uma rua seminua
Os segundos se arrastam
Parecem querer se congelar
Escuto um trovão
Ao menos se chover
Encontrarei uma razão de aqui ficar
Já estou a observar milésimos
E eles parecem querer ficar
Deito no colchão
Começo a me remoer
A preguiça quer me dominar
Cobino-te com o ópio
E então acontece o obvio
Um tédio sem remédio
Se te transformo em poesia
A criatividade te faz o ócio
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:24 21/04/2011
Vão passando as horas
Não há o que se fazer
Ligo a televisão
E nada pra se ver
Mais uma tarde vazia
Chego a contar os minutos
Uma ação a procurar
Saio no portão
Sem almas para conversar
Mais uma rua seminua
Os segundos se arrastam
Parecem querer se congelar
Escuto um trovão
Ao menos se chover
Encontrarei uma razão de aqui ficar
Já estou a observar milésimos
E eles parecem querer ficar
Deito no colchão
Começo a me remoer
A preguiça quer me dominar
Cobino-te com o ópio
E então acontece o obvio
Um tédio sem remédio
Se te transformo em poesia
A criatividade te faz o ócio
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:24 21/04/2011
Poema para amiga Luísa
Poema para amiga Luísa
Como a deusa Palas Atena
Sou prática, racional e sincera
Na Luta pelos meus ideais
Minha justiça é implacável
Minha beleza vem de Afrodite
E se você souber me encantar
Posso muito bem te conquistar
E serei sua Vênus ao me deitar
Ao contrario da Luísa de Eça
Sou uma mulher sensata
E por traz desse bom senso
Escondo uma jovem apaixonada
Sou uma mulher de muitas razões
Não por isso vivo sem emoções
E me dê uma boa razão
Que a você posso me entregar
Fui cantada por Chico e Tom
Sou inspiração de muito amor
E embaixo da minha neve mora
Os meus sete mil amores
Pedro Junqueira Franco de Castro 18:38 20/04/2011
Como a deusa Palas Atena
Sou prática, racional e sincera
Na Luta pelos meus ideais
Minha justiça é implacável
Minha beleza vem de Afrodite
E se você souber me encantar
Posso muito bem te conquistar
E serei sua Vênus ao me deitar
Ao contrario da Luísa de Eça
Sou uma mulher sensata
E por traz desse bom senso
Escondo uma jovem apaixonada
Sou uma mulher de muitas razões
Não por isso vivo sem emoções
E me dê uma boa razão
Que a você posso me entregar
Fui cantada por Chico e Tom
Sou inspiração de muito amor
E embaixo da minha neve mora
Os meus sete mil amores
Pedro Junqueira Franco de Castro 18:38 20/04/2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Poema do índio
Poema do índio
Eu sou o pedaço dessa terra
O pedaço que dela fez mãe
No meu canto e minha dança
Eu estou a lhe adorar
Vivo com ela em harmonia
Na verdade meu respeito
Nasce da minha admiração
De sua beleza, seu canto
Não preciso lhe cobrar
Nem preciso muito fazer
Basta eu te comtemplar
E tudo você está a me dar
Nasci no coração da mata
Com você aprendi o amor
Sua água minha sede saciou
Sua terra me alimentou
Seu ar me deu o sopro da vida
No seu fogo minha alma queimou
Como um bom filho
Sua lição eu aprendi
Minha ciência e crença
Aqui estão para lhe proteger
Levo no meu olhar
O espelho de sua alma
Levo na minha voz
A alegria do seu canto
Levo no meu tato
O seu toque de mãe
Levo na pele
O seu odor
Levo em mim
O seu sabor
Sou o homem da floresta
Guardião da natureza
Meu tesouro é minha lição
O meu ouro não levaram
Sou a raiz de toda a nação
Por ser da terra
Ela minha também é
Minha e mais de quem
Souber lhe amar
Muitos são os homens
Que quiserem me furtar de ti
Chegaram impondo sonhos
Trouxeram-nos até a morte
Prometeram um novo mundo
Mas pra que irei de querer?
Seu coração é meu mundo
E de onde eu vim
Todo dia é dia de índio
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:42 19/04/2011
Eu sou o pedaço dessa terra
O pedaço que dela fez mãe
No meu canto e minha dança
Eu estou a lhe adorar
Vivo com ela em harmonia
Na verdade meu respeito
Nasce da minha admiração
De sua beleza, seu canto
Não preciso lhe cobrar
Nem preciso muito fazer
Basta eu te comtemplar
E tudo você está a me dar
Nasci no coração da mata
Com você aprendi o amor
Sua água minha sede saciou
Sua terra me alimentou
Seu ar me deu o sopro da vida
No seu fogo minha alma queimou
Como um bom filho
Sua lição eu aprendi
Minha ciência e crença
Aqui estão para lhe proteger
Levo no meu olhar
O espelho de sua alma
Levo na minha voz
A alegria do seu canto
Levo no meu tato
O seu toque de mãe
Levo na pele
O seu odor
Levo em mim
O seu sabor
Sou o homem da floresta
Guardião da natureza
Meu tesouro é minha lição
O meu ouro não levaram
Sou a raiz de toda a nação
Por ser da terra
Ela minha também é
Minha e mais de quem
Souber lhe amar
Muitos são os homens
Que quiserem me furtar de ti
Chegaram impondo sonhos
Trouxeram-nos até a morte
Prometeram um novo mundo
Mas pra que irei de querer?
Seu coração é meu mundo
E de onde eu vim
Todo dia é dia de índio
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:42 19/04/2011
Poema de saudades do avô
Poema de saudades do avô
São sete anos de saudades
Suas lembranças me invadem
Hoje sua ausência se faz presença
No amor que você me deixou
Sua presença trazia paz
A sabedoria segurança
Foi sempre o meu porto
Meu exemplo de amor
Sua busca era imensa
A felicidade era o fim
Foi de avô a lavrador
Era um grande sonhador
Sua alma era inocente
A bondade sem tamanho
Tudo o que conquistava
Para o mundo queria doar
Sua luta valeu a pena
Pena ter chegado ao fim
Trocou tudo o que tinha
Por seu caráter e o amor
De herança financeira nada deixou
Mas o que carrego hoje comigo
Nenhum dinheiro pode comprar
É o meu maior tesouro
E ninguém me pode roubar
Quem deixou foi o meu avô
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:07 18/04/2011
São sete anos de saudades
Suas lembranças me invadem
Hoje sua ausência se faz presença
No amor que você me deixou
Sua presença trazia paz
A sabedoria segurança
Foi sempre o meu porto
Meu exemplo de amor
Sua busca era imensa
A felicidade era o fim
Foi de avô a lavrador
Era um grande sonhador
Sua alma era inocente
A bondade sem tamanho
Tudo o que conquistava
Para o mundo queria doar
Sua luta valeu a pena
Pena ter chegado ao fim
Trocou tudo o que tinha
Por seu caráter e o amor
De herança financeira nada deixou
Mas o que carrego hoje comigo
Nenhum dinheiro pode comprar
É o meu maior tesouro
E ninguém me pode roubar
Quem deixou foi o meu avô
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:07 18/04/2011
domingo, 17 de abril de 2011
Poema para minha terra Barretos
Poema para minha terra Barretos
Ao lembrar-se de minha terra
Que por destino eu parti
Lembro sempre da janela
De onde eu via tudo ali
O cheiro era de poeira
A calçada todo amarela
Pelas flores do Ipê
Foi um dia um sertão
Hoje em dia sonha em ser
A gente lá de minha terra
Sempre foi de querer ser
E na verdade já se era
Mesmo antes de eu nascer
Eram peões e coronéis
Cada um com seu lugar
A lei era na faca e no dente
O respeito que reinava
Hoje em dia quer reinar
O orgulho lá de minha terra
Estava sempre a se festejar
Como a gente não fazia guerra
A festa nunca podia acabar
Em agosto tem rodeio
O peão no touro a pular
A bravura do peão
Representa esse chão
Um dia ainda hei de voltar
Tenho noticias de minha terra
Diz-se que agora quer crescer
Mas o velho não se encerra
Na terra que me viu nascer
Já trouxerem faculdades
Tem shopping e cinema
E até seu canal de tevê
Na verdade o seu abraço
É que faz o sonho acontecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:08 18/04/2011
Ao lembrar-se de minha terra
Que por destino eu parti
Lembro sempre da janela
De onde eu via tudo ali
O cheiro era de poeira
A calçada todo amarela
Pelas flores do Ipê
Foi um dia um sertão
Hoje em dia sonha em ser
A gente lá de minha terra
Sempre foi de querer ser
E na verdade já se era
Mesmo antes de eu nascer
Eram peões e coronéis
Cada um com seu lugar
A lei era na faca e no dente
O respeito que reinava
Hoje em dia quer reinar
O orgulho lá de minha terra
Estava sempre a se festejar
Como a gente não fazia guerra
A festa nunca podia acabar
Em agosto tem rodeio
O peão no touro a pular
A bravura do peão
Representa esse chão
Um dia ainda hei de voltar
Tenho noticias de minha terra
Diz-se que agora quer crescer
Mas o velho não se encerra
Na terra que me viu nascer
Já trouxerem faculdades
Tem shopping e cinema
E até seu canal de tevê
Na verdade o seu abraço
É que faz o sonho acontecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:08 18/04/2011
Poema inocente do amor inocente
Poema inocente do amor inocente
É tão simples, é tão belo
Como um barco a navegar
O mundo fica mais singelo
Quando estou a te olhar
Passa a noite, passa o dia
Nosso amor não vai passar
Minha vida eu passaria
Do seu lado a te ninar
Canto o amor, canto a flor
Em todo canto a te levar
Eu sou seu embaixador
Nunca vou te abandonar
Fui um tolo, fui um bobo
Enganei-me ao acreditar
Seu amor foi-se com o ovo
Que eu fiquei a chocar
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:30 18/04/2011
É tão simples, é tão belo
Como um barco a navegar
O mundo fica mais singelo
Quando estou a te olhar
Passa a noite, passa o dia
Nosso amor não vai passar
Minha vida eu passaria
Do seu lado a te ninar
Canto o amor, canto a flor
Em todo canto a te levar
Eu sou seu embaixador
Nunca vou te abandonar
Fui um tolo, fui um bobo
Enganei-me ao acreditar
Seu amor foi-se com o ovo
Que eu fiquei a chocar
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:30 18/04/2011
Poema da arte
Poema da arte
Desperte a arte e a beleza
E as coloque sobre a mesa
É bem certo que dentro de si
Há sempre um poeta a surgir
Liberte a alma e a riqueza
Deixe-as dançar sua leveza
É bem claro que no fundo
A arte está em todo mundo
Busque a alegria e a esperança
E vivera sempre como criança
Quem procura sempre acha
Como um sapo a coaxar
Cante a simplicidade e a natureza
Não se comporte como uma alteza
Pois a poesia que vem do povo
Quer-te sempre feliz de novo
Junte a terra e as nações
Como em todas as estações
Para viver em harmonia
É necessário sintonia
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:04 18/04/2011
Desperte a arte e a beleza
E as coloque sobre a mesa
É bem certo que dentro de si
Há sempre um poeta a surgir
Liberte a alma e a riqueza
Deixe-as dançar sua leveza
É bem claro que no fundo
A arte está em todo mundo
Busque a alegria e a esperança
E vivera sempre como criança
Quem procura sempre acha
Como um sapo a coaxar
Cante a simplicidade e a natureza
Não se comporte como uma alteza
Pois a poesia que vem do povo
Quer-te sempre feliz de novo
Junte a terra e as nações
Como em todas as estações
Para viver em harmonia
É necessário sintonia
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:04 18/04/2011
Presente para Mariana
Presente para Mariana
Quem me dera nesses versos
Fosse falar só de felicidade
Mas a felicidade só é feliz
Depois de a tristeza existir
E uma mulher se faz bonita
Depois que chora e sorri
E foi assim que ela se fez
No seu passado de tristeza
É que encontrou sua beleza
Uma pena de quem a deixou
Sorte de quem a encontrou
Pois hoje aquela menina
Já não é qualquer mulher
O seu nome é Mariana
E como toda ariana
É intensa e espontânea
De dia chora no quarto
A noite ela se pinta
E sai como uma onça
Arranhando corações
Se de dia ela se esconde
A noite ela entra na dança
O seu corpo se inflama
E ela bota fogo no salão
A inveja que se volta
Quer dizer que ela é torta
Mais ela não se importa
Tem muito amor no coração
Ela é a musa dos poemas
Que ainda inacabados
São carentes de aprovação
Desculpe-me minha amiga
Cantou-se sua tristeza
Mas é cantando que ela
Um dia se vai sem notar
O seu sorriso é o que fica
E vai sempre encantar
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:36 14/04/2011
Quem me dera nesses versos
Fosse falar só de felicidade
Mas a felicidade só é feliz
Depois de a tristeza existir
E uma mulher se faz bonita
Depois que chora e sorri
E foi assim que ela se fez
No seu passado de tristeza
É que encontrou sua beleza
Uma pena de quem a deixou
Sorte de quem a encontrou
Pois hoje aquela menina
Já não é qualquer mulher
O seu nome é Mariana
E como toda ariana
É intensa e espontânea
De dia chora no quarto
A noite ela se pinta
E sai como uma onça
Arranhando corações
Se de dia ela se esconde
A noite ela entra na dança
O seu corpo se inflama
E ela bota fogo no salão
A inveja que se volta
Quer dizer que ela é torta
Mais ela não se importa
Tem muito amor no coração
Ela é a musa dos poemas
Que ainda inacabados
São carentes de aprovação
Desculpe-me minha amiga
Cantou-se sua tristeza
Mas é cantando que ela
Um dia se vai sem notar
O seu sorriso é o que fica
E vai sempre encantar
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:36 14/04/2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Poema do tempo
Poema do tempo
E o tempo passa cruel
Roubando nossos anos
Ao olhar para o espelho
Vejo tudo que fui e sou
O que podia e esquecia
E o tempo passa leviano
Furtando nossos planos
Colocando areia no vazio
Nos fazendo acreditar
Que tudo foi em vão
E o tempo passa calado
Apropriando nossos dias
A cada minuto perdido
Leva consigo o castigo
De quem vive distraido
E o tempo passa ligeiro
Levando nossos sonhos
De repente o possível
Faz-se impossível
E a vida faz-se morte
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:41 11/04/2011
E o tempo passa cruel
Roubando nossos anos
Ao olhar para o espelho
Vejo tudo que fui e sou
O que podia e esquecia
E o tempo passa leviano
Furtando nossos planos
Colocando areia no vazio
Nos fazendo acreditar
Que tudo foi em vão
E o tempo passa calado
Apropriando nossos dias
A cada minuto perdido
Leva consigo o castigo
De quem vive distraido
E o tempo passa ligeiro
Levando nossos sonhos
De repente o possível
Faz-se impossível
E a vida faz-se morte
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:41 11/04/2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Poema para doze flores cariocas
Poema para doze flores cariocas
E um país se cala
A tristeza é profunda
São apenas crianças
Foram-se sem explicação
Futuros se vão prematuros
E um país se põe a chorar
Chorando por compaixão
Para limparmos nossa alma
Dessa grande crueldade
Que apenas um ser pode cometer
E o mundo se mostra indignado
Põe-se na busca da razão
Procura encontrar uma explicação
Algo que cale toda essa revolta
Esse sentimento aos avessos
E doze sonhos se foram embora
Botões que iriam desabrochar
Flores que estavam por vir
E agora todas despetaladas
Por um botão que não floresceu
E até o céu está a chorar
Os doze anjos que partiram
Eram puros, inocentes e belos
Em uma batalha sem sentido
Ao menos levaram um anjo caído
O que nos resta é orar a Deus
Para que o livre arbitro dado por ele
Não justifique mais atos como esse
E que a compreensão venha
Para que a lição seja aprendida
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:37 08/04/2011
E um país se cala
A tristeza é profunda
São apenas crianças
Foram-se sem explicação
Futuros se vão prematuros
E um país se põe a chorar
Chorando por compaixão
Para limparmos nossa alma
Dessa grande crueldade
Que apenas um ser pode cometer
E o mundo se mostra indignado
Põe-se na busca da razão
Procura encontrar uma explicação
Algo que cale toda essa revolta
Esse sentimento aos avessos
E doze sonhos se foram embora
Botões que iriam desabrochar
Flores que estavam por vir
E agora todas despetaladas
Por um botão que não floresceu
E até o céu está a chorar
Os doze anjos que partiram
Eram puros, inocentes e belos
Em uma batalha sem sentido
Ao menos levaram um anjo caído
O que nos resta é orar a Deus
Para que o livre arbitro dado por ele
Não justifique mais atos como esse
E que a compreensão venha
Para que a lição seja aprendida
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:37 08/04/2011
Votos para um mundo melhor
Votos para um mundo melhor
Desejo ao mundo mais arrepios
Peço arrepios de amor
Que nos façam sentir na pele
O que não se vê a olhos nus
Desejo também mais delírios
Porém delírios coletivos
Que nos levem a acreditar
Na paz no mundo a reinar
Desejo ao mundo mais poesia
E também poetas
Pois se temos fome de poesia
Só os poetas podem saciar
Desejo mais versos de amor
E menos de dor
Pois é facil rimar amor com dor
O inaceitavel é negar o amor
Desejo também mais tolerância
E peço mais diversidade
Para que possamos compreender
Que o conhecimento é universal
Desejo ao mundo menos dinheiro
E mais felicidade
Pois a felicidade pode vir sozinha
Mas ele não será nada sem ela
Desejo também mais politicas
E menos politicagem
Afinal a politica traz evolução
Já a politicagem so faz atrasar
Desejo a todos mais encontros
E menos desencontros
Que os encontros sejam de alma
E as distâncias não possam separar
Desejo até mesmo mais loucuras
E que venham para o bem
Porque o mal pode até existir
Mas é o bem que deve vigorar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:32 08/04/2011
Desejo ao mundo mais arrepios
Peço arrepios de amor
Que nos façam sentir na pele
O que não se vê a olhos nus
Desejo também mais delírios
Porém delírios coletivos
Que nos levem a acreditar
Na paz no mundo a reinar
Desejo ao mundo mais poesia
E também poetas
Pois se temos fome de poesia
Só os poetas podem saciar
Desejo mais versos de amor
E menos de dor
Pois é facil rimar amor com dor
O inaceitavel é negar o amor
Desejo também mais tolerância
E peço mais diversidade
Para que possamos compreender
Que o conhecimento é universal
Desejo ao mundo menos dinheiro
E mais felicidade
Pois a felicidade pode vir sozinha
Mas ele não será nada sem ela
Desejo também mais politicas
E menos politicagem
Afinal a politica traz evolução
Já a politicagem so faz atrasar
Desejo a todos mais encontros
E menos desencontros
Que os encontros sejam de alma
E as distâncias não possam separar
Desejo até mesmo mais loucuras
E que venham para o bem
Porque o mal pode até existir
Mas é o bem que deve vigorar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:32 08/04/2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Poema da felicidade
Poema da felicidade
Guarde o brilho de cada manhã
A despedida de cada pôr do sol
Junte a isso a claridade da lua
E o colorido de cada estrela
No final tu me terás
Jogue fora cada lagrima do rosto
A despedida de um amor perdido
Junte a isso a escuridão da noite
E a opacidade de cada não
E então tu me terás
Leve consigo a alegria do desconhecido
A chegada de mais um novo sorriso
O reencontro de um velho esquecido
Eu estarei em tudo ou em um só
E tu me terás no final da tarde
Jogue fora aquilo que não for suor
Tudo aquilo que lhe for alheio
Junte tudo que não lhe é direito
E deixe pra de quem for
Pois eu só venho com valor
Leve consigo das lagrimas a lição
Da despedida o que lhe foi bom
Dos sorrisos os verdadeiros
Do que veio aquilo que foi suado
E da vida é a felicidade o que terás
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:51 07/04/2011
Guarde o brilho de cada manhã
A despedida de cada pôr do sol
Junte a isso a claridade da lua
E o colorido de cada estrela
No final tu me terás
Jogue fora cada lagrima do rosto
A despedida de um amor perdido
Junte a isso a escuridão da noite
E a opacidade de cada não
E então tu me terás
Leve consigo a alegria do desconhecido
A chegada de mais um novo sorriso
O reencontro de um velho esquecido
Eu estarei em tudo ou em um só
E tu me terás no final da tarde
Jogue fora aquilo que não for suor
Tudo aquilo que lhe for alheio
Junte tudo que não lhe é direito
E deixe pra de quem for
Pois eu só venho com valor
Leve consigo das lagrimas a lição
Da despedida o que lhe foi bom
Dos sorrisos os verdadeiros
Do que veio aquilo que foi suado
E da vida é a felicidade o que terás
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:51 07/04/2011
domingo, 3 de abril de 2011
Tempestades
Tempestades
Existem tempestades que constroem
Aquelas onde a escuridão faz pensar
As trovoadas querem ajudar
E a água vem para limpar
São as que trazem fertilidade
Existem tempestades que destroem
Parece que chegam para ficar
A escuridão vem para assustar
As trovoadas para ensurdecer
São as que trazem a discórdia
Sempre tentamos nos proteger
Construímos nossos castelos sólidos
Cegos e certos que estaremos salvos
Mas é muito difícil manter-se seguro
Quando a tempestade vem de casa
Pedro Junqueira Franco de Castro 21:37 03/04/2011
Existem tempestades que constroem
Aquelas onde a escuridão faz pensar
As trovoadas querem ajudar
E a água vem para limpar
São as que trazem fertilidade
Existem tempestades que destroem
Parece que chegam para ficar
A escuridão vem para assustar
As trovoadas para ensurdecer
São as que trazem a discórdia
Sempre tentamos nos proteger
Construímos nossos castelos sólidos
Cegos e certos que estaremos salvos
Mas é muito difícil manter-se seguro
Quando a tempestade vem de casa
Pedro Junqueira Franco de Castro 21:37 03/04/2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Poema da beleza
Poema da beleza
Modelos anoréxicas
Que de tanto emagrecer
Até perdem a vida
E até a terra tem estrias
Jovens fisiculturistas
Viciados em anabolizantes
Perdem a vida em academias
E até a terra não é rígida
Senhoras elegantes
Gastam fortunas num instante
E ainda estão a envelhecer
E até a terra tem rugas
Metro sexuais vaidosos
Sempre a buscar mais
Passam a vida a se ver
E até a terra é imperfeita
Mas veja que ironia
A terra tão redonda na tv
E agora que você a vê
Será que vai negar a beleza do ser?
Não critico a beleza
Que hoje até põe a mesa
Só acho que procuras
Algo que já está em você
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:27 01/04/2011
Modelos anoréxicas
Que de tanto emagrecer
Até perdem a vida
E até a terra tem estrias
Jovens fisiculturistas
Viciados em anabolizantes
Perdem a vida em academias
E até a terra não é rígida
Senhoras elegantes
Gastam fortunas num instante
E ainda estão a envelhecer
E até a terra tem rugas
Metro sexuais vaidosos
Sempre a buscar mais
Passam a vida a se ver
E até a terra é imperfeita
Mas veja que ironia
A terra tão redonda na tv
E agora que você a vê
Será que vai negar a beleza do ser?
Não critico a beleza
Que hoje até põe a mesa
Só acho que procuras
Algo que já está em você
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:27 01/04/2011
Poema das 4 estações
Poema das 4 estações
Desperta e vê
Minha primavera é bem mais florida com você
O mundo que estou a lhe oferecer é imenso
É tudo o que você precisa
Meu amor transborda e basta
É cheio e vazio
É claro e escuro
Traz frio para as tardes de sol
E calor para as noites de lua
Desperta e vê
Meu verão é bem mais divertido com você
O mundo que estou a lhe oferecer é intenso
É tudo o que precisa
Meu amor inquieta e faz festa
É sim e não
É certo e errado
Traz paz para os momentos de guerra
E guerra para os momentos de paz
Desperta e vê
Meu outono é bem mais seco sem você
Sem você meu mundo é sem sentido
É tudo sem graça
Meu amor se acaba e se cala
É seco no molhado
É açúcar no salgado
Traz feridas para os bem aventurados
E cicatrizes para os que sozinhos acabam
Desperta e vê
Meu inverno está na eternidade sem você
O mundo se congela a te esperar
É tudo intacto
Meu amor continua e flutua
É som e silencio
É noite e dia
Traz o fim para o começo
E o começo para o fim
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:52 18/02/2011
Desperta e vê
Minha primavera é bem mais florida com você
O mundo que estou a lhe oferecer é imenso
É tudo o que você precisa
Meu amor transborda e basta
É cheio e vazio
É claro e escuro
Traz frio para as tardes de sol
E calor para as noites de lua
Desperta e vê
Meu verão é bem mais divertido com você
O mundo que estou a lhe oferecer é intenso
É tudo o que precisa
Meu amor inquieta e faz festa
É sim e não
É certo e errado
Traz paz para os momentos de guerra
E guerra para os momentos de paz
Desperta e vê
Meu outono é bem mais seco sem você
Sem você meu mundo é sem sentido
É tudo sem graça
Meu amor se acaba e se cala
É seco no molhado
É açúcar no salgado
Traz feridas para os bem aventurados
E cicatrizes para os que sozinhos acabam
Desperta e vê
Meu inverno está na eternidade sem você
O mundo se congela a te esperar
É tudo intacto
Meu amor continua e flutua
É som e silencio
É noite e dia
Traz o fim para o começo
E o começo para o fim
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:52 18/02/2011
Poema da vida
Poema da vida
Mas o que seria da vida sem a poesia?
Seria só métrica e nada mais caberia
De que bastaria viver?
Se os sonhos são para serem sonhados
E se a vida é para ser vivida
Eu peço o contrario
Quero viver em sonhos
E sonhar em vida
O sonho não me cabe
A vida já me basta
Sonhar me faz voar
Viver me faz crescer
Tudo o que me resta é juntar
E enfim florescer
Não peço só a loucura do poeta
Peço também a lucidez do pescador
Viver não me basta
Eu quero é ser ator
Fantasiar a cada dia um novo papel
Que me faça esquecer da dor
E lembrar que nada é em vão
Quando é feito com a alma e o coração
Mas é preciso ser junto
É preciso ser mundo
Compartilhar uma vida
Para que dentro do sonho
Caiba pai, mãe e filho
Cada um com sua melodia
Dentro de uma mesma canção
Quero a leveza de quem erra sem medo
A leveza de quem acerta por errar
A leveza das almas que seguem
A leveza da natureza
Que tantas vezes precisou errar
A leveza da perfeição construída
Passo a passo
Erro a erro
A algo de belo na imperfeição
Algo que grita
Algo que caminha
Berrarei o quanto precisar
Errarei até me cansar
Tudo o que for preciso para alcançar
Se berro, se grito, se erro
É por que tem algo em mim que não quer se calar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:29 25/03/2011
Mas o que seria da vida sem a poesia?
Seria só métrica e nada mais caberia
De que bastaria viver?
Se os sonhos são para serem sonhados
E se a vida é para ser vivida
Eu peço o contrario
Quero viver em sonhos
E sonhar em vida
O sonho não me cabe
A vida já me basta
Sonhar me faz voar
Viver me faz crescer
Tudo o que me resta é juntar
E enfim florescer
Não peço só a loucura do poeta
Peço também a lucidez do pescador
Viver não me basta
Eu quero é ser ator
Fantasiar a cada dia um novo papel
Que me faça esquecer da dor
E lembrar que nada é em vão
Quando é feito com a alma e o coração
Mas é preciso ser junto
É preciso ser mundo
Compartilhar uma vida
Para que dentro do sonho
Caiba pai, mãe e filho
Cada um com sua melodia
Dentro de uma mesma canção
Quero a leveza de quem erra sem medo
A leveza de quem acerta por errar
A leveza das almas que seguem
A leveza da natureza
Que tantas vezes precisou errar
A leveza da perfeição construída
Passo a passo
Erro a erro
A algo de belo na imperfeição
Algo que grita
Algo que caminha
Berrarei o quanto precisar
Errarei até me cansar
Tudo o que for preciso para alcançar
Se berro, se grito, se erro
É por que tem algo em mim que não quer se calar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:29 25/03/2011
Poema- epitáfio de uma Árvore
Poema- epitáfio de uma Árvore
Eu te fiz sombra
Eu te trouxe pássaros
E foi no meu tronco
Que sua rede amarrou
Fiz de tudo para te encantar
Mas você não pode notar
Você estava cego
Negava minha presença
Eu queria falar sua língua
Eu queria poder fugir
Mas esse direito não tinha
Só me restava florescer
E por pura vaidade
Na calada da noite
Amanheci morta
Não sou mais sombra
Não sou mais ninho
Não sou mais vida
E por pura covardia
O que restou foi pó
Fui sem protestar
E não quero me vingar
Mas se um dia precisar
A minha ausência irá notar
Agora no orvalho da manha
Minhas lagrimas estão a cair
Minha raiz não mais sustenta
Os meu galhos pelo chão
Meu frutos a apodrecer
E minhas flores espalhadas
Mas minha luta é maior
Minha causa é legitima
E sementes eu deixo
Para o dia que se fores
Ou se um dia aprenderes
Que sem mim vida não há
Pedro Junqueira Franco de Castro 10:08 31/03/2011
Eu te fiz sombra
Eu te trouxe pássaros
E foi no meu tronco
Que sua rede amarrou
Fiz de tudo para te encantar
Mas você não pode notar
Você estava cego
Negava minha presença
Eu queria falar sua língua
Eu queria poder fugir
Mas esse direito não tinha
Só me restava florescer
E por pura vaidade
Na calada da noite
Amanheci morta
Não sou mais sombra
Não sou mais ninho
Não sou mais vida
E por pura covardia
O que restou foi pó
Fui sem protestar
E não quero me vingar
Mas se um dia precisar
A minha ausência irá notar
Agora no orvalho da manha
Minhas lagrimas estão a cair
Minha raiz não mais sustenta
Os meu galhos pelo chão
Meu frutos a apodrecer
E minhas flores espalhadas
Mas minha luta é maior
Minha causa é legitima
E sementes eu deixo
Para o dia que se fores
Ou se um dia aprenderes
Que sem mim vida não há
Pedro Junqueira Franco de Castro 10:08 31/03/2011
Poema das línguas
Poema das línguas
Eu me enrosco no seu inglês
Prático, leve e descomprometido
Perco-me no seu português
Complexo, poético e rico
Embaralho-me no seu espanhol
Quente, rítmico e latino
Deixo-me levar pelo seu italiano
Sonoro, forte e indecente
Encanto-me com seu francês
Sofisticado, romântico e elegante
Confundo-me com seu chinês
Isolante, tonal e monossilábico
Mas de que me importa tanta língua
Se o que eu quero te mostrar
Esta no meu gesto e meu olhar
De nada importa tantas línguas
Se a minha língua com a sua
Eu não puder entrelaçar
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:31 31/03/2011
Eu me enrosco no seu inglês
Prático, leve e descomprometido
Perco-me no seu português
Complexo, poético e rico
Embaralho-me no seu espanhol
Quente, rítmico e latino
Deixo-me levar pelo seu italiano
Sonoro, forte e indecente
Encanto-me com seu francês
Sofisticado, romântico e elegante
Confundo-me com seu chinês
Isolante, tonal e monossilábico
Mas de que me importa tanta língua
Se o que eu quero te mostrar
Esta no meu gesto e meu olhar
De nada importa tantas línguas
Se a minha língua com a sua
Eu não puder entrelaçar
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:31 31/03/2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
O goleiro dos cem
O goleiro dos cem
Domingo dia de clássico
Uma tarde de futebol
Corações rivais fervendo
Na tarde uma certeza
Só um pode vencer
Tricolores contra alvinegros
Cores se misturam na torcida
Em cada um corre seu sangue
Mas no coração a mesma paixão
A bola, o gol e o futebol
Como em toda rivalidade
A disputa é truncada
Lance a lance
Chute de fora da área
Faz-se o primeiro gol
O vermelho passa a predominar
Drible na entrada da área
Mais uma falta a se cobrar
A torcida está a clamar
O nome que não se pode calar
Ele olhou para a bola
Deus então olhou para ele
Da bola fez-se a historia
Na rede o centésimo
No coração uma certeza
Sou o goleiro dos cem
Sou Rogerio Ceni
Pedro Junqueira Franco de Castro 12:01 28/03/2011
Domingo dia de clássico
Uma tarde de futebol
Corações rivais fervendo
Na tarde uma certeza
Só um pode vencer
Tricolores contra alvinegros
Cores se misturam na torcida
Em cada um corre seu sangue
Mas no coração a mesma paixão
A bola, o gol e o futebol
Como em toda rivalidade
A disputa é truncada
Lance a lance
Chute de fora da área
Faz-se o primeiro gol
O vermelho passa a predominar
Drible na entrada da área
Mais uma falta a se cobrar
A torcida está a clamar
O nome que não se pode calar
Ele olhou para a bola
Deus então olhou para ele
Da bola fez-se a historia
Na rede o centésimo
No coração uma certeza
Sou o goleiro dos cem
Sou Rogerio Ceni
Pedro Junqueira Franco de Castro 12:01 28/03/2011
domingo, 27 de março de 2011
Poema-bossa para Julieta
Poema-bossa para Julieta
No sotaque carioca
Ela quer esconder
O passado recente
Que lhe viu crescer
Com seus passos
Sempre imponentes
Caminha a praia
Que está a te admirar
Com seus olhos
Redondos e morenos
Ela olha em sua volta
E todos estão a te olhar
Com seu sorriso
Beleza suprema
Ela sabe que pode
Todo o mundo tocar
Com suas fases
Ela é como a lua
E só entrega o segredo
Pra quem lhe sabe amar
No seu nome Julieta
Apenas um Romeu
É capaz de notar
O amor que pode encantar
Como todo musa
Ela passa com a sua beleza
Esnobando a tristeza
De quem só quer te amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:42 27/03/2011
No sotaque carioca
Ela quer esconder
O passado recente
Que lhe viu crescer
Com seus passos
Sempre imponentes
Caminha a praia
Que está a te admirar
Com seus olhos
Redondos e morenos
Ela olha em sua volta
E todos estão a te olhar
Com seu sorriso
Beleza suprema
Ela sabe que pode
Todo o mundo tocar
Com suas fases
Ela é como a lua
E só entrega o segredo
Pra quem lhe sabe amar
No seu nome Julieta
Apenas um Romeu
É capaz de notar
O amor que pode encantar
Como todo musa
Ela passa com a sua beleza
Esnobando a tristeza
De quem só quer te amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:42 27/03/2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
o abismo e o caos
o medo toma
fera indomável
pessimismo retoma
deixa instável
lanço ao mar
esperança da raça
seu único lar
se vai na barcaça
silencio,
solidão.
na calada da noite
uma sombra invade
golpe com açoite
inicio da tempestade
as lágrimas no chão
incerteza clara a brandar
o anuncio da submissão
sozinho sem me habitar
abismo,
caos.
o medo toma
fera indomável
pessimismo retoma
deixa instável
lanço ao mar
esperança da raça
seu único lar
se vai na barcaça
silencio,
solidão.
na calada da noite
uma sombra invade
golpe com açoite
inicio da tempestade
as lágrimas no chão
incerteza clara a brandar
o anuncio da submissão
sozinho sem me habitar
abismo,
caos.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Poema inacabado
Poema inacabado
Começo me animo
Não sei se termino
No meio deparo
E sem o fim me calo
No começo é rima
Só sei que fascina
Mas vem a rotina
E sem fim termina
Inicio, meio e fim
Será tão estranho assim
Começar e nunca acabar
Rimar mas não terminar
E sem pé nem cabeça
Como historia sem fim
Perco o fio da meada
Acabo motivo de piada
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:51 09/02/2011
Começo me animo
Não sei se termino
No meio deparo
E sem o fim me calo
No começo é rima
Só sei que fascina
Mas vem a rotina
E sem fim termina
Inicio, meio e fim
Será tão estranho assim
Começar e nunca acabar
Rimar mas não terminar
E sem pé nem cabeça
Como historia sem fim
Perco o fio da meada
Acabo motivo de piada
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:51 09/02/2011
Poema para a gata borralheira
Poema para a gata borralheira
Da licença tenho pressa
Sai que agora eu vou passar
Sou a moça da limpeza
E estou sempre a limpar
Com licença é o que me pedem
E estão sempre a passar
Quem me olha não vê
Sou mais uma a se calar
Com licença expediente
Meu serviço acabei
Sou a gata borralheira
Tenho muito a sonhar
Muita licença minha gente
Pois meu príncipe vai passar
Ele diz que é servente
Está sempre a me paquerar
Da licença mas me cansei
E agora eu vou falar
A sujeira é o que vai ver
Se um dia eu me vingar
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:43 24/03/2011
Da licença tenho pressa
Sai que agora eu vou passar
Sou a moça da limpeza
E estou sempre a limpar
Com licença é o que me pedem
E estão sempre a passar
Quem me olha não vê
Sou mais uma a se calar
Com licença expediente
Meu serviço acabei
Sou a gata borralheira
Tenho muito a sonhar
Muita licença minha gente
Pois meu príncipe vai passar
Ele diz que é servente
Está sempre a me paquerar
Da licença mas me cansei
E agora eu vou falar
A sujeira é o que vai ver
Se um dia eu me vingar
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:43 24/03/2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Poema do amor
Me diz por que choras
Se o mundo está a sorrir
Me diz por que se cala
Se o pássaro está a cantar
Me diz por que se fechas
Se a flor está a se abrir
Por que tanto me procuras
Por que não relaxa e contempla
Contempla a cor do caju
Contempla o canto do uirapuru
Contempla o sabor do cacau
Por que tanto pergunta
Por que não se cala e observa
Observa a flor e seu fruto
Observa a abelha e seu mel
Observa saturno e seu anel
Por que me procura no jardim alheio
Se é no seu que eu fiz meu leito
Não estou ao longe
Olhe para o seu coração
E eu estou a bater
Posso até ser seu Deus
Mas para um ateu
Eu sou apenas o amor
Sou eu que uno os gametas
Eu que fiz todo planeta
Se procuras e não me achas
Deve estar perdido ou faz pirraça
Por que eu sou o que não se cala
Eu estou sempre a fluir
E sou eu que não te deixo cair
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:30 23/03/2011
Se o mundo está a sorrir
Me diz por que se cala
Se o pássaro está a cantar
Me diz por que se fechas
Se a flor está a se abrir
Por que tanto me procuras
Por que não relaxa e contempla
Contempla a cor do caju
Contempla o canto do uirapuru
Contempla o sabor do cacau
Por que tanto pergunta
Por que não se cala e observa
Observa a flor e seu fruto
Observa a abelha e seu mel
Observa saturno e seu anel
Por que me procura no jardim alheio
Se é no seu que eu fiz meu leito
Não estou ao longe
Olhe para o seu coração
E eu estou a bater
Posso até ser seu Deus
Mas para um ateu
Eu sou apenas o amor
Sou eu que uno os gametas
Eu que fiz todo planeta
Se procuras e não me achas
Deve estar perdido ou faz pirraça
Por que eu sou o que não se cala
Eu estou sempre a fluir
E sou eu que não te deixo cair
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:30 23/03/2011
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