Tempo de sonhar
Por mais lamento que temos no peito
Colhemos hoje a semente do ontem
E o esforço só não terá sido em vão
Plantando hoje o melhor do amanhã
O inesquecível vai se fazendo no hoje
E o impossível vai ficando no passado
No momento em que abrimos os olhos
Para o mar de possibilidades do futuro
Não adianta se arrepender no presente
E se esquecer que ele nos dá a chance
De corrigir erros cometidos no passado
Para ser aquilo que sonhamos no futuro
Enxergue o hoje como a vitoria da vida
O ontem como mais uma pagina virada
Nunca é tarde quando se tem o agora
E ninguém é capaz de prever o amanhã
Não tenha medo de errar no hoje
O amanhã será uma nova chance
De fazermos aquilo que é o certo
Mas que não fizemos no ontem
Hoje é o tempo da oportunidade
O amanhã o tempo da esperança
E o ontem só nos serve de lição
Lembre o ontem...
Espere o amanhã...
Viva o hoje...
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:41 24/01/2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Paginas de uma vida
Paginas de uma vida
É na esquina da nossa vida
Quando bate o vento forte
Que nós podemos relembrar
As lembranças esquecidas
Que uma vida de sonhar
Levou sem a gente ver
Da paixão ficam as cinzas
Que nos fazem renascer
Todo vez que um olhar
Faz dentro de nós chover
A cada pagina desse livro
Eu ainda posso perceber
Que o tempo é traiçoeiro
Mas pode nos faz crescer
Eu seguindo a criança
Deixo o vento me levar
Meu sonho é passarinhar
Mas preciso saber voar
Me entregando a boemia
Inocente o ato de sonhar
Esperar em cada esquina
O velho tesouro perdido
Que pode me fazer brilhar
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:57 14/01/2012
É na esquina da nossa vida
Quando bate o vento forte
Que nós podemos relembrar
As lembranças esquecidas
Que uma vida de sonhar
Levou sem a gente ver
Da paixão ficam as cinzas
Que nos fazem renascer
Todo vez que um olhar
Faz dentro de nós chover
A cada pagina desse livro
Eu ainda posso perceber
Que o tempo é traiçoeiro
Mas pode nos faz crescer
Eu seguindo a criança
Deixo o vento me levar
Meu sonho é passarinhar
Mas preciso saber voar
Me entregando a boemia
Inocente o ato de sonhar
Esperar em cada esquina
O velho tesouro perdido
Que pode me fazer brilhar
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:57 14/01/2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Minha essencial mãe
Minha essencial mãe
Fruto de seu doce ventre sai para o mundo
Assustado foi nos seus braços que acalmei
Ainda me lembro das palavras de carinho
Que com zelo me protegiam das lagrimas
Debaixo das asas da minha mãe coruja
O mundo parecia não poder me machucar
Eu me sentia incondicionalmente amado
Seguindo seus passos no jardim da infância
Descobri o que realmente tem valor na vida
Aquilo que constrói pontes entre corações
Tornando as pessoas iguais por sonharem
Mas se não houver dignidade no caminhar
Os passos acabarão com aquela esperança
De ver pessoas do bem o mundo governar
Ao ver nossa água ser contaminada
A rosa do nosso amor se desfolhar
Subitamente o desespero me tomou
Vi-me abandonado sem o seu amor
Caminhamos juntos na escuridão
Guiados pela fé no nosso destino
Certos de ser infinito nosso afeto
Ainda que exigente o seu zelo me ensina
Sua manta protetora ilumina meu caminho
Quando perdido posso a sua morada voltar
Mesmo com sonhos e planos diferentes
Sua essência que eu levo é meu caráter
Seu sorriso desperta minha felicidade
Seu amor faz morada em meu coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:47 19/12/2011
Fruto de seu doce ventre sai para o mundo
Assustado foi nos seus braços que acalmei
Ainda me lembro das palavras de carinho
Que com zelo me protegiam das lagrimas
Debaixo das asas da minha mãe coruja
O mundo parecia não poder me machucar
Eu me sentia incondicionalmente amado
Seguindo seus passos no jardim da infância
Descobri o que realmente tem valor na vida
Aquilo que constrói pontes entre corações
Tornando as pessoas iguais por sonharem
Mas se não houver dignidade no caminhar
Os passos acabarão com aquela esperança
De ver pessoas do bem o mundo governar
Ao ver nossa água ser contaminada
A rosa do nosso amor se desfolhar
Subitamente o desespero me tomou
Vi-me abandonado sem o seu amor
Caminhamos juntos na escuridão
Guiados pela fé no nosso destino
Certos de ser infinito nosso afeto
Ainda que exigente o seu zelo me ensina
Sua manta protetora ilumina meu caminho
Quando perdido posso a sua morada voltar
Mesmo com sonhos e planos diferentes
Sua essência que eu levo é meu caráter
Seu sorriso desperta minha felicidade
Seu amor faz morada em meu coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:47 19/12/2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
A doce despedida da cria
A doce despedida da cria
A andorinha dedicada sente a dor da partida
O ninho parece tão vazio sem os passarinhos
Eles cresceram e alçaram voo rumo à vida
Agora é sua vez de voltar a voar livremente
Pode alcançar lugares distantes de sua alma
Revelando novos caminhos escondidos no ser
A árvore não morre depois dos frutos colhidos
Ela ainda serve de morada para outros sonhos
Sua beleza ainda é majestosa e encantadora
Agora que já serviu ao mundo com seus frutos
Pode alimentar desejos guardados na alma
Gerando flores pela simples beleza de ser
A doce mãe agora sabe o que é ser sozinha
A boca que precisou dizer não agora diz sim
O sim liberta os filhos para amar ao mundo
Agora seu tempo está livre para caminhar
Caminha rumo à maturidade de sua alma
Sutilmente se torna morada do seu ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 10/12/2011 16:00
A andorinha dedicada sente a dor da partida
O ninho parece tão vazio sem os passarinhos
Eles cresceram e alçaram voo rumo à vida
Agora é sua vez de voltar a voar livremente
Pode alcançar lugares distantes de sua alma
Revelando novos caminhos escondidos no ser
A árvore não morre depois dos frutos colhidos
Ela ainda serve de morada para outros sonhos
Sua beleza ainda é majestosa e encantadora
Agora que já serviu ao mundo com seus frutos
Pode alimentar desejos guardados na alma
Gerando flores pela simples beleza de ser
A doce mãe agora sabe o que é ser sozinha
A boca que precisou dizer não agora diz sim
O sim liberta os filhos para amar ao mundo
Agora seu tempo está livre para caminhar
Caminha rumo à maturidade de sua alma
Sutilmente se torna morada do seu ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 10/12/2011 16:00
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O trem da infância esquecida
O trem da infância esquecida
O trem desgovernado vai se arrastando
Segue a todo vapor sem destino final
Em algum momento ele descarrilhou
Seu caminho ele não mais governa
Sem freios segue sempre em frente
Nessa rota sem saídas e chegadas
O sabor da estrada ele não sente
Vai passando sem se quer notar
A beleza da menina a lhe esperar
O desespero da mãe a lhe ajudar
Certo de seu caminho incerto
Segue arrogante e prepotente
Se prestasse atenção ao sinal
Poderia ver que logo em frente
Existe um abismo intransponível
Ele segue de estação em estação
Passa por todas sem descarregar
Caso você queira nele embarcar
De passagem você não precisará
O desconhecido dispensa convite
Um dia talvez encontre o trilho
Que o leve de volta a seu destino
Se continuar perdido no tempo
Será tarde demais para lamentar
A vida que ele deixou para trás
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:26 30/11/2011
O trem desgovernado vai se arrastando
Segue a todo vapor sem destino final
Em algum momento ele descarrilhou
Seu caminho ele não mais governa
Sem freios segue sempre em frente
Nessa rota sem saídas e chegadas
O sabor da estrada ele não sente
Vai passando sem se quer notar
A beleza da menina a lhe esperar
O desespero da mãe a lhe ajudar
Certo de seu caminho incerto
Segue arrogante e prepotente
Se prestasse atenção ao sinal
Poderia ver que logo em frente
Existe um abismo intransponível
Ele segue de estação em estação
Passa por todas sem descarregar
Caso você queira nele embarcar
De passagem você não precisará
O desconhecido dispensa convite
Um dia talvez encontre o trilho
Que o leve de volta a seu destino
Se continuar perdido no tempo
Será tarde demais para lamentar
A vida que ele deixou para trás
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:26 30/11/2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A possibilidade do impossível voo
A possibilidade do impossível voo
O pássaro limitado no seu voo
Canta alegre todo amanhecer
Sua luta diária contra o vento
Alimenta a força do seu canto
Que continua até o anoitecer
A borboleta tem sua beleza
Limitada por poucas horas
Logo sua vida vai embora
Mas ela é a única certeza
Dá valor a luta da lagarta
Ainda que pequena a formiga
Aceita o limite do seu tamanho
Supera assim o peso das folhas
Sua humildade a torna grande
Na terra dos seres gigantes
O sol ilumina o amanhecer
Seus raios invadem a janela
Levam luz à limitada escuridão
Mesmo o sol vai-se embora
No limite do dia virar a noite
Lá vai Icaro através da janela
Sua busca pelo impossível
Talvez um dia tivesse fim
Se ele aceitasse o seu limite
De ser feliz tocando o chão
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:04 29/11/2011
O pássaro limitado no seu voo
Canta alegre todo amanhecer
Sua luta diária contra o vento
Alimenta a força do seu canto
Que continua até o anoitecer
A borboleta tem sua beleza
Limitada por poucas horas
Logo sua vida vai embora
Mas ela é a única certeza
Dá valor a luta da lagarta
Ainda que pequena a formiga
Aceita o limite do seu tamanho
Supera assim o peso das folhas
Sua humildade a torna grande
Na terra dos seres gigantes
O sol ilumina o amanhecer
Seus raios invadem a janela
Levam luz à limitada escuridão
Mesmo o sol vai-se embora
No limite do dia virar a noite
Lá vai Icaro através da janela
Sua busca pelo impossível
Talvez um dia tivesse fim
Se ele aceitasse o seu limite
De ser feliz tocando o chão
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:04 29/11/2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Um dia a mais em seu coração
Um dia a mais em seu coração
O coração é um grande salão vazio
Se aberto carece ser preenchido
Ele não aceita brisas breves
O seu querer é ventos constantes
Que preenchem fazendo melodia
Se tentar preenche-lo com formas
Você ficara perdido no caminho
A sua busca é pelo indefinido
E por mais bela que seja a forma
Só o sorriso sincero o acalmará
Não se desespere ao procurar
Tenha calma e ele te ensinará
Com o tempo a lição aprendida
Libertará as amarras do coração
E o amor não terá sido em vão
Por isso não tema o se entregar
Depois de um dia ensolarado
A noite vem para escurecer
Não lamente o pôr do sol perdido
Se alegre com o brilho das estrelas
Pedro Junqueira Franco de Castro 24/11/2011 03:46
O coração é um grande salão vazio
Se aberto carece ser preenchido
Ele não aceita brisas breves
O seu querer é ventos constantes
Que preenchem fazendo melodia
Se tentar preenche-lo com formas
Você ficara perdido no caminho
A sua busca é pelo indefinido
E por mais bela que seja a forma
Só o sorriso sincero o acalmará
Não se desespere ao procurar
Tenha calma e ele te ensinará
Com o tempo a lição aprendida
Libertará as amarras do coração
E o amor não terá sido em vão
Por isso não tema o se entregar
Depois de um dia ensolarado
A noite vem para escurecer
Não lamente o pôr do sol perdido
Se alegre com o brilho das estrelas
Pedro Junqueira Franco de Castro 24/11/2011 03:46
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Pertencer ao amanhã
Pertencer ao amanhã
Era como se parte do meu passado
Um momento do meu presente
Algo que ainda era futuro
Estivessem ali presentes
Numa forma humana de vida
Não concretas ou completas
Pequenos espaços de tempo
Algo que queria ser meu
Que pudesse ser teu
Que talvez fosse nosso
Tudo o que nos separava
Era a ânsia da descoberta
Daquilo que de ti era meu
A parte de mim que era sua
O todo que queria ser nosso
E eu só queria adormecer
No veneno do seu beijo
Para ver o dia amanhecer
Na pureza de sua pele
Misturados no amanhã
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:35 21/10/2011
Era como se parte do meu passado
Um momento do meu presente
Algo que ainda era futuro
Estivessem ali presentes
Numa forma humana de vida
Não concretas ou completas
Pequenos espaços de tempo
Algo que queria ser meu
Que pudesse ser teu
Que talvez fosse nosso
Tudo o que nos separava
Era a ânsia da descoberta
Daquilo que de ti era meu
A parte de mim que era sua
O todo que queria ser nosso
E eu só queria adormecer
No veneno do seu beijo
Para ver o dia amanhecer
Na pureza de sua pele
Misturados no amanhã
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:35 21/10/2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Duas canções, uma melodia.
Duas canções, uma melodia.
O sol ainda brilhava
No surgir da estrela
Eu que era sozinho
Agora podia cantar
A canção de irmão
Pequeno capricho divino
Menina magrela morena
Beleza dada por deuses
Atrás da pintura na cara
Uma guerreira mulher
Desculpe se me zanguei
Eu só queria te mostrar
Maquiar é insegurança
Esconde o brilho justo
Que o seu olhar emana
Mais que apenas irmãos
Amigos de peito aberto
Mãos dadas no caminho
Passos juntos na areia
Rios correndo pro mar
Destino traçado no berço
Irmãos de alma e coração
Aonde os seus pés pisarem
Eu serei o sol a te iluminar
Você vai ser sempre a lua
Clareando minha escuridão
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:02 05/10/2011
O sol ainda brilhava
No surgir da estrela
Eu que era sozinho
Agora podia cantar
A canção de irmão
Pequeno capricho divino
Menina magrela morena
Beleza dada por deuses
Atrás da pintura na cara
Uma guerreira mulher
Desculpe se me zanguei
Eu só queria te mostrar
Maquiar é insegurança
Esconde o brilho justo
Que o seu olhar emana
Mais que apenas irmãos
Amigos de peito aberto
Mãos dadas no caminho
Passos juntos na areia
Rios correndo pro mar
Destino traçado no berço
Irmãos de alma e coração
Aonde os seus pés pisarem
Eu serei o sol a te iluminar
Você vai ser sempre a lua
Clareando minha escuridão
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:02 05/10/2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Não tão santo, nem tão profano.
Não tão santo, nem tão profano.
Ele é naturalmente puro
Basta o homem o tocar
E sua sujeira se revela
Libertando sua mente
Ele será apenas amar
Ele é a chave da criação
Simples atração que une
Leva a vida até o ventre
Une pessoas diferentes
Puro e belo ato de amar
Tantas formas de fazer
Muitas as de se perder
Mas existindo o amor
O encontro é de alma
Santa união de corpos
Seja qual for sua opção
É um direito expressar
Toda forma de amar
Revela o doce sabor
Escondido no coração
Seja ato de amor consumado
Não tão santo que me prive
Não tão profano que me suje
Quero apenas sentir no prazer
A pureza de sentir-se amado
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:22 06/09/2011
Ele é naturalmente puro
Basta o homem o tocar
E sua sujeira se revela
Libertando sua mente
Ele será apenas amar
Ele é a chave da criação
Simples atração que une
Leva a vida até o ventre
Une pessoas diferentes
Puro e belo ato de amar
Tantas formas de fazer
Muitas as de se perder
Mas existindo o amor
O encontro é de alma
Santa união de corpos
Seja qual for sua opção
É um direito expressar
Toda forma de amar
Revela o doce sabor
Escondido no coração
Seja ato de amor consumado
Não tão santo que me prive
Não tão profano que me suje
Quero apenas sentir no prazer
A pureza de sentir-se amado
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:22 06/09/2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Mente suicida
Mente suicida
Ó ser racional,
Até na hora de morrer
Quer morrer com a razão
Mesmo sem cumprir a missão.
Ó caixa de pensar,
Olhe a sua volta
Os outros lutam por vida
Você sai à busca da sua morte.
Ó crânio acéfalo,
Se parasse de pensar
Talvez tivesse tempo para viver
E não escolheria a morte prematura.
Ó cavalheiro errante,
Raciocine apenas um instante
Esqueça as razões para morrer
Preocupe-se só com a razão do seu viver.
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:13 04/09/2011
Ó ser racional,
Até na hora de morrer
Quer morrer com a razão
Mesmo sem cumprir a missão.
Ó caixa de pensar,
Olhe a sua volta
Os outros lutam por vida
Você sai à busca da sua morte.
Ó crânio acéfalo,
Se parasse de pensar
Talvez tivesse tempo para viver
E não escolheria a morte prematura.
Ó cavalheiro errante,
Raciocine apenas um instante
Esqueça as razões para morrer
Preocupe-se só com a razão do seu viver.
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:13 04/09/2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Existe vida por trás de tudo
Existe vida por trás de tudo
A perfeição está em todo canto
No vento carregando as folhas
No barulho da chuva no telhado
Nas estrelas que trazem a noite
No sol rompendo o vão da janela
Isso tudo preenche qualquer vazio
O mundo é simplesmente belo
Na semente que cresce no solo
Nas mãos preparando a terra
No trigo colhido toda estação
No amor que prepara o pão
A beleza silenciosamente berra
A natureza está a nossa espera
Na leveza do voo da borboleta
No canto instantâneo da cigarra
No aroma gratuito de uma flor
No sabor irresistível da fruta
Resta simplesmente usufluir
A vida se revela todo instante
Na água modelando as pedras
No orvalho que cai na manhã
No suor a escorrer no chão
No gelo que cobre a montanha
O amor ciclicamente se renova
Sinta a energia dentro de você
Na palavra que arrepia a pele
No sorriso que revela o encanto
No coração a bater mais forte
Nas lágrimas que lavam a alma
Somos frutos do sonho divino
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:12 02/09/2011
A perfeição está em todo canto
No vento carregando as folhas
No barulho da chuva no telhado
Nas estrelas que trazem a noite
No sol rompendo o vão da janela
Isso tudo preenche qualquer vazio
O mundo é simplesmente belo
Na semente que cresce no solo
Nas mãos preparando a terra
No trigo colhido toda estação
No amor que prepara o pão
A beleza silenciosamente berra
A natureza está a nossa espera
Na leveza do voo da borboleta
No canto instantâneo da cigarra
No aroma gratuito de uma flor
No sabor irresistível da fruta
Resta simplesmente usufluir
A vida se revela todo instante
Na água modelando as pedras
No orvalho que cai na manhã
No suor a escorrer no chão
No gelo que cobre a montanha
O amor ciclicamente se renova
Sinta a energia dentro de você
Na palavra que arrepia a pele
No sorriso que revela o encanto
No coração a bater mais forte
Nas lágrimas que lavam a alma
Somos frutos do sonho divino
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:12 02/09/2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O dia que deixei minha criança partir
O dia que deixei minha criança partir
Como é bom respirar sem suas garras
Caminhar sem estar preso a algemas
Encontrar outra forma de ver o mundo
Acreditar que sonhos podem ser reais
Voar com os pés ainda tocando o chão
Amadurecer para então rejuvenescer
Decisão certa foi te deixar partir
Ainda que seja triste a despedida
O seu veneno eu não provo mais
Suas ilusões já não passam aqui
Ainda que o desapego cause dor
Amar é doer para amadurecer
A criança infantil e egoísta partiu
Deu espaço para a criança alegre
Levou as velhas mesquinharias
Dando lugar a novas esperanças
Libertando um coração escravo
Renovando a vontade de amar
A verdadeira criança volta a sorrir
Agora enxerga a luz na escuridão
Dá adeus ao envelhecido passado
Brinca de ciranda com o presente
Caminha livre rumo ao seu futuro
Pode enfim amar para ser amado
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:50 01/09/2011
Como é bom respirar sem suas garras
Caminhar sem estar preso a algemas
Encontrar outra forma de ver o mundo
Acreditar que sonhos podem ser reais
Voar com os pés ainda tocando o chão
Amadurecer para então rejuvenescer
Decisão certa foi te deixar partir
Ainda que seja triste a despedida
O seu veneno eu não provo mais
Suas ilusões já não passam aqui
Ainda que o desapego cause dor
Amar é doer para amadurecer
A criança infantil e egoísta partiu
Deu espaço para a criança alegre
Levou as velhas mesquinharias
Dando lugar a novas esperanças
Libertando um coração escravo
Renovando a vontade de amar
A verdadeira criança volta a sorrir
Agora enxerga a luz na escuridão
Dá adeus ao envelhecido passado
Brinca de ciranda com o presente
Caminha livre rumo ao seu futuro
Pode enfim amar para ser amado
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:50 01/09/2011
O viúvo
O viúvo
Confessei-te minhas vontades
Entreguei minhas verdades
Abri as portas de meu jardim
Mas na hora do voo recusou
Na certa com medo da altura
Não tardou nem um dia
Já estava em outros ares
Assim como beija-flor
Outra flor você buscou
E eu me tornei viúvo
De um ser com vida
Eu fiquei a esperar
Solitário ser enganado
Um dia tinha o mundo
Acordou no submundo
Da dor de uma paixão
E aonde coloco os prazeres
O que faço com os planos
Esqueço e finjo que é passado?
Pois é certo que no espaço
Que fizemos nossa morada
Não cabem mais dois corações
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:40 01/09/2011
Confessei-te minhas vontades
Entreguei minhas verdades
Abri as portas de meu jardim
Mas na hora do voo recusou
Na certa com medo da altura
Não tardou nem um dia
Já estava em outros ares
Assim como beija-flor
Outra flor você buscou
E eu me tornei viúvo
De um ser com vida
Eu fiquei a esperar
Solitário ser enganado
Um dia tinha o mundo
Acordou no submundo
Da dor de uma paixão
E aonde coloco os prazeres
O que faço com os planos
Esqueço e finjo que é passado?
Pois é certo que no espaço
Que fizemos nossa morada
Não cabem mais dois corações
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:40 01/09/2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Poema para meu irmão Leão
Poema para meu irmão Leão
No ano de noventa e oito
Foi no dezessete de agosto
Que nosso natal chegou
O presente uma criança
Que com alegria e energia
Conquistou toda família
Fazendo morada no coração
É sobre o meu armário
Que ele exibe suas honras
São medalhas e troféus
Detalhes de um campeão
Mas sua verdadeira vitória
Está em sua autoconfiança
Que aos poucos conquistou
Se ele chora quando perde
Sua tristeza vem da derrota
Pois é difícil não vencer
Sendo um leonino André
Mas logo vai perceber
Que o dissabor da derrota
Engrandece a sua vitória
O seu nome é de nobreza
Tem uma alma generosa
Sabes bens quem tu és
E também sua missão
Usando sua criatividade
Poderá vencer seus medos
E te honrará feito um leão
Não teimas, nem fujas André
Você é forte, você é grande
Dentro de ti mora um leão
Com a força de sua coragem
Vencerá seu próprio ego
Sendo justo liderará o mundo
A caminho da força da união
Pedro Junqueira Franco de Castro 17/08/2011 12:06
No ano de noventa e oito
Foi no dezessete de agosto
Que nosso natal chegou
O presente uma criança
Que com alegria e energia
Conquistou toda família
Fazendo morada no coração
É sobre o meu armário
Que ele exibe suas honras
São medalhas e troféus
Detalhes de um campeão
Mas sua verdadeira vitória
Está em sua autoconfiança
Que aos poucos conquistou
Se ele chora quando perde
Sua tristeza vem da derrota
Pois é difícil não vencer
Sendo um leonino André
Mas logo vai perceber
Que o dissabor da derrota
Engrandece a sua vitória
O seu nome é de nobreza
Tem uma alma generosa
Sabes bens quem tu és
E também sua missão
Usando sua criatividade
Poderá vencer seus medos
E te honrará feito um leão
Não teimas, nem fujas André
Você é forte, você é grande
Dentro de ti mora um leão
Com a força de sua coragem
Vencerá seu próprio ego
Sendo justo liderará o mundo
A caminho da força da união
Pedro Junqueira Franco de Castro 17/08/2011 12:06
terça-feira, 9 de agosto de 2011
R.I.P Amy
R.I.P Amy
A estrela se vai com o sol
Mas seu brilho ainda ecoa
Apesar do ruído dos porcos
A lama na manhã não te suja
Um diamante nunca se mancha
Queríamos poder te ajudar
Salvar-te da solidão escura
Com tantas mãos te apontando
Ficou difícil pra você enxergar
As mãos que queriam te lapidar
Depois de tantos jogos de azar
O amor ainda queria te levar
Mas você sabia brincar de deus
As ficham continuavam a cair
Você escolheu ser a próxima
Hoje me vi acordando sozinho
Você não esta mais entre nós
Mas sua voz ainda toca no radio
Sinto novamente sua presença
Ela está a secar minhas lagrimas
Ela foi se entregando aos poucos
Eu poderia ter ido vê-la no show
Despeço-me apenas com palavras
Ela volta a ser diamante negro
Na escuridão do céu estrelado
Fico com a lembrança doce
Da inquietude de sua alma
Que viveu para expressar
Não é preciso viver muito
Para vencer e ser eterna
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:14 09/08/2011
A estrela se vai com o sol
Mas seu brilho ainda ecoa
Apesar do ruído dos porcos
A lama na manhã não te suja
Um diamante nunca se mancha
Queríamos poder te ajudar
Salvar-te da solidão escura
Com tantas mãos te apontando
Ficou difícil pra você enxergar
As mãos que queriam te lapidar
Depois de tantos jogos de azar
O amor ainda queria te levar
Mas você sabia brincar de deus
As ficham continuavam a cair
Você escolheu ser a próxima
Hoje me vi acordando sozinho
Você não esta mais entre nós
Mas sua voz ainda toca no radio
Sinto novamente sua presença
Ela está a secar minhas lagrimas
Ela foi se entregando aos poucos
Eu poderia ter ido vê-la no show
Despeço-me apenas com palavras
Ela volta a ser diamante negro
Na escuridão do céu estrelado
Fico com a lembrança doce
Da inquietude de sua alma
Que viveu para expressar
Não é preciso viver muito
Para vencer e ser eterna
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:14 09/08/2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Poema de admiração secreto
Poema de admiração secreto
Existem momentos que nos fazem parar
Instantes que duram uma eternidade
Mesmo que momentaneamente são eternos
Parecem trazer uma mensagem do divino
Foi assim à primeira vez que eu te vi
Como um anjo você me trouxe o céu
E me deixou em paz em plena terra
Nosso encontro foi apenas de relance
Mas bem que podia ser romance
Aquele seu sorriso cativante
Que nem para mim devia ser
Marcou em minha memoria
O inicio de uma historia
Que para ser feliz precisa de você
Depois do nosso breve encontro
Passei a te procurar e encontrar
Em meus pensamentos você está
Torci pelo acaso ou o destino
Minha vida na sua de novo encostar
Cada minuto distante do seu olhar
Fazia calar a boca que queria te beijar
Você pode até não ser o mais belo
Ou até mesmo não ser o ultimo
E com certeza não será o primeiro
Mas para mim você é tudo isso
E até mesmo muito mais
Pois um dia vi no seu olhar
Que eu poderia te fazer feliz
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:28 09/05/2011
Existem momentos que nos fazem parar
Instantes que duram uma eternidade
Mesmo que momentaneamente são eternos
Parecem trazer uma mensagem do divino
Foi assim à primeira vez que eu te vi
Como um anjo você me trouxe o céu
E me deixou em paz em plena terra
Nosso encontro foi apenas de relance
Mas bem que podia ser romance
Aquele seu sorriso cativante
Que nem para mim devia ser
Marcou em minha memoria
O inicio de uma historia
Que para ser feliz precisa de você
Depois do nosso breve encontro
Passei a te procurar e encontrar
Em meus pensamentos você está
Torci pelo acaso ou o destino
Minha vida na sua de novo encostar
Cada minuto distante do seu olhar
Fazia calar a boca que queria te beijar
Você pode até não ser o mais belo
Ou até mesmo não ser o ultimo
E com certeza não será o primeiro
Mas para mim você é tudo isso
E até mesmo muito mais
Pois um dia vi no seu olhar
Que eu poderia te fazer feliz
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:28 09/05/2011
Orgulho de ser
Orgulho de ser
Eu sou eu sem mascara
Sem maquiar ou disfarçar
Pergunte-me quem sou eu
Não lhe direi em palavras
Mas cada gesto será o sim
Eu sou onde não estou
Caminho aonde não vou
Não sigo meus passos
Não apago meus rastros
Esqueço minhas vontades
Sou eu quando sinto fome
Quando me pego em fogo
Grito na pele o canto da carne
Sou as minhas necessidades
Apenas um animal irracional
Não sou eu quando penso
Quando como sem fome
Grita na pele o grande ego
Sou a fumaça da largarta
Não preciso mais quero
Sou eu a minha infância
Aquilo que sentia e queria
Berrava a carência de ser
Faminto por sensações
Ser curioso por natureza
Mas o fato de ser
Me faz igual a você
Sou mais um humano
Entre muitos seres
Orgulhoso de viver
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:36 04/08/2011
Eu sou eu sem mascara
Sem maquiar ou disfarçar
Pergunte-me quem sou eu
Não lhe direi em palavras
Mas cada gesto será o sim
Eu sou onde não estou
Caminho aonde não vou
Não sigo meus passos
Não apago meus rastros
Esqueço minhas vontades
Sou eu quando sinto fome
Quando me pego em fogo
Grito na pele o canto da carne
Sou as minhas necessidades
Apenas um animal irracional
Não sou eu quando penso
Quando como sem fome
Grita na pele o grande ego
Sou a fumaça da largarta
Não preciso mais quero
Sou eu a minha infância
Aquilo que sentia e queria
Berrava a carência de ser
Faminto por sensações
Ser curioso por natureza
Mas o fato de ser
Me faz igual a você
Sou mais um humano
Entre muitos seres
Orgulhoso de viver
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:36 04/08/2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
As vinte e sete badaladas
As vinte e sete badaladas
Eu o clamo pássaro escuro
Que passa por cima da janela
Se escondendo em casa esquina
Perdido na cidade grande
Sobrevoando campos esparsos
Mostre-me o outro lado
Somente quando for necessário
Não espere os vinte sete sinos
Nem os cem anos de solidão
As pessoas que enfrentam a morte
São as que mais a temem
As pessoas que anestesiam a dor
São as que mais a sentem
Eu não enfrento a morte
Eu não temo minha dor
Minha morte já foi anunciada
Minha dor já foi premeditada
No momento que pisei o mundo
Homens orgulhosos caminham no abismo
Estão entre a vida e a morte, no caos
Você seria capaz de beber seu sangue,
Só para não entrega-lo a morte?
Qual parte de seu coração entregaria,
Para poder brincar nos campos esparsos?
Aonde colocaria seu orgulho,
Quando ela batesse a porta?
Esconda-o antes que ela te toque
Pedro Junqueira Franco de Castro 27/07/2011 04:39
Eu o clamo pássaro escuro
Que passa por cima da janela
Se escondendo em casa esquina
Perdido na cidade grande
Sobrevoando campos esparsos
Mostre-me o outro lado
Somente quando for necessário
Não espere os vinte sete sinos
Nem os cem anos de solidão
As pessoas que enfrentam a morte
São as que mais a temem
As pessoas que anestesiam a dor
São as que mais a sentem
Eu não enfrento a morte
Eu não temo minha dor
Minha morte já foi anunciada
Minha dor já foi premeditada
No momento que pisei o mundo
Homens orgulhosos caminham no abismo
Estão entre a vida e a morte, no caos
Você seria capaz de beber seu sangue,
Só para não entrega-lo a morte?
Qual parte de seu coração entregaria,
Para poder brincar nos campos esparsos?
Aonde colocaria seu orgulho,
Quando ela batesse a porta?
Esconda-o antes que ela te toque
Pedro Junqueira Franco de Castro 27/07/2011 04:39
Profanando minha amada
Profanando minha amada
Escute-me com calma minha querida
Deixe-me levar um pouco de profano
Até a superfície do seu mundo divino
Eu sei que por baixo desse manto
Suas pernas estão pegando fogo
Não dê ouvidos ao que ele disse
Ele é apenas um velho perdido
Mostrarei a verdadeira chama
Queimaremos na fogueira
Venha ser pagã ao meu lado
Deixe de lado seus velhos amigos
Eles só querem nos manter distantes
São escravos carentes com medo
A solidão os apavora de madrugada
Venha ser sozinha ao meu lado
Esqueça as mentiras de seus pais
Eles não sabem nada sobre mim
Querem te fazer santa em um altar
Deixe eu te levar a um lugar seguro
No meu esconderijo só eu e você
Dê ouvidos as palavras desse vampiro
Você não tem mais tempo para hesitar
Quando seu medo passar eu te levo
Ao meu santuário envenenado
Deixe-me tocar sua áurea branca
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:33 27/07/2011
Escute-me com calma minha querida
Deixe-me levar um pouco de profano
Até a superfície do seu mundo divino
Eu sei que por baixo desse manto
Suas pernas estão pegando fogo
Não dê ouvidos ao que ele disse
Ele é apenas um velho perdido
Mostrarei a verdadeira chama
Queimaremos na fogueira
Venha ser pagã ao meu lado
Deixe de lado seus velhos amigos
Eles só querem nos manter distantes
São escravos carentes com medo
A solidão os apavora de madrugada
Venha ser sozinha ao meu lado
Esqueça as mentiras de seus pais
Eles não sabem nada sobre mim
Querem te fazer santa em um altar
Deixe eu te levar a um lugar seguro
No meu esconderijo só eu e você
Dê ouvidos as palavras desse vampiro
Você não tem mais tempo para hesitar
Quando seu medo passar eu te levo
Ao meu santuário envenenado
Deixe-me tocar sua áurea branca
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:33 27/07/2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Atrás dos muros da mente
Atrás dos muros da mente
Somos tijolos de um muro
Podemos quebra-lo
Esquecer do velho muro
Construir uma ponte
Não adianta ficar alienado
Preso nesse velho muro
Você é mais um tijolo
Pule fora desse muro
Fruto da mente humana
Se é tudo de nossa mente
Se nós somos a engrenagem
Porque não construir pontes
Com os tijolos do velho muro
Use uma nova engrenagem
Um pouco confortável
Sem precisar de culpas
Esqueça velhos castigos
Permita-se ser ponte
E então você me verá
Não como um verme
Mas como o tijolo
Que você também é
Muros tapam nosso céu azul
Separam o belo do real
Pontes servem para unir
A realidade com a fantasia
O azul com o cinza das pessoas
Quando buracos vazios
Surgirem no muro
Você poderá ver
O confortável azul
Esqueça os dois martelos
Que batem na sua cabeça
Use-os para quebrar seu crânio
E se liberte da realidade cruel
Que uma mente insana cria
Escute os corações
Batendo atrás do muro
Quebre o gelo de sua alma
Seu coração vai voar
Se deixe sentir sem pensar
O muro é largo e alto
Mas é preciso saltar
Feche seus olhos
Caia confortavelmente
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:24 25/07/2011
Somos tijolos de um muro
Podemos quebra-lo
Esquecer do velho muro
Construir uma ponte
Não adianta ficar alienado
Preso nesse velho muro
Você é mais um tijolo
Pule fora desse muro
Fruto da mente humana
Se é tudo de nossa mente
Se nós somos a engrenagem
Porque não construir pontes
Com os tijolos do velho muro
Use uma nova engrenagem
Um pouco confortável
Sem precisar de culpas
Esqueça velhos castigos
Permita-se ser ponte
E então você me verá
Não como um verme
Mas como o tijolo
Que você também é
Muros tapam nosso céu azul
Separam o belo do real
Pontes servem para unir
A realidade com a fantasia
O azul com o cinza das pessoas
Quando buracos vazios
Surgirem no muro
Você poderá ver
O confortável azul
Esqueça os dois martelos
Que batem na sua cabeça
Use-os para quebrar seu crânio
E se liberte da realidade cruel
Que uma mente insana cria
Escute os corações
Batendo atrás do muro
Quebre o gelo de sua alma
Seu coração vai voar
Se deixe sentir sem pensar
O muro é largo e alto
Mas é preciso saltar
Feche seus olhos
Caia confortavelmente
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:24 25/07/2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Minha poesia, minha vida
Minha poesia, minha vida
A poesia é minha religião
Ela é meu teto e meu chão
È nela que acontece o encontro
Da minha alma, mente e coração
Foi nela que fiz minha morada
Nela eu descanso em paz
Na poesia está o sentido da vida
Ela vai se tornando meu caminho
A cada passo que dou em sua areia
Uma pegada fica marcada na terra
Espero a deixar para quem chegar
E mudar o mundo a minha volta
Com a poesia vou aprendo a mudança
Nela eu medito minhas preocupações
Deixo-a ocupar o vazio de meu peito
Coloco nela todos meus anseios
Reflito sobre os meus medos
Busco o melhor que posso doar
Minha poesia é minha missão
Foi nela que encontrei o canto
Que me leva a servir ao mundo
Ela é minha mais bela oração
Pois quando com ela estou
Sinto-me falando com Deus
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:33 20/07/2011
A poesia é minha religião
Ela é meu teto e meu chão
È nela que acontece o encontro
Da minha alma, mente e coração
Foi nela que fiz minha morada
Nela eu descanso em paz
Na poesia está o sentido da vida
Ela vai se tornando meu caminho
A cada passo que dou em sua areia
Uma pegada fica marcada na terra
Espero a deixar para quem chegar
E mudar o mundo a minha volta
Com a poesia vou aprendo a mudança
Nela eu medito minhas preocupações
Deixo-a ocupar o vazio de meu peito
Coloco nela todos meus anseios
Reflito sobre os meus medos
Busco o melhor que posso doar
Minha poesia é minha missão
Foi nela que encontrei o canto
Que me leva a servir ao mundo
Ela é minha mais bela oração
Pois quando com ela estou
Sinto-me falando com Deus
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:33 20/07/2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Amor é verbo
Amor é verbo
O amor não está em palavras
Ainda que possam ser amáveis
Elas enganam e são traiçoeiras
Troque uma letra de lugar
E aquilo que estava aqui
Vai-se sem se explicar
O amor só é verdade
Com o ato consumado
Logo confie nos gestos
No brilho do olhar
E no calor do corpo
Se o coração bater forte
O silencio for conforto
E a mão tocar o coração
O sentimento é sincero
As palavras serão fortes
E ligarão os corações
Eu posso dizer eu te amo
Sem nunca ter amado
Prometer o impossível
Sem fazer o possível
As palavras só tem valor
Quando confirmadas por atos
E o amor só será amar
Quando eu me sentir amado
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:01 19/07/2011
O amor não está em palavras
Ainda que possam ser amáveis
Elas enganam e são traiçoeiras
Troque uma letra de lugar
E aquilo que estava aqui
Vai-se sem se explicar
O amor só é verdade
Com o ato consumado
Logo confie nos gestos
No brilho do olhar
E no calor do corpo
Se o coração bater forte
O silencio for conforto
E a mão tocar o coração
O sentimento é sincero
As palavras serão fortes
E ligarão os corações
Eu posso dizer eu te amo
Sem nunca ter amado
Prometer o impossível
Sem fazer o possível
As palavras só tem valor
Quando confirmadas por atos
E o amor só será amar
Quando eu me sentir amado
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:01 19/07/2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Sozinho com uma canção
Sozinho com uma canção
Uma canção é tudo que preciso
Nessa madrugada escura e fria
Tocando e tocando minha alma
Fazendo-me sair da minha jaula
Espantando meus demônios
Quando me sinto triste
Minhas lagrimas caem em seu ritmo
Melancolicamente me mostrando
Que a vida não termina aqui
Quando me sinto alegre
Ela faz minha festa acontecer
Agitando cada célula do meu corpo
Fazendo-me dançar até o sol raiar
Quando me emociono
Ela abre meu coração
Arrepiando todo pelo de meu corpo
Deixando meus olhos molhados
Da maneira mais bonita
Ela me passa sua mensagem
Abrindo as portas do meu coração
Ela conhece o caminho da minha alma
Eu nunca me sinto sozinho
Estou na sua companhia
Uma canção tocando minha alma
Lembrando-me que lá fora
Sempre haverá alguém a tocar
Cantemos essa canção juntos
Deixemo-la fazer o dia raiar
Espantando todo mal do mundo
Levando esperança aos corações
Libertando as pessoas para amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:28 06/07/2011
Uma canção é tudo que preciso
Nessa madrugada escura e fria
Tocando e tocando minha alma
Fazendo-me sair da minha jaula
Espantando meus demônios
Quando me sinto triste
Minhas lagrimas caem em seu ritmo
Melancolicamente me mostrando
Que a vida não termina aqui
Quando me sinto alegre
Ela faz minha festa acontecer
Agitando cada célula do meu corpo
Fazendo-me dançar até o sol raiar
Quando me emociono
Ela abre meu coração
Arrepiando todo pelo de meu corpo
Deixando meus olhos molhados
Da maneira mais bonita
Ela me passa sua mensagem
Abrindo as portas do meu coração
Ela conhece o caminho da minha alma
Eu nunca me sinto sozinho
Estou na sua companhia
Uma canção tocando minha alma
Lembrando-me que lá fora
Sempre haverá alguém a tocar
Cantemos essa canção juntos
Deixemo-la fazer o dia raiar
Espantando todo mal do mundo
Levando esperança aos corações
Libertando as pessoas para amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:28 06/07/2011
Pais e Filhos, a lição de geração a geração.
Pais e Filhos, a lição de geração a geração.
Todo ato começa pela mão de um pai
E termina pela resposta de um filho
A mão erguida mesmo que merecida
Pode ser mal compreendida
E um ato isolado de violência
Se espalhar por um mundo sem razão
Os pais precisam ser líderes
E para isso precisam escutar
Escutar as necessidades de um filho
E esquecer-se de fazer suas vontades
O não às vezes tem mais valor que o sim
Às vezes é preciso tirar para saber dar
Pais precisam estar presentes
Não a toda hora e todo momento
Mas ao menos na hora pontual
No momento em que sua ausência
Pode marcar o fim da confiança
Deixando um vazio na infância
Para serem bons lideres
Os pais precisam de paciência
Saber que os filhos vão errar
Até mais e pior que eles mesmos
Mas que cometeriam erro maior
Ao perder o controle diante do erro
Para serem lideres dos filhos
Os pais precisam os respeitar
Mostrar o caminho a seguir
Sem nunca levantar a mão
Respeitar o caminho escolhido
Mesmo não sendo o sonhado
Os pais precisam ser honestos
Jogar as palavras sobre a mesa
Mesmo que incomodem no inicio
Todo incomodo serve de estimulo
Sendo companheiros da verdade
Os pais dificilmente se enganam
Se mesmo assim os pais errarem
Aos filhos apenas cabe perdoar
Com a humildade de quem vê
Que com toda sua abnegação
Os pais só queriam dar aos filhos
Uma educação melhor que a recebida
Enfim pais e filhos devem dar as mãos
A vida é o momento do arrependimento
Na vida está a hora da compreensão
Só na vida temos a chance do perdão
E para corrgir os erros do passado
È necessario se amar no presente
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:49 12/07/2011
Todo ato começa pela mão de um pai
E termina pela resposta de um filho
A mão erguida mesmo que merecida
Pode ser mal compreendida
E um ato isolado de violência
Se espalhar por um mundo sem razão
Os pais precisam ser líderes
E para isso precisam escutar
Escutar as necessidades de um filho
E esquecer-se de fazer suas vontades
O não às vezes tem mais valor que o sim
Às vezes é preciso tirar para saber dar
Pais precisam estar presentes
Não a toda hora e todo momento
Mas ao menos na hora pontual
No momento em que sua ausência
Pode marcar o fim da confiança
Deixando um vazio na infância
Para serem bons lideres
Os pais precisam de paciência
Saber que os filhos vão errar
Até mais e pior que eles mesmos
Mas que cometeriam erro maior
Ao perder o controle diante do erro
Para serem lideres dos filhos
Os pais precisam os respeitar
Mostrar o caminho a seguir
Sem nunca levantar a mão
Respeitar o caminho escolhido
Mesmo não sendo o sonhado
Os pais precisam ser honestos
Jogar as palavras sobre a mesa
Mesmo que incomodem no inicio
Todo incomodo serve de estimulo
Sendo companheiros da verdade
Os pais dificilmente se enganam
Se mesmo assim os pais errarem
Aos filhos apenas cabe perdoar
Com a humildade de quem vê
Que com toda sua abnegação
Os pais só queriam dar aos filhos
Uma educação melhor que a recebida
Enfim pais e filhos devem dar as mãos
A vida é o momento do arrependimento
Na vida está a hora da compreensão
Só na vida temos a chance do perdão
E para corrgir os erros do passado
È necessario se amar no presente
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:49 12/07/2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
O voo do amor
O voo do amor
Abra seus olhos e se deixe levar
Uma nova canção irá começar
Ela já foi cantada e decorada
Acabou esquecida no tempo
Nossa velha canção do amor
Enxergue o invisível junto comigo
Caminhe no escuro de mãos dadas
Deixe-me te levar até seu coração
Até o fim de qualquer começo
O caminho sempre será o amor
Livre-se de todo mal que chegar
Deixe passar qualquer fraqueza
Esqueça-se de qualquer incerteza
Um dia sua busca chega ao fim
É só você deixar o amor ficar
Buscamos sempre um novo caminho
Um novo destino para humanidade
Uma nova resposta para a vida
Tudo que precisamos é deixar
Deixar tudo de lado e amar
Abre seus olhos
Só o amor pode te fazer voar
Para além do universo
Deixe estar...
Toda guerra acaba em paz,
Toda escuridão acaba com a luz,
Todo ódio acaba quando chega o amor...
Eu busquei uma forma de expressar
Com algumas palavras tentei te acordar
Despertar minha bela para a verdade
Não existe revolta que não se vença
A maior revolução é o amor
Talvez se todos acordarmos
E nos dermos às mãos
A mudança será real
E poderemos viver...
Viver para a única causa da vida...
Poderemos viver para amar...
Pedro Junqueira Franco de Castro 18:13 05/07/2011
Abra seus olhos e se deixe levar
Uma nova canção irá começar
Ela já foi cantada e decorada
Acabou esquecida no tempo
Nossa velha canção do amor
Enxergue o invisível junto comigo
Caminhe no escuro de mãos dadas
Deixe-me te levar até seu coração
Até o fim de qualquer começo
O caminho sempre será o amor
Livre-se de todo mal que chegar
Deixe passar qualquer fraqueza
Esqueça-se de qualquer incerteza
Um dia sua busca chega ao fim
É só você deixar o amor ficar
Buscamos sempre um novo caminho
Um novo destino para humanidade
Uma nova resposta para a vida
Tudo que precisamos é deixar
Deixar tudo de lado e amar
Abre seus olhos
Só o amor pode te fazer voar
Para além do universo
Deixe estar...
Toda guerra acaba em paz,
Toda escuridão acaba com a luz,
Todo ódio acaba quando chega o amor...
Eu busquei uma forma de expressar
Com algumas palavras tentei te acordar
Despertar minha bela para a verdade
Não existe revolta que não se vença
A maior revolução é o amor
Talvez se todos acordarmos
E nos dermos às mãos
A mudança será real
E poderemos viver...
Viver para a única causa da vida...
Poderemos viver para amar...
Pedro Junqueira Franco de Castro 18:13 05/07/2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Deuses do nosso destino
Deuses do nosso destino
A vida nem sempre nos dá o caminho
Mas não se desespere ao procurar
Nosso caminho quem dá é o coração
E para ver no coração nossa essência
É preciso um pouco mais de calma
Vá trilhando seu caminho tranquilo
Sempre com a sua cabeça erguida
Sem precisar vender a sua paz
Não tenha medo de errar na escolha
Erra quem não se entrega por inteiro
Quem não mergulha naquilo que faz
Não é a escolha que te satisfaz
Muitos não puderam escolher
Dedicaram-se de olhos fechados
Pois sabiam que a verdadeira missão
É viver para servir a humanidade
Não é preciso andar com pressa
Viva cada coisa em seu momento
A vida é curta se vivida no futuro
Longa se esquecida no passado
E eterna se vivida no presente
Ainda que ela termine amanhã
O importante foi ter feito hoje
O melhor que você podia agora
Como deuses de nosso destino
Foi nos dado o poder da escolha
Somos livres para arbitrar
Responsáveis pelo caminho
Merecedores de nossas honras
E como já dizia o poetinha camarada:
“A coisa mais divina que há no mundo
É viver cada segundo como nunca mais.”
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:43 01/07/2011
A vida nem sempre nos dá o caminho
Mas não se desespere ao procurar
Nosso caminho quem dá é o coração
E para ver no coração nossa essência
É preciso um pouco mais de calma
Vá trilhando seu caminho tranquilo
Sempre com a sua cabeça erguida
Sem precisar vender a sua paz
Não tenha medo de errar na escolha
Erra quem não se entrega por inteiro
Quem não mergulha naquilo que faz
Não é a escolha que te satisfaz
Muitos não puderam escolher
Dedicaram-se de olhos fechados
Pois sabiam que a verdadeira missão
É viver para servir a humanidade
Não é preciso andar com pressa
Viva cada coisa em seu momento
A vida é curta se vivida no futuro
Longa se esquecida no passado
E eterna se vivida no presente
Ainda que ela termine amanhã
O importante foi ter feito hoje
O melhor que você podia agora
Como deuses de nosso destino
Foi nos dado o poder da escolha
Somos livres para arbitrar
Responsáveis pelo caminho
Merecedores de nossas honras
E como já dizia o poetinha camarada:
“A coisa mais divina que há no mundo
É viver cada segundo como nunca mais.”
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:43 01/07/2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A velha canção da eternidade
A velha canção da eternidade
As pessoas nunca se vão por inteiro
Uma parte delas sempre fica no vento
Basta você sentir a brisa em seu rosto
Um mar de lembranças tocará seu peito
O amor que ela deixou se faz presente
Nutrindo a eterna saudade do inesquecível
Ainda que elas não estejam fisicamente
Sua presença ainda é sentida no amor
Basta uma lagrima para fazer lembrar
Tocando bem no fundo de sua alma
Sua canção ainda está voando ao vento
Cantando a lição que se deixou de herança
Aquilo que era matéria se foi
Voltou para o ciclo da vida
Não adianta procurar na matéria
O que restou está na alma
Ainda que não possamos tocar
Podemos fantasiar o abraço
E sentir novamente o beijo
As sensações não se vão
Estão guardadas no coração
Se te faz bem crie o céu
Mas lembre-se o céu é alma
Tudo no céu é feito de luz
O céu é uma energia infinita
E essa luz que se vai também fica
Fica nos nossos sonhos
Basta sonhar para tocar sua alma
Fica nos nossos corações
Basta amar para sentir sua presença
Esqueça a frase não dita
Esqueça a palavra ferida
A vida não volta atrás
E se existe saudade
Também existiu o amor
Guarde as boas lembranças
A lição que foi ensinada
E aquela velha esperança
De na eternidade se encontrar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:43 29/06/2011
As pessoas nunca se vão por inteiro
Uma parte delas sempre fica no vento
Basta você sentir a brisa em seu rosto
Um mar de lembranças tocará seu peito
O amor que ela deixou se faz presente
Nutrindo a eterna saudade do inesquecível
Ainda que elas não estejam fisicamente
Sua presença ainda é sentida no amor
Basta uma lagrima para fazer lembrar
Tocando bem no fundo de sua alma
Sua canção ainda está voando ao vento
Cantando a lição que se deixou de herança
Aquilo que era matéria se foi
Voltou para o ciclo da vida
Não adianta procurar na matéria
O que restou está na alma
Ainda que não possamos tocar
Podemos fantasiar o abraço
E sentir novamente o beijo
As sensações não se vão
Estão guardadas no coração
Se te faz bem crie o céu
Mas lembre-se o céu é alma
Tudo no céu é feito de luz
O céu é uma energia infinita
E essa luz que se vai também fica
Fica nos nossos sonhos
Basta sonhar para tocar sua alma
Fica nos nossos corações
Basta amar para sentir sua presença
Esqueça a frase não dita
Esqueça a palavra ferida
A vida não volta atrás
E se existe saudade
Também existiu o amor
Guarde as boas lembranças
A lição que foi ensinada
E aquela velha esperança
De na eternidade se encontrar
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:43 29/06/2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Amor em Gênesis
Amor em Gênesis
Quando não havia nada
O universo era só ausência
Dois opostos foram atraídos
Era o amor criando mundos
Da explosão da paixão
Fez-se o céu e as estrelas
Formados pela atração
Unidos pelas afinidades
Depois da explosão da paixão
O amor pôs tudo em ordem
Quando só existia matéria
O planeta era um átomo a mais
Duas moléculas foram atraídas
Era o amor criando a vida
Da fúria dos vulcões
Fez-se a atmosfera e a agua
Formados pela confusão
Separados pelas diferenças
Depois da confusão da fúria
O amor pôs tudo no lugar
Quando os seres eram aquáticos
A vida vivia mergulhada na agua
Dois seres foram atraídos
Era o amor diversificando
Da mistura de orgânicos
Fez-se o vegetal e o animal
Formados pelas tentativas
Separados por particularidades
Depois da diversão da mistura
O amor pôs cada um em seu lugar
Quando tudo parecia já feito
A vida parecia até ser perfeita
Duas metades se uniram
Era o amor na forma mais plena
Da mistura de dois gametas
Fez-se o homem e a mulher
Formados pela unificação
Separados pela evolução
Depois do fluxo dos gametas
O amor se instalou no ser
Quando o fim era certo
A vida já se via completa
Novos encontros se fizeram
Era o amor sempre fluindo
Misturando as diferenças
Fazendo novos seres
Trilando novos caminhos
Criando possibilidades
Em direção ao infinito
Vai caminhando o amor
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:07 28/06/2011
Quando não havia nada
O universo era só ausência
Dois opostos foram atraídos
Era o amor criando mundos
Da explosão da paixão
Fez-se o céu e as estrelas
Formados pela atração
Unidos pelas afinidades
Depois da explosão da paixão
O amor pôs tudo em ordem
Quando só existia matéria
O planeta era um átomo a mais
Duas moléculas foram atraídas
Era o amor criando a vida
Da fúria dos vulcões
Fez-se a atmosfera e a agua
Formados pela confusão
Separados pelas diferenças
Depois da confusão da fúria
O amor pôs tudo no lugar
Quando os seres eram aquáticos
A vida vivia mergulhada na agua
Dois seres foram atraídos
Era o amor diversificando
Da mistura de orgânicos
Fez-se o vegetal e o animal
Formados pelas tentativas
Separados por particularidades
Depois da diversão da mistura
O amor pôs cada um em seu lugar
Quando tudo parecia já feito
A vida parecia até ser perfeita
Duas metades se uniram
Era o amor na forma mais plena
Da mistura de dois gametas
Fez-se o homem e a mulher
Formados pela unificação
Separados pela evolução
Depois do fluxo dos gametas
O amor se instalou no ser
Quando o fim era certo
A vida já se via completa
Novos encontros se fizeram
Era o amor sempre fluindo
Misturando as diferenças
Fazendo novos seres
Trilando novos caminhos
Criando possibilidades
Em direção ao infinito
Vai caminhando o amor
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:07 28/06/2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Problemas, paradigmas, limites e fins.
Problemas, paradigmas, limites e fins.
Não existe problema sem solução
Você pode tentar fugir em vão
Mas assim como o problema
A solução também está em você
Não há paradigma que não se quebre
Cada um constrói o seu com o que a vida deu
Mas a vida sempre dá um novo horizonte
E com eles novos paradigmas podem nascer
Não dê muita importância aos limites
Agora é a hora de superara-los
A vida é o campo da possibilidade
A impossibilidade reside na morte
Não temos como viver só de fim
Nossa vida é sempre cíclica
Há sempre um novo começo
No final de cada término
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:00 22/06/2011
Não existe problema sem solução
Você pode tentar fugir em vão
Mas assim como o problema
A solução também está em você
Não há paradigma que não se quebre
Cada um constrói o seu com o que a vida deu
Mas a vida sempre dá um novo horizonte
E com eles novos paradigmas podem nascer
Não dê muita importância aos limites
Agora é a hora de superara-los
A vida é o campo da possibilidade
A impossibilidade reside na morte
Não temos como viver só de fim
Nossa vida é sempre cíclica
Há sempre um novo começo
No final de cada término
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:00 22/06/2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Ponte da amizade
Ponte da amizade
Tudo bem se quiseres partir
Mas se ficares posso te prometer
Terás sempre meu sorriso sincero
Minhas palavras sempre serão doces
Ainda que precisem ser honestas
Meus ouvidos sempre atentos
Mesmo que suas palavras calem
Eu serei sempre um guardião
Com zelo guardarei nosso templo
Não te forçarei a ficares
Mas se assim quiseres prometerei
Meu olhar fará festa sempre que te ver
Minha coragem será fiel a sua vontade
E quando sua vontade for desistir
Meu compromisso será em te levantar
Mesmo que para isso precise fantasiar
Eu serei sempre um bom irmão
Comprometido cuidarei de nosso jardim
E se tudo isso não servir
Se mesmo assim tiveres que partir
Voltas, pois sempre estarei aqui
Seus segredos estarão no velho cofre
Ainda terei um baú de conselhos pra ti
Continuarei sendo só ouvidos
Nossas conversas ainda aquecerão
Minha mão estará te esperando
Para formarmos novamente
Nossa velha ponte da amizade
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:42 21/06/2011
Tudo bem se quiseres partir
Mas se ficares posso te prometer
Terás sempre meu sorriso sincero
Minhas palavras sempre serão doces
Ainda que precisem ser honestas
Meus ouvidos sempre atentos
Mesmo que suas palavras calem
Eu serei sempre um guardião
Com zelo guardarei nosso templo
Não te forçarei a ficares
Mas se assim quiseres prometerei
Meu olhar fará festa sempre que te ver
Minha coragem será fiel a sua vontade
E quando sua vontade for desistir
Meu compromisso será em te levantar
Mesmo que para isso precise fantasiar
Eu serei sempre um bom irmão
Comprometido cuidarei de nosso jardim
E se tudo isso não servir
Se mesmo assim tiveres que partir
Voltas, pois sempre estarei aqui
Seus segredos estarão no velho cofre
Ainda terei um baú de conselhos pra ti
Continuarei sendo só ouvidos
Nossas conversas ainda aquecerão
Minha mão estará te esperando
Para formarmos novamente
Nossa velha ponte da amizade
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:42 21/06/2011
Noite de São João
Noite de São João
Noite de fria e alegre
No céu feito estrelas
Brilham balões de São João
Prendendo nossa atenção
Libertando nossa imaginação
Os balões estão livres
Quem os guia é a chama
Libertando-os até o céu
Presos estamos a terra
Com sonhos de liberdade
Juntos em uma quadrilha
Dançamos nossa alegria
Ainda que presos ao circulo
A união liberta nossa força
Juntos na mesma sintonia
Libertando-nos da realidade
Ainda em pensamentos livres
Estamos presos a musica
Libertando nosso corpo
Estamos presos ao vinho
Libertando nossa vergonha
Juntos de mãos dadas
Mãos que nos prendem
Libertando-nos da solidão
Livre mesmo só a chama
A chama da fogueira
Queimando em labaredas
Dançando no seu ritmo
Chegando perto das nuvens
E a chama do coração
Que nos guia feito balão
Levando-nos até o céu
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:50 20/06/2011
Noite de fria e alegre
No céu feito estrelas
Brilham balões de São João
Prendendo nossa atenção
Libertando nossa imaginação
Os balões estão livres
Quem os guia é a chama
Libertando-os até o céu
Presos estamos a terra
Com sonhos de liberdade
Juntos em uma quadrilha
Dançamos nossa alegria
Ainda que presos ao circulo
A união liberta nossa força
Juntos na mesma sintonia
Libertando-nos da realidade
Ainda em pensamentos livres
Estamos presos a musica
Libertando nosso corpo
Estamos presos ao vinho
Libertando nossa vergonha
Juntos de mãos dadas
Mãos que nos prendem
Libertando-nos da solidão
Livre mesmo só a chama
A chama da fogueira
Queimando em labaredas
Dançando no seu ritmo
Chegando perto das nuvens
E a chama do coração
Que nos guia feito balão
Levando-nos até o céu
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:50 20/06/2011
Dissabor, desprazer e desesperança
Dissabor, desprazer e desesperança
Existem esperanças medíocres
Que não nos dão o impulso
Apenas esperar já nos basta
Esperar a derrota premeditada
Esperar o fim já anunciado
Esperar num eterno dissabor
Criamos raízes no tempo
Presos na falta de querer
Existem propósitos opressores
Os quais o impulso vem de fora
Todo proposito deve vir de dentro
É de dentro que vem o prazer
É de dentro que vem o sentido
Dentro onde mora o coração
E um proposito sem emoção
Mata qualquer boa intenção
Existem prazeres que corroem
Levam momentos de euforia
Sem alimentar nossa alma
Prazeres que nos distraem
Dispersam dos nossos sonhos
Consomem horas de vida
Aproximando-nos da morte
Aumentando o vazio do viver
Podem existir meias verdades
Algo pode ser bom para alguém
Como pode ser ruim para outro
Ao se olhar através da razão
Quase tudo é relativo nessa vida
É preciso abrir os olhos do coração
O coração é capaz de dar o sentido
Para aquilo que não tem sentido
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:33 20/06/2011
Existem esperanças medíocres
Que não nos dão o impulso
Apenas esperar já nos basta
Esperar a derrota premeditada
Esperar o fim já anunciado
Esperar num eterno dissabor
Criamos raízes no tempo
Presos na falta de querer
Existem propósitos opressores
Os quais o impulso vem de fora
Todo proposito deve vir de dentro
É de dentro que vem o prazer
É de dentro que vem o sentido
Dentro onde mora o coração
E um proposito sem emoção
Mata qualquer boa intenção
Existem prazeres que corroem
Levam momentos de euforia
Sem alimentar nossa alma
Prazeres que nos distraem
Dispersam dos nossos sonhos
Consomem horas de vida
Aproximando-nos da morte
Aumentando o vazio do viver
Podem existir meias verdades
Algo pode ser bom para alguém
Como pode ser ruim para outro
Ao se olhar através da razão
Quase tudo é relativo nessa vida
É preciso abrir os olhos do coração
O coração é capaz de dar o sentido
Para aquilo que não tem sentido
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:33 20/06/2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Homenagem a minha super-madrinha
Homenagem a minha super-madrinha
Dentre todos os ofícios ela escolheu o mais justo
E ainda que tenha cursado Direito
Hoje seu oficio é de mãe, madrinha e mulher
Que cumpre com dedicação e amor
E também com muita alegria
Pois se vê realizada naquilo que faz
Como toda irmã mais velha
Ela sempre se prontifica a proteger
Defende aquilo que acredita ser justo
E assim como os super-heróis
Vai até as ultimas consequências
Ela é uma super-mãe e super-madrinha
E pro seu marido ela é a super-mulher
Ela não deixa que a busca da felicidade
E que as frescuras da sociedade
Tirem o sabor de suas pequenas alegrias
Alguns chegam a achar que ela é louca
Mas se ser louca é ser feliz
Ela deixa o julgamento de lado
E leva com ela a felicidade
Quando pequeno ela adivinhava meus desejos
Tirava da cartola aquilo que eu precisava
Na adolescência muitas vezes ela fez magica
E fez sumir as lagrimas de minha face
Hoje ela continua fazendo milagre
Sua superstição de mãe não deixa nada passar
Feliz eu que tenho uma fada madrinha
Só posso agradecer tudo que você é para mim
Minha sempre minha Dinda
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:02 14/06/2011
Dentre todos os ofícios ela escolheu o mais justo
E ainda que tenha cursado Direito
Hoje seu oficio é de mãe, madrinha e mulher
Que cumpre com dedicação e amor
E também com muita alegria
Pois se vê realizada naquilo que faz
Como toda irmã mais velha
Ela sempre se prontifica a proteger
Defende aquilo que acredita ser justo
E assim como os super-heróis
Vai até as ultimas consequências
Ela é uma super-mãe e super-madrinha
E pro seu marido ela é a super-mulher
Ela não deixa que a busca da felicidade
E que as frescuras da sociedade
Tirem o sabor de suas pequenas alegrias
Alguns chegam a achar que ela é louca
Mas se ser louca é ser feliz
Ela deixa o julgamento de lado
E leva com ela a felicidade
Quando pequeno ela adivinhava meus desejos
Tirava da cartola aquilo que eu precisava
Na adolescência muitas vezes ela fez magica
E fez sumir as lagrimas de minha face
Hoje ela continua fazendo milagre
Sua superstição de mãe não deixa nada passar
Feliz eu que tenho uma fada madrinha
Só posso agradecer tudo que você é para mim
Minha sempre minha Dinda
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:02 14/06/2011
O jardim da vida
O jardim da vida
Nossa vida é assim feito jardim
As primeiras sementes deram vida
Foram lançadas por nossos pais
Logo depois vieram as pioneiras
Lançadas pela nossa família
Dando condições para novos brotos
As pessoas entram na nossa vida
São novas sementes em nosso jardim
Algumas gostam do solo e logo brotam
Crescem a vontade sem precisar de muito
Logo criam raízes em nosso peito
E nos alimentam com seus frutos
Algumas carecem de mais cuidado
Se quisermos ver uma arvore brotar
Será preciso adubar e cuidar bem
São exóticas e muito frágeis
Mas podem trazer diversidade
Algumas são apenas flores
Surgem quase que espontaneamente
São nossas paixões momentâneas
Existem só para embelezar nosso caminho
Apenas contempla-las já basta
É certo que existem as daninhas
Sugam sem nunca servir
Estão ali só para atrapalhar
Com essas é preciso cuidado
Se deixarmos elas tomam conta
O solo desse jardim é nosso coração
É ele que vai nutrir nossos relacionamentos
O desenvolvimento de casa semente
Passa pela qualidade desses sentimentos
Nosso intelecto faz o trabalho do jardineiro
Cabe a ele adubar quando preciso
Podar as nossas arvores se necessário
Cuidar para que as daninhas não vinguem
Temos no corpo a porta de entrada
Ele permite o contato com as sementes
Se tivermos um jardim bem cuidado
Sua porta de entrada será atraente
Assim como para cuidar de um jardim
É preciso conhecer as forças vitais
Pois elas também agem no nosso jardim
E quando você a conhece bem
Seu jardim flui e se renova
Mantendo-se sempre diverso
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:22 16/06/2011
Nossa vida é assim feito jardim
As primeiras sementes deram vida
Foram lançadas por nossos pais
Logo depois vieram as pioneiras
Lançadas pela nossa família
Dando condições para novos brotos
As pessoas entram na nossa vida
São novas sementes em nosso jardim
Algumas gostam do solo e logo brotam
Crescem a vontade sem precisar de muito
Logo criam raízes em nosso peito
E nos alimentam com seus frutos
Algumas carecem de mais cuidado
Se quisermos ver uma arvore brotar
Será preciso adubar e cuidar bem
São exóticas e muito frágeis
Mas podem trazer diversidade
Algumas são apenas flores
Surgem quase que espontaneamente
São nossas paixões momentâneas
Existem só para embelezar nosso caminho
Apenas contempla-las já basta
É certo que existem as daninhas
Sugam sem nunca servir
Estão ali só para atrapalhar
Com essas é preciso cuidado
Se deixarmos elas tomam conta
O solo desse jardim é nosso coração
É ele que vai nutrir nossos relacionamentos
O desenvolvimento de casa semente
Passa pela qualidade desses sentimentos
Nosso intelecto faz o trabalho do jardineiro
Cabe a ele adubar quando preciso
Podar as nossas arvores se necessário
Cuidar para que as daninhas não vinguem
Temos no corpo a porta de entrada
Ele permite o contato com as sementes
Se tivermos um jardim bem cuidado
Sua porta de entrada será atraente
Assim como para cuidar de um jardim
É preciso conhecer as forças vitais
Pois elas também agem no nosso jardim
E quando você a conhece bem
Seu jardim flui e se renova
Mantendo-se sempre diverso
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:22 16/06/2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Anjos de uma asa só
Anjos de uma asa só
Somos anjos de uma só asa
E precisamos de um par para voar
Somos o fruto da maça proibida
E precisamos parti-la para amar
Somos metades de deuses na terra
E precisamos de um par para reinar
Somos nuvens isoladas em um céu
E precisamos se unir para fazer chover
Andamos pelo mundo querendo encontrar
Encontrar amores e amigos que nos façam voar
Metades de maça para o nosso amor alimentar
Outros semideuses para criarmos mundos
E nuvens carregadas de sonhos para fazer chover
Algumas vezes nos prometem o voo
Mas o que recebemos é a queda
Nos fechamos feito anjos caídos
Mas o tempo cura nossa asa
Apitos a mais um voo tentar
Algumas vezes nos prometem um mundo
Mas que por ser feito de areia desmorona
Despertamos a nossa fúria de deuses
Mas o tempo acalma o tufão
E novos mundos podemos erguer
Algumas vezes repartimos a maça
Mas uma das partes vem envenenada
Envenenados caímos no sono profundo
Mas logo um beijo quebra o encanto
E um novo amor vem alimentar
Algumas vezes juntamos nossa nuvem
Mas não gostamos do desenho formado
Grandes nuvens negras se formam
Mas logo que um raio nos parta
Precipitamos novamente em gotas de amor
Cair, se envenenar, desmoronar e chorar
Tudo isso faz parte do amar
E de nada adianta querermos se isolar
Dentro de nos temos um universo
Precisamos dividi-lo com o mundo
Seja com amigos
Seja com amores
Seja com quer for
Universos se atraem
Anjos precisam voar
Maças carecem de bocas
Nuvens cruzam o caminho
Deuses criam mundos
Mundos são feitos de sonhos
E sonhos só fazem realidades
Quando damos as mãos
Encontrando no amor a salvação
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:00 13/06/2011
Somos anjos de uma só asa
E precisamos de um par para voar
Somos o fruto da maça proibida
E precisamos parti-la para amar
Somos metades de deuses na terra
E precisamos de um par para reinar
Somos nuvens isoladas em um céu
E precisamos se unir para fazer chover
Andamos pelo mundo querendo encontrar
Encontrar amores e amigos que nos façam voar
Metades de maça para o nosso amor alimentar
Outros semideuses para criarmos mundos
E nuvens carregadas de sonhos para fazer chover
Algumas vezes nos prometem o voo
Mas o que recebemos é a queda
Nos fechamos feito anjos caídos
Mas o tempo cura nossa asa
Apitos a mais um voo tentar
Algumas vezes nos prometem um mundo
Mas que por ser feito de areia desmorona
Despertamos a nossa fúria de deuses
Mas o tempo acalma o tufão
E novos mundos podemos erguer
Algumas vezes repartimos a maça
Mas uma das partes vem envenenada
Envenenados caímos no sono profundo
Mas logo um beijo quebra o encanto
E um novo amor vem alimentar
Algumas vezes juntamos nossa nuvem
Mas não gostamos do desenho formado
Grandes nuvens negras se formam
Mas logo que um raio nos parta
Precipitamos novamente em gotas de amor
Cair, se envenenar, desmoronar e chorar
Tudo isso faz parte do amar
E de nada adianta querermos se isolar
Dentro de nos temos um universo
Precisamos dividi-lo com o mundo
Seja com amigos
Seja com amores
Seja com quer for
Universos se atraem
Anjos precisam voar
Maças carecem de bocas
Nuvens cruzam o caminho
Deuses criam mundos
Mundos são feitos de sonhos
E sonhos só fazem realidades
Quando damos as mãos
Encontrando no amor a salvação
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:00 13/06/2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Manhã cinzenta
Manhã cinzenta
Chove e faz frio lá fora
Mas a vida continua
Mesmo sem proposito
É isso que o capitalismo tem a oferecer
Um pouco de conforto para alguns
Um tanto de frio para outros
Um pouco de democracia para alguns
Um tanto de conformismo para tantos
Vivemos um tempo ameno
As grandes ideologias caíram
Foram enterradas pelo pós-modernismo
Os propósitos agora tão líquidos
Chegam a escorrer por entre os dedos
E vamos seguindo em frente...
Triste a manhã após o muro cair
Pois com ele caiu à esperança
Esperança de um mundo novo
Levou junto à segunda opção
O outro lado da moeda
Decretou o fim da luta social
O socialismo devia ter se preocupado...
...mais com a cooperação...
...mais com a igualdade...
...mais com as pessoas...
Mas caiu no jogo do capital
Entrou em uma guerra de poder
Deveria ser um sistema de paz
Mas a ganancia por dominar
O levou a uma guerra de palavras
E decretou o fim de seus ideais
Mesmo aqui sentado eu ainda acredito
Acredito nas pessoas lá fora
Elas só estão esperando a oportunidade
Ainda vamos sair unidos e construir
Construir um novo sistema
Onde o fim seja a felicidade
Onde o fim sejam as pessoas
Onde o fim seja a vida
E não o próprio sistema
Lutaremos juntos por um proposito
Que não seja manter um sistema
Pois os sistemas são os meios
E as pessoas devem ser o fim
Agora vou tentar apenas deitar
Acordem-me quando acabar a pós-modernidade
Eu sei que atrás das nuvens dessa manha cinzenta
Existe um sol que aquece e ilumina
A era de aquários começa
Primeiro passaremos por necessidades
Servirão para abrir nossos olhos
A chuva vai limpar nosso corpo da lama
O vento levara tudo que for fraco
Quebrara tudo que for forte
Ficara apenas o que tiver leveza
Aquilo que tiver asas e souber voar
A flexibilidade vai nos salvar
Restara apenas o nosso amor
E só assim construiremos o paraíso
E os que enxergarem a luz vão vive-lo
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:02 09/06/2011
Chove e faz frio lá fora
Mas a vida continua
Mesmo sem proposito
É isso que o capitalismo tem a oferecer
Um pouco de conforto para alguns
Um tanto de frio para outros
Um pouco de democracia para alguns
Um tanto de conformismo para tantos
Vivemos um tempo ameno
As grandes ideologias caíram
Foram enterradas pelo pós-modernismo
Os propósitos agora tão líquidos
Chegam a escorrer por entre os dedos
E vamos seguindo em frente...
Triste a manhã após o muro cair
Pois com ele caiu à esperança
Esperança de um mundo novo
Levou junto à segunda opção
O outro lado da moeda
Decretou o fim da luta social
O socialismo devia ter se preocupado...
...mais com a cooperação...
...mais com a igualdade...
...mais com as pessoas...
Mas caiu no jogo do capital
Entrou em uma guerra de poder
Deveria ser um sistema de paz
Mas a ganancia por dominar
O levou a uma guerra de palavras
E decretou o fim de seus ideais
Mesmo aqui sentado eu ainda acredito
Acredito nas pessoas lá fora
Elas só estão esperando a oportunidade
Ainda vamos sair unidos e construir
Construir um novo sistema
Onde o fim seja a felicidade
Onde o fim sejam as pessoas
Onde o fim seja a vida
E não o próprio sistema
Lutaremos juntos por um proposito
Que não seja manter um sistema
Pois os sistemas são os meios
E as pessoas devem ser o fim
Agora vou tentar apenas deitar
Acordem-me quando acabar a pós-modernidade
Eu sei que atrás das nuvens dessa manha cinzenta
Existe um sol que aquece e ilumina
A era de aquários começa
Primeiro passaremos por necessidades
Servirão para abrir nossos olhos
A chuva vai limpar nosso corpo da lama
O vento levara tudo que for fraco
Quebrara tudo que for forte
Ficara apenas o que tiver leveza
Aquilo que tiver asas e souber voar
A flexibilidade vai nos salvar
Restara apenas o nosso amor
E só assim construiremos o paraíso
E os que enxergarem a luz vão vive-lo
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:02 09/06/2011
Ronaldo, eternamente fenômeno.
Ronaldo, eternamente fenômeno.
Ele é Ronaldo dos dribles desconcertantes
De deixar zagueiros caídos no chão
Ele é Ronaldo das arrancadas espetaculares
De deixar metade do time para trás
Ele é Ronaldo das pinturas que viram gol
E dos goleiros caídos aos seus pés
Se algum dia um gol me arrepiou
Mesmo sendo contra meu time
Foi através dos pés dele
Pois quando a bola estava em seus pés
Ele não falava apenas com o corpo
Ele falava com a sua alma
Seres humanos como Ronaldo são poucos
Um típico brasileiro que nunca desistiu
Quando todos achavam que era seu fim
Ele tirava aquele restinho de esperança
Que estava guardado no fundo da alma
E voltava a ser o mesmo Ronaldo de sempre
Mostrando-nos que é preciso acreditar
Mesmo que os limites físicos falem mais alto
Nossa alma não tem limites e pode voar
Hoje Ronaldo faz sua despedida do futebol
Mas sua historia de amor com a bola continua
Mesmo fora de campo ele continuara a servir
O fenômeno Ronaldo vai embora
Mas deixa como legado para o futebol:
A molecagem, a paixão, a magia e o gol.
Nos deixa a lembrança da amarelinha nove
Com a qual se sagrou artilheiro de todas as copas
Deus lhe deu uma chance de ser eterno
E assim como ele não perdia gols
Essa chance ele não deixou passar
Entrou para eternidade com a bola
Cravou uma estrela para sempre no peito de um povo
Obrigado Ronaldo Luís Nazário de Lima por ser brasileiro...
E por nunca desistir de levar a emoção através de seus pés
Para todo brasileiro você vai ser eternamente o fenômeno, Ronaldo.
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:13 09/06/2011
Ele é Ronaldo dos dribles desconcertantes
De deixar zagueiros caídos no chão
Ele é Ronaldo das arrancadas espetaculares
De deixar metade do time para trás
Ele é Ronaldo das pinturas que viram gol
E dos goleiros caídos aos seus pés
Se algum dia um gol me arrepiou
Mesmo sendo contra meu time
Foi através dos pés dele
Pois quando a bola estava em seus pés
Ele não falava apenas com o corpo
Ele falava com a sua alma
Seres humanos como Ronaldo são poucos
Um típico brasileiro que nunca desistiu
Quando todos achavam que era seu fim
Ele tirava aquele restinho de esperança
Que estava guardado no fundo da alma
E voltava a ser o mesmo Ronaldo de sempre
Mostrando-nos que é preciso acreditar
Mesmo que os limites físicos falem mais alto
Nossa alma não tem limites e pode voar
Hoje Ronaldo faz sua despedida do futebol
Mas sua historia de amor com a bola continua
Mesmo fora de campo ele continuara a servir
O fenômeno Ronaldo vai embora
Mas deixa como legado para o futebol:
A molecagem, a paixão, a magia e o gol.
Nos deixa a lembrança da amarelinha nove
Com a qual se sagrou artilheiro de todas as copas
Deus lhe deu uma chance de ser eterno
E assim como ele não perdia gols
Essa chance ele não deixou passar
Entrou para eternidade com a bola
Cravou uma estrela para sempre no peito de um povo
Obrigado Ronaldo Luís Nazário de Lima por ser brasileiro...
E por nunca desistir de levar a emoção através de seus pés
Para todo brasileiro você vai ser eternamente o fenômeno, Ronaldo.
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:13 09/06/2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Não temos tempo de temer a morte
Não temos tempo de temer a morte
Não é preciso temer a morte
Temer a nossa única certeza
É decretar o fim antes de começar
É viver para ver o fim
E morrer em vida
É necessário viver com a certeza
...que agora é a hora de ser feliz...
...que agora é a hora de sorrir...
...que agora é a hora de dizer eu te amo...
...pois mais tarde pode ser tarde demais.
Então a única certeza é que devemos viver
O presente é o momento de vencer a morte
De dizer para ela que mesmo que ela venha inesperada
Mesmo que ela venha sem razão
Mesmo que ela venha cruel
Você foi mais forte que ela
Pois venceu com honra cada dia
Da grande batalha da vida
Lembre-se que os que fazem cada segundo ser eterno
Esses ficam para sempre na memoria da humanidade
E para eles a vida nunca tem um ponto final
Ela é apenas uma pagina de um livro de muitos capítulos
Escrito por muitas encarnações através de muitas vidas
Vivem feito deuses e morrem feito santos
Com a paz e a certeza que mesmo que não voltem
Deixaram a marca de sua alma para sempre, na eternidade.
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:20 06/06/2011
Não é preciso temer a morte
Temer a nossa única certeza
É decretar o fim antes de começar
É viver para ver o fim
E morrer em vida
É necessário viver com a certeza
...que agora é a hora de ser feliz...
...que agora é a hora de sorrir...
...que agora é a hora de dizer eu te amo...
...pois mais tarde pode ser tarde demais.
Então a única certeza é que devemos viver
O presente é o momento de vencer a morte
De dizer para ela que mesmo que ela venha inesperada
Mesmo que ela venha sem razão
Mesmo que ela venha cruel
Você foi mais forte que ela
Pois venceu com honra cada dia
Da grande batalha da vida
Lembre-se que os que fazem cada segundo ser eterno
Esses ficam para sempre na memoria da humanidade
E para eles a vida nunca tem um ponto final
Ela é apenas uma pagina de um livro de muitos capítulos
Escrito por muitas encarnações através de muitas vidas
Vivem feito deuses e morrem feito santos
Com a paz e a certeza que mesmo que não voltem
Deixaram a marca de sua alma para sempre, na eternidade.
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:20 06/06/2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Poema para minha santa-avó Nadime
Poema para minha santa-avó Nadime
Minha avó meu deu a paciência
Paciência de mãe e mulher
Mãe dedicada e presente
Mulher que sempre esperou
Esperou pela verdade
Esperou sem desanimar
E hoje continua a esperar
Espera os sonhos que a vida levou
Minha avó me deu a paz
Paz de um espírito tranquilo
De uma alma complacente com a verdade
A vida lhe deu motivos de sobra para revolta
Mas ela não deixou que levassem sua paz
E viu na compaixão um caminho a seguir
Hoje ela assiste a tudo com essa paz
Que reside na fé que o bem vigora
Minha avó é uma santa
Dessas que não se faz mais
Seu compromisso é com Deus
Sua oração é pela família
Trás no nome a descendência síria
Que a faz mulher feita para cuidar
E hoje esse é o seu proposito
Cuidar da família que é o sonho que lhe restou
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:18 31/05/2011
Minha avó meu deu a paciência
Paciência de mãe e mulher
Mãe dedicada e presente
Mulher que sempre esperou
Esperou pela verdade
Esperou sem desanimar
E hoje continua a esperar
Espera os sonhos que a vida levou
Minha avó me deu a paz
Paz de um espírito tranquilo
De uma alma complacente com a verdade
A vida lhe deu motivos de sobra para revolta
Mas ela não deixou que levassem sua paz
E viu na compaixão um caminho a seguir
Hoje ela assiste a tudo com essa paz
Que reside na fé que o bem vigora
Minha avó é uma santa
Dessas que não se faz mais
Seu compromisso é com Deus
Sua oração é pela família
Trás no nome a descendência síria
Que a faz mulher feita para cuidar
E hoje esse é o seu proposito
Cuidar da família que é o sonho que lhe restou
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:18 31/05/2011
Não temas Larissa
Não temas Larissa
Não é preciso temer Larissa
Esse mal logo vai passar
Abra seu coração e deixe-o ir
Ele é daqueles que vem para o bem
Para te mostrar o quão forte você é
Para derrubar velhas certezas
E te mostrar o caminho
Pois a força está dentro de você
E só espera a hora certa para vir
Não é preciso temer Larissa
Quando pensares estar cansada
Nós estaremos aqui para te fortalecer
Nessa batalha você não vai lutar só
Seus amigos estão para apoiar
Sua família seguindo seus passos
Seu amor segurando sua mão
E Deus sempre em seu coração
E com ele a vitória é questão de tempo
Não é preciso temer Larissa
Depois que as nuvens passarem
O sol brilhará mais forte
Sua força estará renovada
A praga de seu jardim eliminada
Uma semente brotara para celebrar
A vitória da vida abençoada
E seus frutos vão mostrar
Que o bem sempre vigorara
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:14 06/06/2011
Não é preciso temer Larissa
Esse mal logo vai passar
Abra seu coração e deixe-o ir
Ele é daqueles que vem para o bem
Para te mostrar o quão forte você é
Para derrubar velhas certezas
E te mostrar o caminho
Pois a força está dentro de você
E só espera a hora certa para vir
Não é preciso temer Larissa
Quando pensares estar cansada
Nós estaremos aqui para te fortalecer
Nessa batalha você não vai lutar só
Seus amigos estão para apoiar
Sua família seguindo seus passos
Seu amor segurando sua mão
E Deus sempre em seu coração
E com ele a vitória é questão de tempo
Não é preciso temer Larissa
Depois que as nuvens passarem
O sol brilhará mais forte
Sua força estará renovada
A praga de seu jardim eliminada
Uma semente brotara para celebrar
A vitória da vida abençoada
E seus frutos vão mostrar
Que o bem sempre vigorara
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:14 06/06/2011
Homenagem a nossa deusa Gaia
Homenagem a nossa deusa Gaia
E Deus nos deu a inteligência
Nos fez diferente dos outros
Inocentemente comemoramos
Vangloriamo-nos superiores
Esquecemo-nos do maior detalhe
A inteligência é responsabilidade
Pois para os outros basta copiar
E o ciclo da vida se mantem
Mas para nós é preciso mais
É preciso de sensibilidade
Para tocar a terra com zelo
E fazer dela sua morada
É necessário cuidar
Cuidar da água
Para que se mantenha limpa
E nos sirva de fluido vital
Cuidar da mata
Para que se mantenha viva
E nos sirva de proteção
Cuidar do ar
Para que se mantenha puro
E nos sirva de sopro
Cuidar do fogo
Para que se mantenha chama
E nos sirva de calor
Cuidar da terra
Para que se mantenha nutritiva
E nos sirva de sustento
Cuidar, pois antes de se servir dela
É necessário servir a ela
Somos filhos dessa terra
Do seu barro fez-se nossa carne
O seu fogo inflamou nossos corações
Foi seu ar que estufou nossos peitos
E sua agua que fez tudo isso fluir
Mas não somos os únicos
É preciso aprender a dividir
Zelando pelos próximos
Cuidando de nossos irmãos
Devolvendo a terra o carinho recebido
Tocando ela como grande mãe que é
Com respeito e amor a nossa deusa Gaia
Mãe eterna e soberana
Senhora das leis e do saber
Deu-nos a vida e pode tirar
Pois quando machucada ela se fecha
Nosso ciclo termina e ela continua
Dando vida a quem souber lhe amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:32 06/06/2011
E Deus nos deu a inteligência
Nos fez diferente dos outros
Inocentemente comemoramos
Vangloriamo-nos superiores
Esquecemo-nos do maior detalhe
A inteligência é responsabilidade
Pois para os outros basta copiar
E o ciclo da vida se mantem
Mas para nós é preciso mais
É preciso de sensibilidade
Para tocar a terra com zelo
E fazer dela sua morada
É necessário cuidar
Cuidar da água
Para que se mantenha limpa
E nos sirva de fluido vital
Cuidar da mata
Para que se mantenha viva
E nos sirva de proteção
Cuidar do ar
Para que se mantenha puro
E nos sirva de sopro
Cuidar do fogo
Para que se mantenha chama
E nos sirva de calor
Cuidar da terra
Para que se mantenha nutritiva
E nos sirva de sustento
Cuidar, pois antes de se servir dela
É necessário servir a ela
Somos filhos dessa terra
Do seu barro fez-se nossa carne
O seu fogo inflamou nossos corações
Foi seu ar que estufou nossos peitos
E sua agua que fez tudo isso fluir
Mas não somos os únicos
É preciso aprender a dividir
Zelando pelos próximos
Cuidando de nossos irmãos
Devolvendo a terra o carinho recebido
Tocando ela como grande mãe que é
Com respeito e amor a nossa deusa Gaia
Mãe eterna e soberana
Senhora das leis e do saber
Deu-nos a vida e pode tirar
Pois quando machucada ela se fecha
Nosso ciclo termina e ela continua
Dando vida a quem souber lhe amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:32 06/06/2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
I Wish We Here
I Wish We Here
Éramos grandes e loucos diamantes
Esperando a oportunidade de brilhar
O mundo havia nos virado as costas
E nos viramos às costas para o mundo
Presos na barriga de nossa grande baleia
Nadando no nosso mesmo e velho aquário
Passávamos à tarde ociosa
Destilando o prazer de nada fazer
Quando saiamos era para ver o mundo girar
Através de uma bola ou da lucidez perdida
Íamos para aula e voltávamos com uma certeza
Ou havia algo de muito errado com o mundo
Ou deveríamos partir na próxima nave
Pois a esse mundo não podíamos pertencer
O mundo nos apresentava a grande maquina
Mas não queríamos ser mais uma peça nessa engrenagem
Hoje eu continuo a rodar o mundo
Sem a comida acolhedora de nossa mãe
Sem o dialogo que consumia a noite
Sem a erva e a bebida que regava nossa musica
Sem a companhia de nossos mascotes
Sem a presença física de grandes irmãos
Mas com o velho vinil do Pink Floyd
E com os mesmos velhos medos
Como queria que nós estivéssemos aqui
E é até estranho falar de ausência
Sendo algo tão presente em meu coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:34 03/06/2011
Éramos grandes e loucos diamantes
Esperando a oportunidade de brilhar
O mundo havia nos virado as costas
E nos viramos às costas para o mundo
Presos na barriga de nossa grande baleia
Nadando no nosso mesmo e velho aquário
Passávamos à tarde ociosa
Destilando o prazer de nada fazer
Quando saiamos era para ver o mundo girar
Através de uma bola ou da lucidez perdida
Íamos para aula e voltávamos com uma certeza
Ou havia algo de muito errado com o mundo
Ou deveríamos partir na próxima nave
Pois a esse mundo não podíamos pertencer
O mundo nos apresentava a grande maquina
Mas não queríamos ser mais uma peça nessa engrenagem
Hoje eu continuo a rodar o mundo
Sem a comida acolhedora de nossa mãe
Sem o dialogo que consumia a noite
Sem a erva e a bebida que regava nossa musica
Sem a companhia de nossos mascotes
Sem a presença física de grandes irmãos
Mas com o velho vinil do Pink Floyd
E com os mesmos velhos medos
Como queria que nós estivéssemos aqui
E é até estranho falar de ausência
Sendo algo tão presente em meu coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:34 03/06/2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Ser feliz...
Ser feliz...
Muitos a colocam em um altar
Explicam em formulas complexas
Expõem em livros de auto ajuda
Colocam a venda como mercadoria
Deixam na mão de outra pessoa
Mas a felicidade gosta de brincar
Passando de mão em mão
Se escondendo em pequenas coisas
Que por serem pequenas passam despercebidas
Sob o olhar de homens que se dizem grandes
Acabamos por esquecer que seu lugar é o coração
Pouco já me basta para ser feliz
Basta um sorriso sincero...
...um abraço amigo...
...uma conversa de bar...
... e a bolar a rolar...
...que minha felicidade já está a cantar.
Pois não preciso de mais...
...mais que o vento batendo em minha cara...
...mais que passarinhos voando no céu...
...e meus pés tocando o chão...
...para ser feliz então...
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:53 03/06/2011
Muitos a colocam em um altar
Explicam em formulas complexas
Expõem em livros de auto ajuda
Colocam a venda como mercadoria
Deixam na mão de outra pessoa
Mas a felicidade gosta de brincar
Passando de mão em mão
Se escondendo em pequenas coisas
Que por serem pequenas passam despercebidas
Sob o olhar de homens que se dizem grandes
Acabamos por esquecer que seu lugar é o coração
Pouco já me basta para ser feliz
Basta um sorriso sincero...
...um abraço amigo...
...uma conversa de bar...
... e a bolar a rolar...
...que minha felicidade já está a cantar.
Pois não preciso de mais...
...mais que o vento batendo em minha cara...
...mais que passarinhos voando no céu...
...e meus pés tocando o chão...
...para ser feliz então...
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:53 03/06/2011
Jogo de poder
Jogo de poder
Quer gritar, então grite
Você está no seu direito
Só não me peça pra escutar
Meu ouvido é refinado
Só escuta o que respeita
E só respeita o que admira
Sua forma de poder não me admira
O mundo já está cheio de gente
Gente assim como você
Que se enamora com o poder
Seres sádicos e vaidosos
Vivem do prazer da dor alheia
Vão se consumindo aos poucos
Vitimas de seu próprio veneno
Vivem feito cães de briga
Assim são os homens do mal
Negam o amor e vivem o terror
Dominam pessoas pelo medo
Covardes seres inferiores
Por não encontratem sua paz
Procuram acabar com a alheia
Eu sigo meu próprio caminho
As suas regras eu já aprendi
E do seu jogo eu não participo
Apenas assisto você envelhecer
Com suas idéias ultrapassadas
Vivo sem me deixar contaminar
Sendo para sempre jovem
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:28 02/06/2011
Quer gritar, então grite
Você está no seu direito
Só não me peça pra escutar
Meu ouvido é refinado
Só escuta o que respeita
E só respeita o que admira
Sua forma de poder não me admira
O mundo já está cheio de gente
Gente assim como você
Que se enamora com o poder
Seres sádicos e vaidosos
Vivem do prazer da dor alheia
Vão se consumindo aos poucos
Vitimas de seu próprio veneno
Vivem feito cães de briga
Assim são os homens do mal
Negam o amor e vivem o terror
Dominam pessoas pelo medo
Covardes seres inferiores
Por não encontratem sua paz
Procuram acabar com a alheia
Eu sigo meu próprio caminho
As suas regras eu já aprendi
E do seu jogo eu não participo
Apenas assisto você envelhecer
Com suas idéias ultrapassadas
Vivo sem me deixar contaminar
Sendo para sempre jovem
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:28 02/06/2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Tecendo uma nova vida
Tecendo uma nova vida
Veja de coração aberto
Com sua alma limpa
O mundo atrás do muro
A vida atrás da porta
A banda além da janela
A felicidade está aqui e lá
E só você pode tocar
Contemple com o coração
Esqueça qualquer definição
A flor é bela para cheirar
O pássaro canta para encantar
A fruta pode te alimentar
Deus fez tudo isso além de ti
É pecado você não cuidar
Cative e se deixe cativar
Nessa brincadeira de laçar
A teia da vida vai se tecer
Uma nova idéia vai florescer
Acredite no impossível voo
Pois mesmo que sem querer
Ele pode um dia acontecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:29 02/06/2011
Veja de coração aberto
Com sua alma limpa
O mundo atrás do muro
A vida atrás da porta
A banda além da janela
A felicidade está aqui e lá
E só você pode tocar
Contemple com o coração
Esqueça qualquer definição
A flor é bela para cheirar
O pássaro canta para encantar
A fruta pode te alimentar
Deus fez tudo isso além de ti
É pecado você não cuidar
Cative e se deixe cativar
Nessa brincadeira de laçar
A teia da vida vai se tecer
Uma nova idéia vai florescer
Acredite no impossível voo
Pois mesmo que sem querer
Ele pode um dia acontecer
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:29 02/06/2011
A vida e o Caqui
A vida e o Caqui
Caqui fruto da vida
Leva a vida daqui
E trás cá aqui
Folhas estão cair
Daquele pé de caqui
Cada folha é uma vida
Vai voando ao cair
A bomba de Hiroshima
Tirou a vida dali
E deixou o caqui
Broto da vida
Vida sem broto
Não é coisa daqui
Viva o broto do caqui
Canta a muda em silencio
Mudas que querem contar
A vitória do caqui
Funde-se a historia da vida
Se o Caqui brotou aqui
A vida cala a morte
Esperança sempre irá florir
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:46 02/06/2011
Caqui fruto da vida
Leva a vida daqui
E trás cá aqui
Folhas estão cair
Daquele pé de caqui
Cada folha é uma vida
Vai voando ao cair
A bomba de Hiroshima
Tirou a vida dali
E deixou o caqui
Broto da vida
Vida sem broto
Não é coisa daqui
Viva o broto do caqui
Canta a muda em silencio
Mudas que querem contar
A vitória do caqui
Funde-se a historia da vida
Se o Caqui brotou aqui
A vida cala a morte
Esperança sempre irá florir
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:46 02/06/2011
Guerra em paz
Guerra em paz
Sou um covarde
Se ser um covarde é dar o braço a torcer, então o sou
Eu prefiro o dialogo conciliador as palavras que ferem
E prefiro perder meu orgulho a perder minha paz
Sou um falso
Se ser um falso é ser simpático com todos, então o sou
Eu prefiro o sorriso como boas vindas à cara fechada ao desconhecido
E prefiro perder o meu ego a perder uma nova amizade
Sou um bobo
Se ser um bobo é ser só bondade, então o sou
Eu prefiro ajudar ao próximo à desconfiança alheia
E prefiro perder a confiança no próximo a perder o altruísmo
Sou um louco
Se ser um louco é acreditar no impossível , então o sou
Eu prefiro criar minhas próprias possibilidades a me fechar nas limitações
E prefiro perder a minhas ilusões a deixar de construir novos castelos
Sou uma criança
Se ser criança é se divertir com pouco, então o sou
Eu prefiro viver de sonhos a morrer com a realidade
E prefiro cair na real a abdicar dos momentos de fantasia
Minha luta é em silencio
Minha guerra é em paz
Minha força vem da renuncia
Na minha batalha vence quem tem o maior coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:05 02/06/2011
Sou um covarde
Se ser um covarde é dar o braço a torcer, então o sou
Eu prefiro o dialogo conciliador as palavras que ferem
E prefiro perder meu orgulho a perder minha paz
Sou um falso
Se ser um falso é ser simpático com todos, então o sou
Eu prefiro o sorriso como boas vindas à cara fechada ao desconhecido
E prefiro perder o meu ego a perder uma nova amizade
Sou um bobo
Se ser um bobo é ser só bondade, então o sou
Eu prefiro ajudar ao próximo à desconfiança alheia
E prefiro perder a confiança no próximo a perder o altruísmo
Sou um louco
Se ser um louco é acreditar no impossível , então o sou
Eu prefiro criar minhas próprias possibilidades a me fechar nas limitações
E prefiro perder a minhas ilusões a deixar de construir novos castelos
Sou uma criança
Se ser criança é se divertir com pouco, então o sou
Eu prefiro viver de sonhos a morrer com a realidade
E prefiro cair na real a abdicar dos momentos de fantasia
Minha luta é em silencio
Minha guerra é em paz
Minha força vem da renuncia
Na minha batalha vence quem tem o maior coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:05 02/06/2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Não chore Carolina
Não chore Carolina
Não chore Carolina
As suas lágrimas valem mais
Mais que o sorriso falso que te encantou
Mais que as palavras frias que te enganaram
Mais que esse falso amor que te fez crer
As lágrimas de uma mulher apaixonada
Não valem a dor de um amor leviano
Não chore Carolina
Quem perdeu foi ele
Perdeu os sonhos que a ele dedicou
Perdeu as doces palavras que no seu ouvido sussurrou
Perdeu as flores que em seu jardim cultivou
A perda sempre fica com quem seguiu sozinho
Você ganhou a chance de se abrir a um verdadeiro amor
Não chore Carolina
Você é bem maior que isso
Maior que uma brincadeira de moleque
Maior que um jogo de poder
Maior que pessoas levianas que te roubam o sono
O seu coração é grande como seu amor
E não precisa mendigar migalhas de um ladrão
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:54 31/05/2011
Não chore Carolina
As suas lágrimas valem mais
Mais que o sorriso falso que te encantou
Mais que as palavras frias que te enganaram
Mais que esse falso amor que te fez crer
As lágrimas de uma mulher apaixonada
Não valem a dor de um amor leviano
Não chore Carolina
Quem perdeu foi ele
Perdeu os sonhos que a ele dedicou
Perdeu as doces palavras que no seu ouvido sussurrou
Perdeu as flores que em seu jardim cultivou
A perda sempre fica com quem seguiu sozinho
Você ganhou a chance de se abrir a um verdadeiro amor
Não chore Carolina
Você é bem maior que isso
Maior que uma brincadeira de moleque
Maior que um jogo de poder
Maior que pessoas levianas que te roubam o sono
O seu coração é grande como seu amor
E não precisa mendigar migalhas de um ladrão
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:54 31/05/2011
domingo, 29 de maio de 2011
Poesia para o poeta Luan Emilio Faustino
Poesia para o poeta Luan Emilio Faustino
Grande Lua chamada Luan
Essa escuridão que contigo caminha
É chamada noite para os normais
Mas para os poetas é chama
Chama que queima a realidade
Que trás inspirações e sonhos
Enquanto ela durar sua poesia será bela
Herdou de sua raça ariana o ego
Ele também caminha ao seu lado
Para os leigos seu ego é presunção
Já para os poetas é confiança
Confiança que ajuda enfrentar a realidade
Que trás segurança e paz
Enquanto ela durar sua poesia será forte
Por ser filho de uma era instantânea
Você caminha sempre inconstante
Se apaixona como doce é para criança
Mas logo esquece feito brincadeira do acaso
Acaso que sempre se coloca no seu caminho
E trás encanto e curiosidade
Enquanto ele ficar sua poesia renascera
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:15 30/05/2011
Grande Lua chamada Luan
Essa escuridão que contigo caminha
É chamada noite para os normais
Mas para os poetas é chama
Chama que queima a realidade
Que trás inspirações e sonhos
Enquanto ela durar sua poesia será bela
Herdou de sua raça ariana o ego
Ele também caminha ao seu lado
Para os leigos seu ego é presunção
Já para os poetas é confiança
Confiança que ajuda enfrentar a realidade
Que trás segurança e paz
Enquanto ela durar sua poesia será forte
Por ser filho de uma era instantânea
Você caminha sempre inconstante
Se apaixona como doce é para criança
Mas logo esquece feito brincadeira do acaso
Acaso que sempre se coloca no seu caminho
E trás encanto e curiosidade
Enquanto ele ficar sua poesia renascera
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:15 30/05/2011
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