Do tempo de amar
Não estava ali às claras
Talvez fosse só faísca
Guardada em segredo
Onde mora o tempo
Não existia em palavras
Ainda que amigáveis
Perdidas nas horas
Fazia eterno o tempo
Não era ato consumado
Embora que de costume
Você escolhia pousar
Estava a voar o tempo
Não lamento o perder
Alegre por encontrar
O amor que cresceu
Junto ao nosso tempo
Pedro Junqueira Franco de Castro 13/09/2015 12:10
domingo, 13 de setembro de 2015
domingo, 11 de maio de 2014
Mãe divina
Mãe divina
Terra fértil da criação
Foi no seu ventre
Que a luz fez morada
Fazendo surgir a vida
Coroando um novo ser
Ao ver sofrer sua cria
Lança o olhar protetor
Iluminada estrela anciã
Zela para que a vida
Seja feita só de amor
Pelas ruas da cidade
Em todo toque de flor
Vê-se a mãe natureza
Despertando seus filhos
Para um novo tempo
Senhora das razões
Rainha do meu destino
Agradeço pela vida
Louvando o meu dia
Dando o melhor de mim
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:50 11/05/2014
Terra fértil da criação
Foi no seu ventre
Que a luz fez morada
Fazendo surgir a vida
Coroando um novo ser
Ao ver sofrer sua cria
Lança o olhar protetor
Iluminada estrela anciã
Zela para que a vida
Seja feita só de amor
Pelas ruas da cidade
Em todo toque de flor
Vê-se a mãe natureza
Despertando seus filhos
Para um novo tempo
Senhora das razões
Rainha do meu destino
Agradeço pela vida
Louvando o meu dia
Dando o melhor de mim
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:50 11/05/2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Mar para amar
Mar para amar
Quando estou no mar
A dor que temo sentir
Perde-se na imensidão
Libertado da solidão
Eu me entrego a amar
Ser com os pés na areia
Lembrança da infância
Um vestígio de sereia
Sonho da abundância
Que nos lança ao mar
Nada mais é o oceano
Altar feito por deuses
Infinita sua existência
Encontro de céu e mar
Que faz sua vida valer
Na sua leve companhia
Sou o que eu quero ser
Ainda que alma carente
Por não poder ter tudo
Tenho o mar para amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:29 29/12/2013
Quando estou no mar
A dor que temo sentir
Perde-se na imensidão
Libertado da solidão
Eu me entrego a amar
Ser com os pés na areia
Lembrança da infância
Um vestígio de sereia
Sonho da abundância
Que nos lança ao mar
Nada mais é o oceano
Altar feito por deuses
Infinita sua existência
Encontro de céu e mar
Que faz sua vida valer
Na sua leve companhia
Sou o que eu quero ser
Ainda que alma carente
Por não poder ter tudo
Tenho o mar para amar
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:29 29/12/2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Do amor que não doei
Que o olhar desconfiado
Do que me desconhece
Não leve embora a chama
Que ilumina os caminhos
Na busca pelo perdão
Apenas pague o preço
Do amor que não doei
Por caminhar distraído
Assumo meus pecados
Sem o peso da culpa
Encontro no meu irmão
Um espelho de perdão
Que eu seja inocentado
Libertado do julgamento
Encontre leveza na vida
Enquanto agir com amor
Pedro Junqueira Franco de Castro 21/11/2013 12:45
Do que me desconhece
Não leve embora a chama
Que ilumina os caminhos
Na busca pelo perdão
Apenas pague o preço
Do amor que não doei
Por caminhar distraído
Assumo meus pecados
Sem o peso da culpa
Encontro no meu irmão
Um espelho de perdão
Que eu seja inocentado
Libertado do julgamento
Encontre leveza na vida
Enquanto agir com amor
Pedro Junqueira Franco de Castro 21/11/2013 12:45
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Ser de luz
Ser de luz
Você é caminho de luz
Que leva até o infinito
Canal terrestre divino
Ser em forma de poesia
Borboleta de luz azul
Beija-flor que trás cura
Contagia com seu amor
As águas por onde passa
Com seu bailado celestial
Faz a roda do mundo girar
Iluminando os caminhos
De quem contigo caminhar
Gratidão é unir minha luz
Ao brilho que de ti emana
Nessa caminhada da vida
Que nos levará até o sol
Pedro Junqueira Franco de Castro 11/11/2013 12:41
Você é caminho de luz
Que leva até o infinito
Canal terrestre divino
Ser em forma de poesia
Borboleta de luz azul
Beija-flor que trás cura
Contagia com seu amor
As águas por onde passa
Com seu bailado celestial
Faz a roda do mundo girar
Iluminando os caminhos
De quem contigo caminhar
Gratidão é unir minha luz
Ao brilho que de ti emana
Nessa caminhada da vida
Que nos levará até o sol
Pedro Junqueira Franco de Castro 11/11/2013 12:41
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Primavera anunciada
Primavera anunciada
Caem gotas astrais do céu
Anunciando a primavera
Todos viemos ao mundo
Para desabrochar em flor
O tempo que julga perder
Lá fora vibra florescendo
A alegria é compartilhada
Dentro do âmago do ser
Ao se distrair com a flor
O amor se materializou
Florescendo o caminho
Abriu as pétalas do ser
O dia se igualou a noite
Na terra os seres do céu
Impulsionados pelo sol
Festejavam o celestial
Pedro Junqueira Franco de Castro 22/09/2013 16:13
Caem gotas astrais do céu
Anunciando a primavera
Todos viemos ao mundo
Para desabrochar em flor
O tempo que julga perder
Lá fora vibra florescendo
A alegria é compartilhada
Dentro do âmago do ser
Ao se distrair com a flor
O amor se materializou
Florescendo o caminho
Abriu as pétalas do ser
O dia se igualou a noite
Na terra os seres do céu
Impulsionados pelo sol
Festejavam o celestial
Pedro Junqueira Franco de Castro 22/09/2013 16:13
Despedida anunciada
Despedida anunciada
Um dia minha presença
Sutilizada feito o amor
Vai ecoar pelos ventos
Através da eternidade
Serei lembrado pela brisa
Breve será meu perfume
Estarei na lembrança suave
Daquele que o vento tocar
Vou estar para sempre
Nas árvores que plantei
Nos animais que cuidei
Nos amigos que cultivei
Nada serei na matéria
Mas estarei presente
No sorriso lembrado
No arrepio da pele
No abraço consolo
Na lágrima a cair...
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:23 21/09/2013
Um dia minha presença
Sutilizada feito o amor
Vai ecoar pelos ventos
Através da eternidade
Serei lembrado pela brisa
Breve será meu perfume
Estarei na lembrança suave
Daquele que o vento tocar
Vou estar para sempre
Nas árvores que plantei
Nos animais que cuidei
Nos amigos que cultivei
Nada serei na matéria
Mas estarei presente
No sorriso lembrado
No arrepio da pele
No abraço consolo
Na lágrima a cair...
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:23 21/09/2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
O mensageiro do bem
O mensageiro do bem
Por pura vaidade do homem
Ainda que por fatalidade
Amanhece boiando na água
Aquele que anuncia o bem
O fim trágico no amanhecer
Mancha as águas de dúvida
Fazendo escorrer a lágrima
Despertando a fúria divina
Mas logo no final da tarde
Canta o casal de bem te vi
Anunciando a volta da paz
Dentro de nossos corações
O alecrim trouxe purificação
Apolo devolveu a harmonia
O bem te vi voa abençoado
Afirmando o bem reina aqui
Pedro Junqueira Franco de Castro 30/08/2013 12:48
Por pura vaidade do homem
Ainda que por fatalidade
Amanhece boiando na água
Aquele que anuncia o bem
O fim trágico no amanhecer
Mancha as águas de dúvida
Fazendo escorrer a lágrima
Despertando a fúria divina
Mas logo no final da tarde
Canta o casal de bem te vi
Anunciando a volta da paz
Dentro de nossos corações
O alecrim trouxe purificação
Apolo devolveu a harmonia
O bem te vi voa abençoado
Afirmando o bem reina aqui
Pedro Junqueira Franco de Castro 30/08/2013 12:48
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Baile na floresta
Baile na floresta
Descansar na sombra da mata
Escutar o canto dos canários
Espreitar a bela onça pintada
Abraçar a sabedoria da árvore
Fazer parte dessa grande festa
Subir os degraus da escada
Que levam até a eternidade
Catalisar toda negatividade
Cristalizando a positividade
Bem no centro do meu ser
Caminhar por suas trilhas
Deixar se levar pelo aroma
Se distrair com raios de sol
Que invadem seu profundo
Fazendo o broto virar a flor
Bailar com os seres invisíveis
Que habitam nossa floresta
Tocar o ritmo que fica no ar
Sentir a presença do espírito
Silencioso vai regendo a vida
Pedro Junqueira Franco de Castro 18:19 27/08/2013
Descansar na sombra da mata
Escutar o canto dos canários
Espreitar a bela onça pintada
Abraçar a sabedoria da árvore
Fazer parte dessa grande festa
Subir os degraus da escada
Que levam até a eternidade
Catalisar toda negatividade
Cristalizando a positividade
Bem no centro do meu ser
Caminhar por suas trilhas
Deixar se levar pelo aroma
Se distrair com raios de sol
Que invadem seu profundo
Fazendo o broto virar a flor
Bailar com os seres invisíveis
Que habitam nossa floresta
Tocar o ritmo que fica no ar
Sentir a presença do espírito
Silencioso vai regendo a vida
Pedro Junqueira Franco de Castro 18:19 27/08/2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
O pássaro homem
O pássaro homem
Um pássaro preso
Na gaiola da mente
Clama por liberdade
Desesperado canta
Seu desejo de voar
Assim é o homem
Escravo da mente
Preso na definição
Angustiado canta
Anseia apenas ser
Longe de si mesmo
Domina por medo
Esquece da verdade
Mais vale mil livres
Do que um na mão
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:14 26/08/2013
Um pássaro preso
Na gaiola da mente
Clama por liberdade
Desesperado canta
Seu desejo de voar
Assim é o homem
Escravo da mente
Preso na definição
Angustiado canta
Anseia apenas ser
Longe de si mesmo
Domina por medo
Esquece da verdade
Mais vale mil livres
Do que um na mão
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:14 26/08/2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
A sutileza de ser
A sutileza de ser
Quando nada se anseia
Tudo se tem na gratidão
O presente trás a dádiva
Conquistada com a lição
Se no caminho certo esta
A abundância transborda
Em posse do necessário
Para poder ser o que se é
O caminho da liberdade
Mora dentro de cada um
Vivendo nele se encontra
A sutileza de apenas ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:39 21/08/2013
Quando nada se anseia
Tudo se tem na gratidão
O presente trás a dádiva
Conquistada com a lição
Se no caminho certo esta
A abundância transborda
Em posse do necessário
Para poder ser o que se é
O caminho da liberdade
Mora dentro de cada um
Vivendo nele se encontra
A sutileza de apenas ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:39 21/08/2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Frutificar
Frutificar
Buscar no profundo da terra
A iluminação da ressurreição
Enterrar no solo o passado
Germinar um novo presente
Frutificar a semente certa
Vinda do deserto da alma
Junto com ventos do norte
Que guiam nosso caminhar
Renascer na chama da vida
Incorporar o fogo da alma
Que ilumina os caminhos
Liberta velhos julgamentos
Deixar que a água leve
Qualquer brisa breve
Saciando nossa sede
De ser apenas um ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:27 19/08/2013
Buscar no profundo da terra
A iluminação da ressurreição
Enterrar no solo o passado
Germinar um novo presente
Frutificar a semente certa
Vinda do deserto da alma
Junto com ventos do norte
Que guiam nosso caminhar
Renascer na chama da vida
Incorporar o fogo da alma
Que ilumina os caminhos
Liberta velhos julgamentos
Deixar que a água leve
Qualquer brisa breve
Saciando nossa sede
De ser apenas um ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:27 19/08/2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
A árvore dos sonhos
A árvore dos sonhos
Cresce a árvore do sonho
Na grande floresta da vida
Nutrida pelo firmamento
Regada com todo o amor
Podada com a sabedoria
Compartilhando os frutos
Plena em sua existência
Vive o coletivo da mata
Alimentado os sonhos
Nutrida com as pedras
As gotas do céu regam
A sábia formiga poda
Eis o prelúdio da árvore
Sonho coletivo da mata
Sozinha não poderia ser
Sonhada seria só sonho
Na comunhão da selva
Torna-se realidade viva
Pedro Junqueira Franco de Castro 30/07/2013 14:04
Cresce a árvore do sonho
Na grande floresta da vida
Nutrida pelo firmamento
Regada com todo o amor
Podada com a sabedoria
Compartilhando os frutos
Plena em sua existência
Vive o coletivo da mata
Alimentado os sonhos
Nutrida com as pedras
As gotas do céu regam
A sábia formiga poda
Eis o prelúdio da árvore
Sonho coletivo da mata
Sozinha não poderia ser
Sonhada seria só sonho
Na comunhão da selva
Torna-se realidade viva
Pedro Junqueira Franco de Castro 30/07/2013 14:04
domingo, 28 de julho de 2013
A vitória do nosso
A vitória do nosso
O vitorioso momento
Da provação presente
Ser faísca do espírito
Acordar para o Cristo
Vencer o gigante eu
Poder provar do mel
Grato pela pequenez
Da chispa que é a vida
Comungar a viva mata
Seres da natureza viva
Saber que nada é meu
Tudo é da nossa tribo
Reconhecer o milagre
Somos fagulhas de luz
Encenando livremente
No bailado dos Deuses
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:25 28/07/2013
O vitorioso momento
Da provação presente
Ser faísca do espírito
Acordar para o Cristo
Vencer o gigante eu
Poder provar do mel
Grato pela pequenez
Da chispa que é a vida
Comungar a viva mata
Seres da natureza viva
Saber que nada é meu
Tudo é da nossa tribo
Reconhecer o milagre
Somos fagulhas de luz
Encenando livremente
No bailado dos Deuses
Pedro Junqueira Franco de Castro 22:25 28/07/2013
O querer do poeta
O querer do poeta
O querer do poeta é doentio
Um querer sem medida e fim
Brota do profundo da alma
Morre nas lágrimas do rosto
Ele é uma criança mimada
Inventa quando não tem
Abusa das possibilidades
Até esgotar o inesgotável
A sorte é que ele tudo pode
Dentro da vasta imaginação
Que cria mundos impossíveis
Concretizados em sua poesia
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:35 27/07/2013
O querer do poeta é doentio
Um querer sem medida e fim
Brota do profundo da alma
Morre nas lágrimas do rosto
Ele é uma criança mimada
Inventa quando não tem
Abusa das possibilidades
Até esgotar o inesgotável
A sorte é que ele tudo pode
Dentro da vasta imaginação
Que cria mundos impossíveis
Concretizados em sua poesia
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:35 27/07/2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
O amor efêmero
O amor efêmero
O amor é uma doce ilusão
Invenção de poetas loucos
É uma cegueira por opção
Vai morrendo aos poucos
Amor mesmo só de mãe
Não morre após a cama
A paixão é feito chama
Na cama acende o pavio
No cotidiano apaga e doí
Depois derruba na lama
Inflama na folia da noite
Vira cinzas na quarta-feira
O desejo é pura imaginação
Fruto furtivo nascido a noite
Fingir da dissimulada dama
Ato clandestino do coração
Vontade passageira do ego
Que some com a luz do dia
Pedro Junqueira Franco de Castro 11:59 25/07/2013
O amor é uma doce ilusão
Invenção de poetas loucos
É uma cegueira por opção
Vai morrendo aos poucos
Amor mesmo só de mãe
Não morre após a cama
A paixão é feito chama
Na cama acende o pavio
No cotidiano apaga e doí
Depois derruba na lama
Inflama na folia da noite
Vira cinzas na quarta-feira
O desejo é pura imaginação
Fruto furtivo nascido a noite
Fingir da dissimulada dama
Ato clandestino do coração
Vontade passageira do ego
Que some com a luz do dia
Pedro Junqueira Franco de Castro 11:59 25/07/2013
Estranhos no ninho
Estranhos no ninho
O amor é fruto da imaginação dos amantes e quando um deixa de imaginar é certo que o outro vai sofrer. Não foi diferente no caso de Thor e Alice, eles se conheceram no treinamento da empresa, Thor era o instrutor sonhador que fazia das suas aulas uma diversão e Alice uma jovem cheia de ambições que via o emprego novo como uma oportunidade de ascender na vida. Thor se apaixonou logo que viu a jovem entrar na sala e usou de todas suas armas para seduzi-la, ela que não sabia bem ao certo o que queria da vida não deixou a oportunidade escapar. Em pouco tempo os dois formaram um desses casais que não se desgrudam, era uma sintonia perfeita de causar inveja em solteiros encalhados e de assustar pelo pouco tempo que se conheciam.
Qualquer pessoa que conhecia o casal poderia jurar que o romance dos dois iria durar um bom tempo, talvez até mesmo para sempre e que não seria mais um desses namoros efêmeros dos dias de hoje e era o que Thor desejava, pois já tinha seus vinte e nove anos e desejava experimentar algo mais duradouro que seus antigos namoros. Mas em pouco tempo a rotina, o tedio e o fato dele ter sido dispensado da empresa começaram a mudar esse quadro. Alice que antes o via como um cara responsável e maduro conheceu o lado imaturo e dependente de Thor e ele logo percebeu um certo distanciamento por parte dela e passou a achar ela egoísta por ser incapaz de compreender sua situação.
Com a queda da máscara ilusória da paixão os pequenos defeitos foram surgindo e o convívio passou a ser pesado, prejudicando até mesmo o desempenho sexual do casal. Thor sentia-se inseguro perto dela e passou a fazer de tudo para agrada-la, mas nada era suficiente e ele se via incapaz de satisfazer as expectativas da garota. Ela por sua vez havia perdido a fé naquele relacionamento e por ser ainda muito jovem podia se desapegar facilmente da situação, apesar de sentir que de certa maneira amava Thor. Não demorou muito para o fim já anunciado acontecer e foi da maneira mais trágica para ele, um dia antes de seu aniversário Alice pôs um fim na relação alegando que havia confundido seus sentimentos e que o via somente como amigo.
Os dois tentaram permanecer juntos como amigos, outra triste ilusão pois ele continuava a fazer de tudo para reconquistar o coração da garota e para ela apesar de se ver em uma situação confortável sabia que o fazia sofrer. Aos poucos um foi pegando implicância pelo outro, a insistência dele em querer ser amante e dela em querer ser somente amiga foi causando um distanciamento entre os dois. Agora, os dois que no início pareciam um casal de pombinhos apaixonados, eram dois estranhos no ninho de amor que haviam construídos juntos. Depois de uma troca de acusações por mensagem de celular os dois cortaram relações e nunca mais se falaram, provando o óbvio que quem nasceu para ser amante nunca poderá ser somente amigo.
Pedro Junqueira Franco de Castro 24/07/2013 21:37
O amor é fruto da imaginação dos amantes e quando um deixa de imaginar é certo que o outro vai sofrer. Não foi diferente no caso de Thor e Alice, eles se conheceram no treinamento da empresa, Thor era o instrutor sonhador que fazia das suas aulas uma diversão e Alice uma jovem cheia de ambições que via o emprego novo como uma oportunidade de ascender na vida. Thor se apaixonou logo que viu a jovem entrar na sala e usou de todas suas armas para seduzi-la, ela que não sabia bem ao certo o que queria da vida não deixou a oportunidade escapar. Em pouco tempo os dois formaram um desses casais que não se desgrudam, era uma sintonia perfeita de causar inveja em solteiros encalhados e de assustar pelo pouco tempo que se conheciam.
Qualquer pessoa que conhecia o casal poderia jurar que o romance dos dois iria durar um bom tempo, talvez até mesmo para sempre e que não seria mais um desses namoros efêmeros dos dias de hoje e era o que Thor desejava, pois já tinha seus vinte e nove anos e desejava experimentar algo mais duradouro que seus antigos namoros. Mas em pouco tempo a rotina, o tedio e o fato dele ter sido dispensado da empresa começaram a mudar esse quadro. Alice que antes o via como um cara responsável e maduro conheceu o lado imaturo e dependente de Thor e ele logo percebeu um certo distanciamento por parte dela e passou a achar ela egoísta por ser incapaz de compreender sua situação.
Com a queda da máscara ilusória da paixão os pequenos defeitos foram surgindo e o convívio passou a ser pesado, prejudicando até mesmo o desempenho sexual do casal. Thor sentia-se inseguro perto dela e passou a fazer de tudo para agrada-la, mas nada era suficiente e ele se via incapaz de satisfazer as expectativas da garota. Ela por sua vez havia perdido a fé naquele relacionamento e por ser ainda muito jovem podia se desapegar facilmente da situação, apesar de sentir que de certa maneira amava Thor. Não demorou muito para o fim já anunciado acontecer e foi da maneira mais trágica para ele, um dia antes de seu aniversário Alice pôs um fim na relação alegando que havia confundido seus sentimentos e que o via somente como amigo.
Os dois tentaram permanecer juntos como amigos, outra triste ilusão pois ele continuava a fazer de tudo para reconquistar o coração da garota e para ela apesar de se ver em uma situação confortável sabia que o fazia sofrer. Aos poucos um foi pegando implicância pelo outro, a insistência dele em querer ser amante e dela em querer ser somente amiga foi causando um distanciamento entre os dois. Agora, os dois que no início pareciam um casal de pombinhos apaixonados, eram dois estranhos no ninho de amor que haviam construídos juntos. Depois de uma troca de acusações por mensagem de celular os dois cortaram relações e nunca mais se falaram, provando o óbvio que quem nasceu para ser amante nunca poderá ser somente amigo.
Pedro Junqueira Franco de Castro 24/07/2013 21:37
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Dominguinhos, o cangaceiro da paz
Dominguinhos, o cangaceiro da paz
Bom demais ficou o céu
Até as pedras cantaram
O velho xote do sertão
Com o regresso do rei
Brilha a estrela mais linda
Cantando pra nós do céu
Pois ele abriu sua porta
Lá sua vida vai prosseguir
Difícil será ficar sem você
O pensamento vai viajar
Para buscar o aconchego
Na sua voz que trás paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 23/07/2013 23:03
Bom demais ficou o céu
Até as pedras cantaram
O velho xote do sertão
Com o regresso do rei
Brilha a estrela mais linda
Cantando pra nós do céu
Pois ele abriu sua porta
Lá sua vida vai prosseguir
Difícil será ficar sem você
O pensamento vai viajar
Para buscar o aconchego
Na sua voz que trás paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 23/07/2013 23:03
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Natureza divina
Natureza divina
Descanso os olhos na criação
Sinto meus pés tocar a terra
Escuto os sons do anoitecer
Deixo-me levar pelo vento
Com a descida do espirito
O êxtase toma meu corpo
Na confirmação do divino
Presente em toda natureza
Fico calado em plena oração
Contemplando a divindade
No momento nada anseio
Grato pela minha existência
Pedro Junqueira Franco de Castro 18/07/2013 23:46
Descanso os olhos na criação
Sinto meus pés tocar a terra
Escuto os sons do anoitecer
Deixo-me levar pelo vento
Com a descida do espirito
O êxtase toma meu corpo
Na confirmação do divino
Presente em toda natureza
Fico calado em plena oração
Contemplando a divindade
No momento nada anseio
Grato pela minha existência
Pedro Junqueira Franco de Castro 18/07/2013 23:46
segunda-feira, 15 de julho de 2013
O belo horizonte
O belo horizonte
Quando almas se reconhecem
As afinidades brotam da pele
O sorriso fortalece o encontro
A sintonia estende a conversa
Nasce a amizade verdadeira
A amizade é um belo horizonte
Onde as duas almas descansam
Um andar junto mesmo distante
A certeza do reencontro no fim
É temperar a jornada com amor
Pode ser que os planos mudem
As estradas podem se afastar
O infortúnio venha a eternizar
Mas amigos são feito irmãos
Caminham juntos no coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:29 16/07/2013
Quando almas se reconhecem
As afinidades brotam da pele
O sorriso fortalece o encontro
A sintonia estende a conversa
Nasce a amizade verdadeira
A amizade é um belo horizonte
Onde as duas almas descansam
Um andar junto mesmo distante
A certeza do reencontro no fim
É temperar a jornada com amor
Pode ser que os planos mudem
As estradas podem se afastar
O infortúnio venha a eternizar
Mas amigos são feito irmãos
Caminham juntos no coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 00:29 16/07/2013
Organizando o caos
Organizando o caos
Já era um costume de sua família organizar os quartos e os armários todo final de ano e nesse ano não foi diferente para Theo, por ordem de sua mãe, ele deu início a arrumação de seu quarto, que para ele mais parecia um verdadeiro caos. Todos os pequenos objetos e peças de roupas de um ano de sua vida se encontravam espalhados pelos cantos do quarto, a bagunça era generalizada e chegava a confundir a cabeça do garoto que após alguns instantes de paralisia, ocasionada pelo desespero, deu início a difícil tarefa.
Era como se a vida inteira dele estivesse naquele quarto, é logico que não caberiam ali todos os momentos que ele havia passado em seus dezoito anos de idade, porém cada objeto que ali estava lhe trazia a lembrança de algum momento marcado em sua memória. Os quadros de borboleta, herdados da avó, lhe traziam um pouco do sabor da infância sonhadora e mágica vivida no interior, o santo pendurado na parede lhe remetia aos tempos de catecismo, em que o medo de pecar havia lhe deixado certa culpa cristã e o cartão de natal ganho da primeira namorada, que lhe fazia respirar novamente os questionamentos de sua pré-adolescência.
À medida que ia organizando o seu caos, ele ia ressignificando sua vida, colocava cada coisa em um lugar de acordo com sua importância, para o fundo do armário iriam aquelas lembranças que fizeram parte do passado, mas que pelo apego não poderia se desfazer. Já nas prateleiras mais acessíveis, colocava aquilo que fazia parte do seu cotidiano, de modo a facilitar a correria diária de inicio de faculdade. Por fim, colocava a vista os objetivos que eram muito significantes e que formavam de certo modo sua personalidade. Algumas coisas ele jogava no lixo, pois era necessário se livrar daquilo que não lhe fazia mais sentido para dar espaço a novos sonhos.
No final do dia, ele finalizou a arrumação, colocando no mural de cortiça pendurado na parede aqueles lembretes para o futuro recente, o bilhete da atual paquera, o anúncio de jornal com uma oferta de emprego, o cartão postal da sonhada viagem que poderia vir a fazer, entre outros pequenos grandes planos. Arrumado o caos ele pode sentar na poltrona e ler tranquilamente o seu livro de poemas, pois se sentia pleno e sabia que, mesmo fisicamente sozinho, não estava só, uma vez que aquilo tudo, de certa forma, lhe pertencia e preenchia o vazio de viver.
Já era um costume de sua família organizar os quartos e os armários todo final de ano e nesse ano não foi diferente para Theo, por ordem de sua mãe, ele deu início a arrumação de seu quarto, que para ele mais parecia um verdadeiro caos. Todos os pequenos objetos e peças de roupas de um ano de sua vida se encontravam espalhados pelos cantos do quarto, a bagunça era generalizada e chegava a confundir a cabeça do garoto que após alguns instantes de paralisia, ocasionada pelo desespero, deu início a difícil tarefa.
Era como se a vida inteira dele estivesse naquele quarto, é logico que não caberiam ali todos os momentos que ele havia passado em seus dezoito anos de idade, porém cada objeto que ali estava lhe trazia a lembrança de algum momento marcado em sua memória. Os quadros de borboleta, herdados da avó, lhe traziam um pouco do sabor da infância sonhadora e mágica vivida no interior, o santo pendurado na parede lhe remetia aos tempos de catecismo, em que o medo de pecar havia lhe deixado certa culpa cristã e o cartão de natal ganho da primeira namorada, que lhe fazia respirar novamente os questionamentos de sua pré-adolescência.
À medida que ia organizando o seu caos, ele ia ressignificando sua vida, colocava cada coisa em um lugar de acordo com sua importância, para o fundo do armário iriam aquelas lembranças que fizeram parte do passado, mas que pelo apego não poderia se desfazer. Já nas prateleiras mais acessíveis, colocava aquilo que fazia parte do seu cotidiano, de modo a facilitar a correria diária de inicio de faculdade. Por fim, colocava a vista os objetivos que eram muito significantes e que formavam de certo modo sua personalidade. Algumas coisas ele jogava no lixo, pois era necessário se livrar daquilo que não lhe fazia mais sentido para dar espaço a novos sonhos.
No final do dia, ele finalizou a arrumação, colocando no mural de cortiça pendurado na parede aqueles lembretes para o futuro recente, o bilhete da atual paquera, o anúncio de jornal com uma oferta de emprego, o cartão postal da sonhada viagem que poderia vir a fazer, entre outros pequenos grandes planos. Arrumado o caos ele pode sentar na poltrona e ler tranquilamente o seu livro de poemas, pois se sentia pleno e sabia que, mesmo fisicamente sozinho, não estava só, uma vez que aquilo tudo, de certa forma, lhe pertencia e preenchia o vazio de viver.
Olhar feminino
Olhar feminino
Da claridade do seu olhar
Emana toda feminilidade
Oculta na pétala da flor
Pudera eu me aventurar
Nesse seu sensual olhar
Oculto mistério feminino
O seu sentir é generoso
Se não fosse eu sonhador
Bem poderia ser seu amor
Pedro Junqueira Franco de Castro 12/07/2013
Da claridade do seu olhar
Emana toda feminilidade
Oculta na pétala da flor
Pudera eu me aventurar
Nesse seu sensual olhar
Oculto mistério feminino
O seu sentir é generoso
Se não fosse eu sonhador
Bem poderia ser seu amor
Pedro Junqueira Franco de Castro 12/07/2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
O desencanto
O desencanto
O que era para ser um laço
Aos poucos foi virando nó
Do entrelaçar das almas
Fez-se a luta cega de egos
Impedindo-nos de ser um só
De repente o desencanto
De pombinhos apaixonados
Éramos estranhos no ninho
Víamos um céu já passado
Impedidos de tocar estrelas
Mas todo fim é um começo
Mesmo que em outra vida
Amadurecidos nesse amor
Colheremos o fruto sagrado
Desabrochando nossa flor
No templo além do arco-íris
Silenciados os ruídos do ego
Nossas almas sacramentadas
Dançarão na noite estrelada
Poderemos nos amar em paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:02 09/07/2013
O que era para ser um laço
Aos poucos foi virando nó
Do entrelaçar das almas
Fez-se a luta cega de egos
Impedindo-nos de ser um só
De repente o desencanto
De pombinhos apaixonados
Éramos estranhos no ninho
Víamos um céu já passado
Impedidos de tocar estrelas
Mas todo fim é um começo
Mesmo que em outra vida
Amadurecidos nesse amor
Colheremos o fruto sagrado
Desabrochando nossa flor
No templo além do arco-íris
Silenciados os ruídos do ego
Nossas almas sacramentadas
Dançarão na noite estrelada
Poderemos nos amar em paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:02 09/07/2013
domingo, 30 de junho de 2013
A canção que encanta
A canção que encanta
Quisera eu fazer uma canção
Que te pudesse reencantar
Com as maravilhas da vida
Que lá fora estão a cantar
Quem dera pudesse mostrar
Que o beija-flor beija sua flor
Fazendo ela do amor renascer
Levando embora qualquer dor
Que nosso barco segue no mar
O mar da vida tem turbulências
Mas a fé nos guia nessas horas
Que esperança sem fé nada é
Pudera eu mostrar o arco-íris
Que existe atrás do nublado
O colorido que a dura rotina
Esconde com toda sua poeira
Que existe um brilho estrelar
Por trás de esse seu triste olhar
O mesmo brilho das estrelas
Iluminando a escuridão do céu
Trocaria toda minha poesia
Para te ver sorrir novamente
Brotar de seu chão uma flor
Esquecida sem o seu amor
Não cabe a mim fazer a canção
Pois ela já existe dentro de ti
Assim como cada um de nós
Tem uma canção que encanta
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:04 30/06/2013
Quisera eu fazer uma canção
Que te pudesse reencantar
Com as maravilhas da vida
Que lá fora estão a cantar
Quem dera pudesse mostrar
Que o beija-flor beija sua flor
Fazendo ela do amor renascer
Levando embora qualquer dor
Que nosso barco segue no mar
O mar da vida tem turbulências
Mas a fé nos guia nessas horas
Que esperança sem fé nada é
Pudera eu mostrar o arco-íris
Que existe atrás do nublado
O colorido que a dura rotina
Esconde com toda sua poeira
Que existe um brilho estrelar
Por trás de esse seu triste olhar
O mesmo brilho das estrelas
Iluminando a escuridão do céu
Trocaria toda minha poesia
Para te ver sorrir novamente
Brotar de seu chão uma flor
Esquecida sem o seu amor
Não cabe a mim fazer a canção
Pois ela já existe dentro de ti
Assim como cada um de nós
Tem uma canção que encanta
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:04 30/06/2013
sábado, 29 de junho de 2013
Rei de mim
Rei de mim
Tirar da terra o necessário
O sustento da leveza do ser
Alimentar a alma com luz
Para em vida poder reinar
Viver a felicidade de saber
A única riqueza acumular
Será a sabedoria de ser
A alegria de poder sorrir
Comungar a vida em paz
A existência vence o caos
A batalha a ser vencida
Ocorre dentro de mim
Compartilhar a felicidade
Dividir momentos de dor
No final festejar a vida
Ser coroado rei de mim
Pedro Junqueira Franco de Castro 29/06/2013 12:49
Tirar da terra o necessário
O sustento da leveza do ser
Alimentar a alma com luz
Para em vida poder reinar
Viver a felicidade de saber
A única riqueza acumular
Será a sabedoria de ser
A alegria de poder sorrir
Comungar a vida em paz
A existência vence o caos
A batalha a ser vencida
Ocorre dentro de mim
Compartilhar a felicidade
Dividir momentos de dor
No final festejar a vida
Ser coroado rei de mim
Pedro Junqueira Franco de Castro 29/06/2013 12:49
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Sp, a capital do amor
Sp, a capital do amor
Da opressão aos pacifistas
Desperta o gigante brasileiro
Cai o véu que encobria a pátria
Revela a democrática ditadura
Revoltado com tanta opressão
Tomam as ruas os oprimidos
Em uma democracia ateniense
Vandalizam o amor reprimido
Surpreso ficou Criolo ao ver
Brotar amor das ruas de sp
Crescer no solo da capital
Fluir pelo país a revolução
A epifania da coletividade
Lutando pelo bem comum
Fez da pátria abandonada
Pelas ruas se sentir amada
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:06 19/06/2013
Da opressão aos pacifistas
Desperta o gigante brasileiro
Cai o véu que encobria a pátria
Revela a democrática ditadura
Revoltado com tanta opressão
Tomam as ruas os oprimidos
Em uma democracia ateniense
Vandalizam o amor reprimido
Surpreso ficou Criolo ao ver
Brotar amor das ruas de sp
Crescer no solo da capital
Fluir pelo país a revolução
A epifania da coletividade
Lutando pelo bem comum
Fez da pátria abandonada
Pelas ruas se sentir amada
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:06 19/06/2013
domingo, 16 de junho de 2013
Ser único
Ser único
Que divino é ser aventureiro
Viver em sintonia com a floresta
Domar o animal que berra o ser
Unir fera e suprema divindade
Muita beleza vivenciar o dia
Na mágica e misteriosa noite
Dançar reverenciando a lua
Brincar com os filhos do sol
Maravilha viver na dualidade
Desabrochar o amor da mãe
Desvendar a firmeza do pai
Ser masculino e feminino
Alegria é sentir a gratidão
Pela batalha da plenitude
De reconhecer o ser único
Que somos na união divina
Pedro Junqueira Franco de Castro 16/06/2013 16:58
Que divino é ser aventureiro
Viver em sintonia com a floresta
Domar o animal que berra o ser
Unir fera e suprema divindade
Muita beleza vivenciar o dia
Na mágica e misteriosa noite
Dançar reverenciando a lua
Brincar com os filhos do sol
Maravilha viver na dualidade
Desabrochar o amor da mãe
Desvendar a firmeza do pai
Ser masculino e feminino
Alegria é sentir a gratidão
Pela batalha da plenitude
De reconhecer o ser único
Que somos na união divina
Pedro Junqueira Franco de Castro 16/06/2013 16:58
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Comunhão terrestre
Comunhão terrestre
Quero adentrar na sua mata
Fazer morada no seu campo
Para ver as estrelas de perto
Sentir a plenitude da solidão
Quero brincar de ser bicho
Sobrevoar a sua imensidão
Alimentar-me de seu sabor
Comungar minha vida a sua
Quero me misturar ao povo
Deslizar nas curvas do sorriso
Aventurar-me nas suas tribos
Viver na felicidade coletiva
Por fim com o corpo cansado
Mas na maturidade da alma
Pacificar minha existência
No seu ventre mãe terra
Pedro Junqueira Franco de Castro 16/05/2013
Quero adentrar na sua mata
Fazer morada no seu campo
Para ver as estrelas de perto
Sentir a plenitude da solidão
Quero brincar de ser bicho
Sobrevoar a sua imensidão
Alimentar-me de seu sabor
Comungar minha vida a sua
Quero me misturar ao povo
Deslizar nas curvas do sorriso
Aventurar-me nas suas tribos
Viver na felicidade coletiva
Por fim com o corpo cansado
Mas na maturidade da alma
Pacificar minha existência
No seu ventre mãe terra
Pedro Junqueira Franco de Castro 16/05/2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Não condicione o incondicional
Não condicione o incondicional
Solte as amarras desse cais
Deixe o seu barco navegar
Existe tanto mar para amar
Com suas nuvens e corais
A vida tem muitos finais
Levante e saia dessa cama
Desapegue desse romance
Encare uma nova chance
Deixe de lado esse drama
Abra-se a uma nova trama
Liberte-se do condicional
Ame o que cabe na mão
Abrace tudo sobre o chão
Sorria para o incondicional
O seu amor não tem final
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:41 10/04/2013
Solte as amarras desse cais
Deixe o seu barco navegar
Existe tanto mar para amar
Com suas nuvens e corais
A vida tem muitos finais
Levante e saia dessa cama
Desapegue desse romance
Encare uma nova chance
Deixe de lado esse drama
Abra-se a uma nova trama
Liberte-se do condicional
Ame o que cabe na mão
Abrace tudo sobre o chão
Sorria para o incondicional
O seu amor não tem final
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:41 10/04/2013
domingo, 7 de abril de 2013
Tempo de esperança
Tempo de esperança
Não espere a primavera chegar
As borboletas dançam em você
Basta libertar dos seus casulos
Todo momento é uma festa
Se você está contente em ser
Não volte a infância para brincar
A sua criança ainda celebra a vida
É só inventar uma nova brincadeira
Não espere um sorriso para sorrir
Faça da sua alegria o seu sorriso
O tempo da esperança é agora
Portanto não precisa esperar
Faça do agora o seu tempo
O agora é sempre eterno
Nem mesmo o tempo leva
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:59 07/04/2013
Não espere a primavera chegar
As borboletas dançam em você
Basta libertar dos seus casulos
Todo momento é uma festa
Se você está contente em ser
Não volte a infância para brincar
A sua criança ainda celebra a vida
É só inventar uma nova brincadeira
Não espere um sorriso para sorrir
Faça da sua alegria o seu sorriso
O tempo da esperança é agora
Portanto não precisa esperar
Faça do agora o seu tempo
O agora é sempre eterno
Nem mesmo o tempo leva
Pedro Junqueira Franco de Castro 23:59 07/04/2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Livre amor
Livre amor
Nosso amor é muito grande
Para ficar preso em nós dois
O compromisso será o bem
Seremos fiéis em companhia
Esqueceremos as vaidades
Não sofreremos no amar
Recusaremos nosso poder
Para libertar nosso amor
Nesse tempo de liberdade
Nossas almas acalentadas
Irão silenciar a voz da razão
Poderemos nos amar em paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 10:41 04/04/2013
Nosso amor é muito grande
Para ficar preso em nós dois
O compromisso será o bem
Seremos fiéis em companhia
Esqueceremos as vaidades
Não sofreremos no amar
Recusaremos nosso poder
Para libertar nosso amor
Nesse tempo de liberdade
Nossas almas acalentadas
Irão silenciar a voz da razão
Poderemos nos amar em paz
Pedro Junqueira Franco de Castro 10:41 04/04/2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Seguir em frente
Seguir em frente
É tempo de seguir em frente
O tempo da entrega findou-se
Juntos viveríamos pela metade
Já não posso tocar seu coração
No amor não existe vencedor
Somos culpados sem culpa
Desperdiçamos nosso amor
Na tentativa de nos amar
Sigo em frente com esperança
Nosso amor apesar de findo
Pode renascer em outro tempo
Posto que todo amor é infinito
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:28 19/03/2013
É tempo de seguir em frente
O tempo da entrega findou-se
Juntos viveríamos pela metade
Já não posso tocar seu coração
No amor não existe vencedor
Somos culpados sem culpa
Desperdiçamos nosso amor
Na tentativa de nos amar
Sigo em frente com esperança
Nosso amor apesar de findo
Pode renascer em outro tempo
Posto que todo amor é infinito
Pedro Junqueira Franco de Castro 14:28 19/03/2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O teimoso querer
O teimoso querer
Não sei se era minha teimosia
Mas ainda que pudesse ser tua
Eu em te querer como queria
Você sem querer não me queria
Mas cada um com sua maneira
Era certo que a gente se queria
Mesmo depois de toda fantasia
Depois de tanto pranto rolado
Após ter dançado outra dança
Ainda se dividia o dia a dia
Nosso cotidiano se repetia
Como melodia que cura o dia
Talvez depois de tanto entregar
Brincar de se perder e se achar
Nos achamos confusos demais
Confusos jamais enxergaríamos
Um dia o amor que inventamos
Poderia realmente nos encontrar
O primeiro sorriso não foi em vão
O afeto existia após a efemeridade
Nada sou para dizer que não é amor
Quem é você para falar de amizade
Talvez depois de toda a sinceridade
O nosso chão poderia ser morada
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:47 28/02/2013
Não sei se era minha teimosia
Mas ainda que pudesse ser tua
Eu em te querer como queria
Você sem querer não me queria
Mas cada um com sua maneira
Era certo que a gente se queria
Mesmo depois de toda fantasia
Depois de tanto pranto rolado
Após ter dançado outra dança
Ainda se dividia o dia a dia
Nosso cotidiano se repetia
Como melodia que cura o dia
Talvez depois de tanto entregar
Brincar de se perder e se achar
Nos achamos confusos demais
Confusos jamais enxergaríamos
Um dia o amor que inventamos
Poderia realmente nos encontrar
O primeiro sorriso não foi em vão
O afeto existia após a efemeridade
Nada sou para dizer que não é amor
Quem é você para falar de amizade
Talvez depois de toda a sinceridade
O nosso chão poderia ser morada
Pedro Junqueira Franco de Castro 13:47 28/02/2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Comunhão divina
Comunhão divina
Eu naveguei na noite estrelada
Conheci lugares desconhecidos
Caminhei por estradas passadas
Encontrei-me em lugares futuros
Dancei feito criança no presente
Aonde eu fui o tempo nada era
Ao expandir minha consciência
Fiz as pazes com antepassados
Pude sentir meu eu profundo
Notei a suave presença da mãe
A protetora companhia do pai
Encontrei-me dentro de mim
O medo até tentou me tomar
Meu ego tentou me sabotar
Nessa batalha me entreguei
Busquei a minha força na fé
Libertei as amarras da alma
Sublimei toda culpa passada
Foi tudo uma comunhão mágica
Éramos as gotas no mar da vida
Bailamos nas ondas desse mar
Gratos por essa viagem astral
Festejamos por ser um todo
Na infinita imensidão divina
Pedro Junqueira Franco de Castro 27/01/2013 20:53
Eu naveguei na noite estrelada
Conheci lugares desconhecidos
Caminhei por estradas passadas
Encontrei-me em lugares futuros
Dancei feito criança no presente
Aonde eu fui o tempo nada era
Ao expandir minha consciência
Fiz as pazes com antepassados
Pude sentir meu eu profundo
Notei a suave presença da mãe
A protetora companhia do pai
Encontrei-me dentro de mim
O medo até tentou me tomar
Meu ego tentou me sabotar
Nessa batalha me entreguei
Busquei a minha força na fé
Libertei as amarras da alma
Sublimei toda culpa passada
Foi tudo uma comunhão mágica
Éramos as gotas no mar da vida
Bailamos nas ondas desse mar
Gratos por essa viagem astral
Festejamos por ser um todo
Na infinita imensidão divina
Pedro Junqueira Franco de Castro 27/01/2013 20:53
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Presente da liberdade
Presente da liberdade
A verdade quando ocultada
Deixa aflito qualquer coração
A sinceridade alivia toda dor
Libertando nossos corações
Para os novos horizontes
Ouça o que diz seu sentimento
Aceite o presente do universo
Quando o coração quiser falar
Deixe de lado a voz da razão
Entregue seu pedido a vida
Se o seu pedido for sincero
Profundo ao tocar a alma
Alegrar as pessoas do mundo
As portas e janelas se abrem
E a vida celebra a liberdade
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:43 14/01/2012
A verdade quando ocultada
Deixa aflito qualquer coração
A sinceridade alivia toda dor
Libertando nossos corações
Para os novos horizontes
Ouça o que diz seu sentimento
Aceite o presente do universo
Quando o coração quiser falar
Deixe de lado a voz da razão
Entregue seu pedido a vida
Se o seu pedido for sincero
Profundo ao tocar a alma
Alegrar as pessoas do mundo
As portas e janelas se abrem
E a vida celebra a liberdade
Pedro Junqueira Franco de Castro 17:43 14/01/2012
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Amores convenientes
Amores convenientes
As palavras convenientes se revelam
Aos poucos tomam forma na escuridão
Enfim podia confiar naquilo que sentia
As fantasias aos poucos de desfaziam
Os amantes na verdade eram amigos
Sem se preocupar com o já vivido
Os fatos que não se consumaram
As meias verdades em meio a sonhos
Na boca um sabor ainda que doce
Restava aquele final meio amargo
Atrás do faz de conta da historia
O pecado de amar sem ser amado
Inconsequentes amores convenientes
Se enamorar com uma mera fantasia
Viver sonhos sem dividir realidades
Privar da verdade o que é verdadeiro
Esperar que aquela boa intenção
Venha nos livrar da verdadeira lição
Pedro Junqueira Franco de Castro 07/01/2013 7:34
As palavras convenientes se revelam
Aos poucos tomam forma na escuridão
Enfim podia confiar naquilo que sentia
As fantasias aos poucos de desfaziam
Os amantes na verdade eram amigos
Sem se preocupar com o já vivido
Os fatos que não se consumaram
As meias verdades em meio a sonhos
Na boca um sabor ainda que doce
Restava aquele final meio amargo
Atrás do faz de conta da historia
O pecado de amar sem ser amado
Inconsequentes amores convenientes
Se enamorar com uma mera fantasia
Viver sonhos sem dividir realidades
Privar da verdade o que é verdadeiro
Esperar que aquela boa intenção
Venha nos livrar da verdadeira lição
Pedro Junqueira Franco de Castro 07/01/2013 7:34
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Bailando com a vida
Bailando com a vida
Abra-se a outra percepção
Feche os olhos da visão
Perceba apenas no sentir
Somos parte da imensidão
Liberte-se de suas culpas
Um pecado pode pesar
Não queira ser um santo
O mais divino é ser humano
Deixe-se levar pela dança
Entrando no bailado da vida
Deixamos fluir naturalmente
Toda a beleza que há em ser
Permita-se viver o agora
Despede-se do seu passado
Abrace aquilo que é presente
Enfim sorria para seu futuro
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:28 02/01/2013
Abra-se a outra percepção
Feche os olhos da visão
Perceba apenas no sentir
Somos parte da imensidão
Liberte-se de suas culpas
Um pecado pode pesar
Não queira ser um santo
O mais divino é ser humano
Deixe-se levar pela dança
Entrando no bailado da vida
Deixamos fluir naturalmente
Toda a beleza que há em ser
Permita-se viver o agora
Despede-se do seu passado
Abrace aquilo que é presente
Enfim sorria para seu futuro
Pedro Junqueira Franco de Castro 16:28 02/01/2013
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Niemeyer, o genuíno latino.
Niemeyer, o genuíno latino.
Nascido na cidade poética
Sonhava uma grande alma
Nas suas veias tão latinas
Corria o sangue da liberdade
A gente de sua cidade planejada
Não manchou a genialidade de sua obra
Simples poesia concretada no coração do Brasil
Traços leves como ele mesmo compreendia a vida
Sem o peso do sistema que não lhe pertencia
Com a força de sua serena alma latina
Lutou ainda que em paz toda sua vida
Que para ele passou feito um sopro
Suavemente brincando nas curvas
Aos 104 anos morre um rapaz
Apenas um latino americano
Que nasceu, amou e partiu.
Pedro Junqueira Franco de Castro 3:52 06/12/2012
Nascido na cidade poética
Sonhava uma grande alma
Nas suas veias tão latinas
Corria o sangue da liberdade
A gente de sua cidade planejada
Não manchou a genialidade de sua obra
Simples poesia concretada no coração do Brasil
Traços leves como ele mesmo compreendia a vida
Sem o peso do sistema que não lhe pertencia
Com a força de sua serena alma latina
Lutou ainda que em paz toda sua vida
Que para ele passou feito um sopro
Suavemente brincando nas curvas
Aos 104 anos morre um rapaz
Apenas um latino americano
Que nasceu, amou e partiu.
Pedro Junqueira Franco de Castro 3:52 06/12/2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
A batalha da aceitação
A batalha da aceitação
Range o ego atrás da porta
Imperfeito, humano e finito
Arruína nossa vida com culpa
Liberta toda nossa loucura
Egoísta orgulhasse da vitória
Canta a alma além da janela
Perfeita, universal e infinita
Ilumina nossa vida seu perdão
Liberta toda nossa sabedoria
Humildemente nos satisfaz
Vivemos toda dia essa batalha
Travada entre o meu e o nosso
É preciso calar os ruídos do ego
Deixar ecoar a melodia da alma
Para a vida fluir naturalmente
Pedro Junqueira Franco de Castro 02/12/2012 15:23
Range o ego atrás da porta
Imperfeito, humano e finito
Arruína nossa vida com culpa
Liberta toda nossa loucura
Egoísta orgulhasse da vitória
Canta a alma além da janela
Perfeita, universal e infinita
Ilumina nossa vida seu perdão
Liberta toda nossa sabedoria
Humildemente nos satisfaz
Vivemos toda dia essa batalha
Travada entre o meu e o nosso
É preciso calar os ruídos do ego
Deixar ecoar a melodia da alma
Para a vida fluir naturalmente
Pedro Junqueira Franco de Castro 02/12/2012 15:23
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Ciclicamente perfeição
Ciclicamente perfeição
A perfeição está a nossa volta
No desenho da pétala da flor
No ballet sobre o rio do cisne
No orvalho a refletir o sol
Ela passa sem você notar
A perfeição em nós fez morada
No sangue que carrega a vida
No pensar que leva a noite
No cheiro que exala do amor
Ela está nos olhos de quem vê
A perfeição está mais além
No luar que de longe ilumina
No pôr de sol a trazer a noite
No universo sempre a conspirar
Ela transpira toda inspiração
A perfeição que lá fora está
Em você também se encontra
Deixe o mundo no ritmo girar
Seja você mesmo sem controlar
Seremos perfeitamente belos
Pedro Junqueira Franco de Castro 21/11/2012 04:16
A perfeição está a nossa volta
No desenho da pétala da flor
No ballet sobre o rio do cisne
No orvalho a refletir o sol
Ela passa sem você notar
A perfeição em nós fez morada
No sangue que carrega a vida
No pensar que leva a noite
No cheiro que exala do amor
Ela está nos olhos de quem vê
A perfeição está mais além
No luar que de longe ilumina
No pôr de sol a trazer a noite
No universo sempre a conspirar
Ela transpira toda inspiração
A perfeição que lá fora está
Em você também se encontra
Deixe o mundo no ritmo girar
Seja você mesmo sem controlar
Seremos perfeitamente belos
Pedro Junqueira Franco de Castro 21/11/2012 04:16
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Estar juntos
Estar juntos
Uma parte de mim era sim
A outra segurava sua mão
Não precisava do seu corpo
Muito menos da sua alma
Pois só no estar juntos
A gente já se pertencia
Seu olhar me despertou
E o universo aceitou
No vão de nossas mãos
Cabiam dois corações
Nas veias lado a lado
Corria sem nos separar
Deitado ao seu lado
Seu silêncio preenchia
Minha alma com sonhos
Meu baú com fantasias
Brincando ao seu lado
Redescobri a poesia
Da união de nossos corpos
Nascia um novo amanhecer
Os passados de tristezas
O alegre presente levou
Agora os dois voavam
Ainda que tocando o chão
Pedro Junqueira Franco de Castro 1/11/2012 14:46
Uma parte de mim era sim
A outra segurava sua mão
Não precisava do seu corpo
Muito menos da sua alma
Pois só no estar juntos
A gente já se pertencia
Seu olhar me despertou
E o universo aceitou
No vão de nossas mãos
Cabiam dois corações
Nas veias lado a lado
Corria sem nos separar
Deitado ao seu lado
Seu silêncio preenchia
Minha alma com sonhos
Meu baú com fantasias
Brincando ao seu lado
Redescobri a poesia
Da união de nossos corpos
Nascia um novo amanhecer
Os passados de tristezas
O alegre presente levou
Agora os dois voavam
Ainda que tocando o chão
Pedro Junqueira Franco de Castro 1/11/2012 14:46
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Noite passageira
Noite passageira
Nem tudo que a gente vê no claro
A gente enxerga mais claramente
Existem perguntas que só o escuro
Será capaz de nos esclarecer
Eu anoiteço na fumaça densa
Meus pensamentos viajam na noite
Sem notar a adorável presença
Que a lua tem a me oferecer
Eu amanheço feito uma flor cristalizada
Os pensamentos não mais me pertencem
Foram-se todos com a fumaça da noite
Agora eu posso refazer meu próprio eu
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:20 02/08/2012
Nem tudo que a gente vê no claro
A gente enxerga mais claramente
Existem perguntas que só o escuro
Será capaz de nos esclarecer
Eu anoiteço na fumaça densa
Meus pensamentos viajam na noite
Sem notar a adorável presença
Que a lua tem a me oferecer
Eu amanheço feito uma flor cristalizada
Os pensamentos não mais me pertencem
Foram-se todos com a fumaça da noite
Agora eu posso refazer meu próprio eu
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:20 02/08/2012
domingo, 13 de maio de 2012
Homenagem às mães do mundo
Homenagem às mães do mundo
A confirmação de sua existência
Deu-se pela dor dessa mulher
Foi no ventre dela que por messes
Você viveu a experiência do amor
E vive hoje na vida que lhe concedeu
Quando o filho sai, sua proteção o segue
Quando o filho sofre, seu zelo é salvador
Seu coração está com ele na caminhada
Seus passos também estão nessa estrada
Sua felicidade é duplicada ao o ver feliz
E a maior dor do homem
É saber que ele pode ter o mundo
Pode saber e sentir de tudo
Mas nunca vai saber o que é ser mãe
Seu temor é que as sementes
Que no mundo ela colocou
Não amadurecam em frutos
E não desabrochem numa flor
Com a força de um leão
E a leveza de uma flor
Ela cumpre seu papel
Com dedicação e amor
Dentre todas as causas
A sua é a mais legitima
Dentre todas as missões
A sua é a mais digna
Dentre todos os amores
O seu é o melhor
Te amo Mãe!
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:15 08/05/2011
A confirmação de sua existência
Deu-se pela dor dessa mulher
Foi no ventre dela que por messes
Você viveu a experiência do amor
E vive hoje na vida que lhe concedeu
Quando o filho sai, sua proteção o segue
Quando o filho sofre, seu zelo é salvador
Seu coração está com ele na caminhada
Seus passos também estão nessa estrada
Sua felicidade é duplicada ao o ver feliz
E a maior dor do homem
É saber que ele pode ter o mundo
Pode saber e sentir de tudo
Mas nunca vai saber o que é ser mãe
Seu temor é que as sementes
Que no mundo ela colocou
Não amadurecam em frutos
E não desabrochem numa flor
Com a força de um leão
E a leveza de uma flor
Ela cumpre seu papel
Com dedicação e amor
Dentre todas as causas
A sua é a mais legitima
Dentre todas as missões
A sua é a mais digna
Dentre todos os amores
O seu é o melhor
Te amo Mãe!
Pedro Junqueira Franco de Castro 15:15 08/05/2011
sexta-feira, 16 de março de 2012
Cegos ratos do esgoto
Cegos ratos do esgoto
Cegos seguem os ratos no esgoto
Buscam os caminhos mais curtos
Aproveitam os atalhos oportunos
Se gabam da inocente esperteza
Crentes que suas malandragens
Os dão um certo ar de superior
Inocentes comemoram a vitoria
Antecipam honras desonrosas
Orgulhosos de glorias em vão
Mancham sua própria historia
Ao fim saem sempre derrotados
Sem saborear a sonhada vitoria
Seguem incapacitados de ver a luz
Invejam aqueles que são iluminados
Pisam para esconder suas fraquezas
Prepotentes tentar enganar a justiça
Saem humilhados pela unica verdade
A vitoria e a justiça caminham juntas
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:39 17/03/2011
Cegos seguem os ratos no esgoto
Buscam os caminhos mais curtos
Aproveitam os atalhos oportunos
Se gabam da inocente esperteza
Crentes que suas malandragens
Os dão um certo ar de superior
Inocentes comemoram a vitoria
Antecipam honras desonrosas
Orgulhosos de glorias em vão
Mancham sua própria historia
Ao fim saem sempre derrotados
Sem saborear a sonhada vitoria
Seguem incapacitados de ver a luz
Invejam aqueles que são iluminados
Pisam para esconder suas fraquezas
Prepotentes tentar enganar a justiça
Saem humilhados pela unica verdade
A vitoria e a justiça caminham juntas
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:39 17/03/2011
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Tempo de sonhar
Tempo de sonhar
Por mais lamento que temos no peito
Colhemos hoje a semente do ontem
E o esforço só não terá sido em vão
Plantando hoje o melhor do amanhã
O inesquecível vai se fazendo no hoje
E o impossível vai ficando no passado
No momento em que abrimos os olhos
Para o mar de possibilidades do futuro
Não adianta se arrepender no presente
E se esquecer que ele nos dá a chance
De corrigir erros cometidos no passado
Para ser aquilo que sonhamos no futuro
Enxergue o hoje como a vitoria da vida
O ontem como mais uma pagina virada
Nunca é tarde quando se tem o agora
E ninguém é capaz de prever o amanhã
Não tenha medo de errar no hoje
O amanhã será uma nova chance
De fazermos aquilo que é o certo
Mas que não fizemos no ontem
Hoje é o tempo da oportunidade
O amanhã o tempo da esperança
E o ontem só nos serve de lição
Lembre o ontem...
Espere o amanhã...
Viva o hoje...
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:41 24/01/2012
Por mais lamento que temos no peito
Colhemos hoje a semente do ontem
E o esforço só não terá sido em vão
Plantando hoje o melhor do amanhã
O inesquecível vai se fazendo no hoje
E o impossível vai ficando no passado
No momento em que abrimos os olhos
Para o mar de possibilidades do futuro
Não adianta se arrepender no presente
E se esquecer que ele nos dá a chance
De corrigir erros cometidos no passado
Para ser aquilo que sonhamos no futuro
Enxergue o hoje como a vitoria da vida
O ontem como mais uma pagina virada
Nunca é tarde quando se tem o agora
E ninguém é capaz de prever o amanhã
Não tenha medo de errar no hoje
O amanhã será uma nova chance
De fazermos aquilo que é o certo
Mas que não fizemos no ontem
Hoje é o tempo da oportunidade
O amanhã o tempo da esperança
E o ontem só nos serve de lição
Lembre o ontem...
Espere o amanhã...
Viva o hoje...
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:41 24/01/2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Paginas de uma vida
Paginas de uma vida
É na esquina da nossa vida
Quando bate o vento forte
Que nós podemos relembrar
As lembranças esquecidas
Que uma vida de sonhar
Levou sem a gente ver
Da paixão ficam as cinzas
Que nos fazem renascer
Todo vez que um olhar
Faz dentro de nós chover
A cada pagina desse livro
Eu ainda posso perceber
Que o tempo é traiçoeiro
Mas pode nos faz crescer
Eu seguindo a criança
Deixo o vento me levar
Meu sonho é passarinhar
Mas preciso saber voar
Me entregando a boemia
Inocente o ato de sonhar
Esperar em cada esquina
O velho tesouro perdido
Que pode me fazer brilhar
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:57 14/01/2012
É na esquina da nossa vida
Quando bate o vento forte
Que nós podemos relembrar
As lembranças esquecidas
Que uma vida de sonhar
Levou sem a gente ver
Da paixão ficam as cinzas
Que nos fazem renascer
Todo vez que um olhar
Faz dentro de nós chover
A cada pagina desse livro
Eu ainda posso perceber
Que o tempo é traiçoeiro
Mas pode nos faz crescer
Eu seguindo a criança
Deixo o vento me levar
Meu sonho é passarinhar
Mas preciso saber voar
Me entregando a boemia
Inocente o ato de sonhar
Esperar em cada esquina
O velho tesouro perdido
Que pode me fazer brilhar
Pedro Junqueira Franco de Castro 19:57 14/01/2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Minha essencial mãe
Minha essencial mãe
Fruto de seu doce ventre sai para o mundo
Assustado foi nos seus braços que acalmei
Ainda me lembro das palavras de carinho
Que com zelo me protegiam das lagrimas
Debaixo das asas da minha mãe coruja
O mundo parecia não poder me machucar
Eu me sentia incondicionalmente amado
Seguindo seus passos no jardim da infância
Descobri o que realmente tem valor na vida
Aquilo que constrói pontes entre corações
Tornando as pessoas iguais por sonharem
Mas se não houver dignidade no caminhar
Os passos acabarão com aquela esperança
De ver pessoas do bem o mundo governar
Ao ver nossa água ser contaminada
A rosa do nosso amor se desfolhar
Subitamente o desespero me tomou
Vi-me abandonado sem o seu amor
Caminhamos juntos na escuridão
Guiados pela fé no nosso destino
Certos de ser infinito nosso afeto
Ainda que exigente o seu zelo me ensina
Sua manta protetora ilumina meu caminho
Quando perdido posso a sua morada voltar
Mesmo com sonhos e planos diferentes
Sua essência que eu levo é meu caráter
Seu sorriso desperta minha felicidade
Seu amor faz morada em meu coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:47 19/12/2011
Fruto de seu doce ventre sai para o mundo
Assustado foi nos seus braços que acalmei
Ainda me lembro das palavras de carinho
Que com zelo me protegiam das lagrimas
Debaixo das asas da minha mãe coruja
O mundo parecia não poder me machucar
Eu me sentia incondicionalmente amado
Seguindo seus passos no jardim da infância
Descobri o que realmente tem valor na vida
Aquilo que constrói pontes entre corações
Tornando as pessoas iguais por sonharem
Mas se não houver dignidade no caminhar
Os passos acabarão com aquela esperança
De ver pessoas do bem o mundo governar
Ao ver nossa água ser contaminada
A rosa do nosso amor se desfolhar
Subitamente o desespero me tomou
Vi-me abandonado sem o seu amor
Caminhamos juntos na escuridão
Guiados pela fé no nosso destino
Certos de ser infinito nosso afeto
Ainda que exigente o seu zelo me ensina
Sua manta protetora ilumina meu caminho
Quando perdido posso a sua morada voltar
Mesmo com sonhos e planos diferentes
Sua essência que eu levo é meu caráter
Seu sorriso desperta minha felicidade
Seu amor faz morada em meu coração
Pedro Junqueira Franco de Castro 02:47 19/12/2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
A doce despedida da cria
A doce despedida da cria
A andorinha dedicada sente a dor da partida
O ninho parece tão vazio sem os passarinhos
Eles cresceram e alçaram voo rumo à vida
Agora é sua vez de voltar a voar livremente
Pode alcançar lugares distantes de sua alma
Revelando novos caminhos escondidos no ser
A árvore não morre depois dos frutos colhidos
Ela ainda serve de morada para outros sonhos
Sua beleza ainda é majestosa e encantadora
Agora que já serviu ao mundo com seus frutos
Pode alimentar desejos guardados na alma
Gerando flores pela simples beleza de ser
A doce mãe agora sabe o que é ser sozinha
A boca que precisou dizer não agora diz sim
O sim liberta os filhos para amar ao mundo
Agora seu tempo está livre para caminhar
Caminha rumo à maturidade de sua alma
Sutilmente se torna morada do seu ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 10/12/2011 16:00
A andorinha dedicada sente a dor da partida
O ninho parece tão vazio sem os passarinhos
Eles cresceram e alçaram voo rumo à vida
Agora é sua vez de voltar a voar livremente
Pode alcançar lugares distantes de sua alma
Revelando novos caminhos escondidos no ser
A árvore não morre depois dos frutos colhidos
Ela ainda serve de morada para outros sonhos
Sua beleza ainda é majestosa e encantadora
Agora que já serviu ao mundo com seus frutos
Pode alimentar desejos guardados na alma
Gerando flores pela simples beleza de ser
A doce mãe agora sabe o que é ser sozinha
A boca que precisou dizer não agora diz sim
O sim liberta os filhos para amar ao mundo
Agora seu tempo está livre para caminhar
Caminha rumo à maturidade de sua alma
Sutilmente se torna morada do seu ser
Pedro Junqueira Franco de Castro 10/12/2011 16:00
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O trem da infância esquecida
O trem da infância esquecida
O trem desgovernado vai se arrastando
Segue a todo vapor sem destino final
Em algum momento ele descarrilhou
Seu caminho ele não mais governa
Sem freios segue sempre em frente
Nessa rota sem saídas e chegadas
O sabor da estrada ele não sente
Vai passando sem se quer notar
A beleza da menina a lhe esperar
O desespero da mãe a lhe ajudar
Certo de seu caminho incerto
Segue arrogante e prepotente
Se prestasse atenção ao sinal
Poderia ver que logo em frente
Existe um abismo intransponível
Ele segue de estação em estação
Passa por todas sem descarregar
Caso você queira nele embarcar
De passagem você não precisará
O desconhecido dispensa convite
Um dia talvez encontre o trilho
Que o leve de volta a seu destino
Se continuar perdido no tempo
Será tarde demais para lamentar
A vida que ele deixou para trás
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:26 30/11/2011
O trem desgovernado vai se arrastando
Segue a todo vapor sem destino final
Em algum momento ele descarrilhou
Seu caminho ele não mais governa
Sem freios segue sempre em frente
Nessa rota sem saídas e chegadas
O sabor da estrada ele não sente
Vai passando sem se quer notar
A beleza da menina a lhe esperar
O desespero da mãe a lhe ajudar
Certo de seu caminho incerto
Segue arrogante e prepotente
Se prestasse atenção ao sinal
Poderia ver que logo em frente
Existe um abismo intransponível
Ele segue de estação em estação
Passa por todas sem descarregar
Caso você queira nele embarcar
De passagem você não precisará
O desconhecido dispensa convite
Um dia talvez encontre o trilho
Que o leve de volta a seu destino
Se continuar perdido no tempo
Será tarde demais para lamentar
A vida que ele deixou para trás
Pedro Junqueira Franco de Castro 04:26 30/11/2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A possibilidade do impossível voo
A possibilidade do impossível voo
O pássaro limitado no seu voo
Canta alegre todo amanhecer
Sua luta diária contra o vento
Alimenta a força do seu canto
Que continua até o anoitecer
A borboleta tem sua beleza
Limitada por poucas horas
Logo sua vida vai embora
Mas ela é a única certeza
Dá valor a luta da lagarta
Ainda que pequena a formiga
Aceita o limite do seu tamanho
Supera assim o peso das folhas
Sua humildade a torna grande
Na terra dos seres gigantes
O sol ilumina o amanhecer
Seus raios invadem a janela
Levam luz à limitada escuridão
Mesmo o sol vai-se embora
No limite do dia virar a noite
Lá vai Icaro através da janela
Sua busca pelo impossível
Talvez um dia tivesse fim
Se ele aceitasse o seu limite
De ser feliz tocando o chão
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:04 29/11/2011
O pássaro limitado no seu voo
Canta alegre todo amanhecer
Sua luta diária contra o vento
Alimenta a força do seu canto
Que continua até o anoitecer
A borboleta tem sua beleza
Limitada por poucas horas
Logo sua vida vai embora
Mas ela é a única certeza
Dá valor a luta da lagarta
Ainda que pequena a formiga
Aceita o limite do seu tamanho
Supera assim o peso das folhas
Sua humildade a torna grande
Na terra dos seres gigantes
O sol ilumina o amanhecer
Seus raios invadem a janela
Levam luz à limitada escuridão
Mesmo o sol vai-se embora
No limite do dia virar a noite
Lá vai Icaro através da janela
Sua busca pelo impossível
Talvez um dia tivesse fim
Se ele aceitasse o seu limite
De ser feliz tocando o chão
Pedro Junqueira Franco de Castro 03:04 29/11/2011
Assinar:
Postagens (Atom)