quinta-feira, 2 de junho de 2011

Jogo de poder

Jogo de poder

Quer gritar, então grite
Você está no seu direito
Só não me peça pra escutar
Meu ouvido é refinado
Só escuta o que respeita
E só respeita o que admira
Sua forma de poder não me admira

O mundo já está cheio de gente
Gente assim como você
Que se enamora com o poder
Seres sádicos e vaidosos
Vivem do prazer da dor alheia
Vão se consumindo aos poucos
Vitimas de seu próprio veneno

Vivem feito cães de briga
Assim são os homens do mal
Negam o amor e vivem o terror
Dominam pessoas pelo medo
Covardes seres inferiores
Por não encontratem sua paz
Procuram acabar com a alheia

Eu sigo meu próprio caminho
As suas regras eu já aprendi
E do seu jogo eu não participo
Apenas assisto você envelhecer
Com suas idéias ultrapassadas
Vivo sem me deixar contaminar
Sendo para sempre jovem

Pedro Junqueira Franco de Castro 14:28 02/06/2011

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