terça-feira, 6 de setembro de 2011

Não tão santo, nem tão profano.

Não tão santo, nem tão profano.

Ele é naturalmente puro
Basta o homem o tocar
E sua sujeira se revela
Libertando sua mente
Ele será apenas amar

Ele é a chave da criação
Simples atração que une
Leva a vida até o ventre
Une pessoas diferentes
Puro e belo ato de amar

Tantas formas de fazer
Muitas as de se perder
Mas existindo o amor
O encontro é de alma
Santa união de corpos

Seja qual for sua opção
É um direito expressar
Toda forma de amar
Revela o doce sabor
Escondido no coração

Seja ato de amor consumado
Não tão santo que me prive
Não tão profano que me suje
Quero apenas sentir no prazer
A pureza de sentir-se amado

Pedro Junqueira Franco de Castro 13:22 06/09/2011

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