segunda-feira, 23 de maio de 2011

Poema de meu amor paterno

Poema de meu amor paterno

Ao lembrar minha infância
Lembro sempre desses olhos
Que me olhando com amor
Fez-me sentir um tesouro
Nas mãos de um sonhador

Hoje os olhos ainda me olham
Estão sempre a me seguir
Eu me sinto um egoísta
A negar uma caricia
De seu tato criador

Quando eu mais precisei
Sua mão você estendeu
E se teve que tirar o braço
Foi pra me mostrar o caminho
Da melhor maneira sem agredir

Peço desculpa se algum dia
Com respeito lhe faltei
É que a me ver no seu espelho
Via também os meus defeitos
E acabei me esquecendo
Do tesouro que de ti ganhei

Ele brilha feito ouro
Não tem peso nem valor
Cuida da casa com amor
De seu trabalho com louvor
Leva a vida com muito frescor
Essa é a imagem do meu pai
Que quero refletir aonde eu for

Pedro Junqueira Franco de Castro 20/05/2011 02:15

Nenhum comentário:

Postar um comentário