Poema da despedida
E é tudo tão lindo assim
Incompleto e inacabado
Amores as traças se calam
Abandonados a sorte
Pedindo perdão
Fugindo da solidão
Amores que se foram
Partiram na inquietação
A paz se vai
O cais nunca mais
A alma congela
A imagem que se vai
Agora tudo em uma mão
Apesar do retrato
No fundo do quarto
Na cozinha a panela
E sua flanela
Que agora limpa o chão
Vai ser tudo em vão
Se agora ficares
Pois não há mais espaço
Para nossa canção
No fundo a esperança
Cansou de pedir perdão
Pedro Junqueira Franco de Castro 01:12 09/02/2011
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