sábado, 19 de março de 2011

Poema do amor instantâneo

Poema do amor instantâneo

Chegou tirando pedaço
Pegando no braço
Fazendo um laço

Chegou como um veneno
Ficou por um momento
E deixou só o tormento

Foi letal
Foi fatal
Chegou a ser meu carnaval

Se foi a quarta feira
Foi só zoeira
Não mais voltou
Nem me explicou

Deixou vazio
Foi o espinho
O que restou da flor

Me embriaguei
Me dopei
Me entorpeci

Te implorei e me humilhei
O que me resta é desprezar
É te sujar e me calar

Pedro Junqueira Franco de Castro 2:44 15/03/2011

2 comentários:

  1. Q lindo isso, Pedro.
    Queria postar. Pode ?
    Continue nessa nova(?)vertente.

    BJo de saudade.

    ResponderExcluir
  2. Re não tinha visto seu comentário! Obrigado! Claro que pode, vou ficar feliz de ver meu trabalho fluindo por ae!
    Beijo de saudade.

    ResponderExcluir