Poema do amor instantâneo
Chegou tirando pedaço
Pegando no braço
Fazendo um laço
Chegou como um veneno
Ficou por um momento
E deixou só o tormento
Foi letal
Foi fatal
Chegou a ser meu carnaval
Se foi a quarta feira
Foi só zoeira
Não mais voltou
Nem me explicou
Deixou vazio
Foi o espinho
O que restou da flor
Me embriaguei
Me dopei
Me entorpeci
Te implorei e me humilhei
O que me resta é desprezar
É te sujar e me calar
Pedro Junqueira Franco de Castro 2:44 15/03/2011
Q lindo isso, Pedro.
ResponderExcluirQueria postar. Pode ?
Continue nessa nova(?)vertente.
BJo de saudade.
Re não tinha visto seu comentário! Obrigado! Claro que pode, vou ficar feliz de ver meu trabalho fluindo por ae!
ResponderExcluirBeijo de saudade.