sábado, 19 de março de 2011

Poema da inquietação

Poema da inquietação

Não sei se carência
Não sei se indecência
Só sei que não me falta tesão

Não sei se me roço
Não sei se me coço
Só sei que não fico na mão

Não sei se me mato
Não sei se me castro
Só sei viver sem alguma razão

Não sei capacho
Não sei se esculacho
Só sei que vou na contra mão

Não sei se inquieto
Não sei se aflito
Só sei que não acalmo o coração

Pedro Junqueira Franco de Castro 14:45 02/02/2011

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